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    10 motivos para não fazer a dieta metabólica – Pt2

    A dieta metabólica é uma dieta voltada a pessoas que querem perder gordura. Porém será que compensa utilizar este tipo de dieta? Saiba aqui – Pt2

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    Você que leu a primeira parte do artigo sobre motivos para não fazer a dieta metabólica, não pode deixar de ler a segunda parte hoje e a terceira amanhã.

    Muitas pessoas costumam usar este tipo de dieta, a maioria sem o auxilio de um nutricionista! Veja o perigo que este tipo de dieta pode te trazer futuramente!

    [ad#2]3 – Efeitos endócrinos e exócrinos – ATENÇÃO À PROLACTINA

    A restrição de carboidratos na dieta metabólica causa, ou melhor, não causa grandes efeitos endócrinos e exócrinos interessantes não só para a hipertrofia muscular, mas para o anticatabolismo também. Um desses fatores pode ser considerado a liberação de insulina em picos no pós-treino, a fim de causar melhor retenção nitrogênica, oprimir o cortisol e o glucagon que são altamente catabólicos e muitos outros.

    Além disso, os carboidratos fazem com que níveis de serotonina e outros hormônios sejam estáveis, evitando mau-humor, forme excessiva e outros sintomas psíquicos-físicos.

    Agora, lembra-se da PROLACTINA? Esse é o hormônio responsável pela produção de leite. E, não é por acaso que ele INIBE a testosterona. Mas, sabe quem é o principal agente controlador da prolactina? AS PROTEÍNAS! Isso mesmo! Assim, não adianta literalmente descambar em proteínas achando que simplesmente por serem fontes de colesterol, podem aumentar a testosterona. Aliás, isso pode ocasionar um efeito totalmente inverso do esperado, como já dito.

    4 – Sobrecarga renal e hepática

    Proteína tem como um de seus metabólitos finais, a tão tóxica NH3, vulgo amônia. Esta substância é produzida pela degradação protéica e, por não ser totalmente solúvel em água, é convertida em ácido úrico e, posteriormente em uréia para assim ser eliminada pelo sistema excretor. Todavia, para que isso possa acontecer, os rins necessitam trabalhar de forma efetiva e, claro, utilizar certa quantidade de água.

    Se, proteína em excesso numa dieta normal, já não é totalmente indicada, principalmente para não praticantes de atividade física intensa, ou atletas, o que você pensa que irá acontecer com seus rins em uma dieta APENAS de proteína?

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    Já o fígado, é talvez o maior responsável por liberar lípases a fim de quebrar as moléculas de lipídios. Sendo assim, em uma dieta rica deste macro-nutriente, teremos um maior trabalho do mesmo e, consequentemente, sobrecarga.

    5 – Glicogênese, glicólise e insulina

    Tudo bem… Você deve imaginar que restringindo os carboidratos, a tendência é unicamente utilizar o tecido adiposo como fonte energética e assim, não teremos pico de insulina que é um grande responsável pelo armazenamento de gordura nos adipócitos, não é mesmo? Tudo bem, mas devemos ter ciência que o músculo armazena glicogênio para si mesmo (sua própria utilização) e o fígado é o fornecedor de glicose (ou glicogênio) para as demais células do corpo. Assim, o fígado não ficará totalmente sem glicogênio. O glicogênio ali presente irá certamente ser desviado para a via glicolítica e, para que a glicose entre nas células pelo GLUT4, quem será mesmo o responsável em fornecer energia…? A insulina, claro! Assim, de quaisquer formas, a insulina estará presente. Todavia, não em picos. Mas, mesmo assim, devemos lembrar que os picos de insulina podem ser evitados consumindo carboidratos de baixo índice glicêmico e/ou, claro, consumindo-os nas quantidades adequadas.

    Lembre-se também que proteínas como a L-Leucina, por exemplo, comprovadamente estimulam a secreção de insulina no corpo. Fuja, fuja e a resposta será a mesma: A insulina estará ali!

    6 – O que emagrece é a restrição calórica, não a restrição de um único macro-nutriente

    Pode até parecer aquela velha história de que comer a noite engorda mais do que comer durante o dia… Na verdade, a restrição de carboidratos e não de calorias é um mito tão grande quanto.

    Hoje, sabe-se que a real responsável pela perda de peso ou pelo acúmulo do mesmo, é a caloria, ou seja, unidade de energia fornecida ao corpo. Sendo assim, parece-nos óbvio que comer mais do que se gasta é sinônimo de ganhar peso e comer menos do que se gasta é sinônimo de perder peso.

    Logo, a restrição calórica adequada é a grande chave para o sucesso! E para isso, é necessário um equilíbrio dos macro-nutrientes atendendo as necessidades e objetivos do indivíduo. O que te faz acreditar que 1g de carboidrato engorde mais do que 1g de proteína, uma vez que ambos possuem 4 Kcal/g?

    Leia a ultima parte deste artigo que promete ser bem polêmico no cenário nutricional! Motivos para não fazer uma dieta metabólica.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    8 Comentários

    1. Jerry 12 meses atrás
    2. Diego 2 anos atrás
    3. Jessica farias 2 anos atrás
    4. jose carlos 2 anos atrás
    5. Bruno 2 anos atrás
    6. DAVI 5 anos atrás
    7. Victor 5 anos atrás
    8. Gustavo Costa 5 anos atrás


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