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    5 razões pelas quais seu treino pode estar prejudicando seu desenvolvimento

    Esta tendo problemas em seus ganhos musculares? O problema pode estar no seu treino! Conheça 5 razões pelo qual seu treino pode estar te prejudicando.

    O treinamento resistido com pesos é, sem dúvida alguma, a maneira mais eficaz de estimular a musculatura a hipertrofiar. É através dele que damos estímulos físicos, como os microdanos na fascia muscular, estímulos fisiológicos, tais quais os hormonais entre muitos outros. Quando falamos de hipertrofia muscular, não acho prudente que usemos o mesmo termo para designar as formas de atingi-la. Isso porque, não considero o treinamento voltado para a hipertrofia como simplesmente “musculação”, do contrário, teríamos um grau de hipertrofia significativo ao levantarmos qualquer tipo de peso de qualquer forma. Musculação portanto, pode ser definida como a ação muscular ou o ato de usar a musculatura, o que não implica necessariamente na utilização da mesma para hipertrofia. Já o treinamento resistido com pesos visa um objetivo para melhorar essa qualidade muscular.

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    Entretanto, no decorrer da evolução dos treinamentos, muitas foram as técnicas criadas e com isso, muitas foram as inutilidades apresentadas em muitas delas também. Inicialmente, talvez por falta de conhecimento ou de estudos que pudessem mostrar os erros, eles eram bastante frequentes, tanto que não é incomum associarmos os praticantes de fisiculturismo das primeiras épocas com grandes empiristas. Porém hoje, ao que parece, além de muita dessa cultura antiga ter se impregnado na mente de alguns céticos ultrapassados, ainda contamos com o marketing de alguns sistemas que prometem reais milagres. Isso e outras coisas mais, fazem com que cada vez mais indivíduos treinem errados e, obviamente, não atinjam seus resultados e objetivos. Portanto hoje, vamos conhecer alguns dos cinco erros clássicos que podem estar prejudicando o seu treinamento com pesos.

    Erro 1: Treinar sempre em pirâmide

    Eu não sei que coisa as pessoas vem no treinamento de pirâmide. Certamente, ele é um treinamento eficaz, é um treinamento conveniente para alguns casos, mas, está longe de ser o ideal e está longe de ser o treino para ser mantido por muito tempo.

    O primeiro fator que me incomoda em um treinamento em sistema pirâmide é que, nas primeiras séries, normalmente acabamos por utilizar cargas que nos possibilitam completar as repetições estabelecidas, porém, normalmente conseguiríamos realizar mais repetições. Mas, pelo simples fato do treino exigir 12 repetições na primeira série, por exemplo, o indivíduo deixa de fazer as 15 possíveis. Além dessa caracterização de treinamento submáximo, quando chegamos nas séries consideradas “pesadas”, normalmente já estamos fadigados o suficiente para não aproveitar o máximo delas, principalmente se estivermos falando de exercícios compostos como remadas, onde os bíceps normalmente acabam por entrar em fadiga antes dos dorsais.

    Se existe algo que pode ser feito em treinamento pirâmide é estabelecer médias de repetições e então ir progressivamente aumentando ou diminuindo (no caso de pirâmides inversas) a carga. Por exemplo, podemos delimitar que na primeira série utilizaremos carga apenas para realizar de 10-15 repetições, sendo esse espaço de repetições relativamente grande para então nos possibilitar chegar ao máximo de falha. Progressivamente então, por exemplo, na segunda série, poderíamos utilizar repetições entre 8-12, na terceira 6-10 e assim por diante.

    Além disso, o utilizar apenas esse sistema como muitos costumam fazer é implorar por adaptações musculares, que, na verdade é o que queremos quebrar quando o assunto é progresso muscular.

    Erro 2: Negligenciar o agachamento livre

    Muitas pessoas negligenciam o agachamento livre por diversos motivos: Preguiça, medo, falta de disposição ou até mesmo por alguma restrição médica. Com exceção do último caso, não vejo nenhum dos outros como justificáveis, aliás, vejo-os não só como um grande empecilho em seu desenvolvimento, mas, principalmente uma falta de comprometimento consigo mesmo.

    Se você busca resultados em uma academia, deve deixar de lado seu ego, deve deixar de lado suas preferências e deve começar a fazer o que é necessário fazer e, só você pode fazer!

    Por que na maioria das academias é praticamente nulo o número de homens no agachamento livre? De maneira paradoxal, os que lá estão geralmente são os que tem melhor físico. O resto, prefere Smith, Hacks ou se quer treinam pernas.

    A verdade é que o agachamento livre não é nenhum exercício milagroso, mas é um exercício extremamente eficaz não somente para construir ótimos membros inferiores, mas para construir um corpo muito bom. Isso porque, além de ser um exercício composto que recruta membros inferiores principalmente, mas também os inferiores como os dorsais, que devem estar contraídos, o abdome, a região lombar e até mesmo os braços, para estabilizar a barra, ele ainda pode auxiliar no incremento de testosterona durante o treinamento, assim como outros exercícios pesados.

    O agachamento livre ainda confere uma melhora no sistema neuromotor, resultando em um melhor desempenho nos outros exercícios também. Portanto, se você está negligenciando o agachamento livre e deixando de ter resultados, é recomendável você rever seus conceitos e sua rotina!

    Neste artigo você pode ler 5 dicas de por que você deve fazer o agachamento livre!

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    Erro 3: Peso demais ou peso de menos

    O que mais vemos em academias são indivíduos do sexo masculino ou feminino realizando reais catástrofes em seu treinamento justamente pela carga inadequada. Ambos os sexos costumam cometer ambos os erros, realizando ou um treinamento submáximo ineficaz ou um treinamento totalmente inadequado pelo excesso de carga, resultando em baixíssimos resultados.

    Se, por um lado utilizar carga de menos, recrutando minimamente a musculatura não lhe trará bons resultados, por outro, utilizar altas cargas sem uma execução adequada e sem um suporte corpóreo pronto para ela, resultará também em um baixo recrutamento muscular e, ainda poderemos contar com possíveis lesões, inclusive irreverssíveis.

    Quando falando da carga a ser utilizada, ela deve ser “pesada” o suficiente para causar dificuldade no movimento, mas permitir que ele aconteça até um certo grau, ou seja, em um espaço de número de repetições, porém, deve ser “leve” o suficiente para que você possa controlar o peso, ou seja, para que possa utilizar o peso na musculatura alvo, trabalhando-a e recrutando-a da melhor maneira possível.

    Um bodybuilder não deve se importar com o peso que consegue levantar ou, se há ou não progressão nele, mas sim, se importar com o quanto de músculos consegue ganhar. Trabalhar contra a resistência é fundamental, isto é, quanto mais difícil é o movimento ou quanto mais difícil você consegue torná-lo sem realizar roubos ou isolando ao máximo determinado grupamento muscular, mais você recrutará o músculo alvo, tendo então melhores resultados.

    Do contrário do que alguns culturistas costumam fazer, como Jay Cutler e Ronnie Coleman, que preferem um treinamento combinando velocidade, explosão e muita força (aliada a sobrecarga) resultando em um trabalho com altíssima potência, para a maioria de nós, trabalhar de maneira um pouco mais precisa é fundamental. Isso porque, esses atletas já possuem um controle neuromuscular e uma qualidade biomecânica e também muscular que os permite conseguir contrair os músculos naquela velocidade explosão. A verdade é que a maioria dos mortais, se tentasse fazer isso, provavelmente não conseguiria, pelo menos não de maneira tão eficaz.

    Erro 4: Ser cético demais e utilizar os mesmos exercícios

    Esse é um caso típico em muitos dos praticantes de musculação que conheço: Utilizar os mesmos exercícios sempre. Particularmente, as vezes vejo indivíduos que sempre estão realizando o mesmo número de repetições, nos mesmos exercícios, na mesma sequência, no mesmo dia, da mesma forma e, novamente se importando apenas em aumentar o peso.

    Tão céticos e tão sem resultados, esses indivíduos na maioria dos casos possuem um belo de um preconceito com muitos exercícios e deixam de obter ótimos ganhos justamente pelo fato de não tentarem ou preferirem o excesso de carga à dificuldade de execução.

    Conheço gente, por exemplo, que vive reclamando da região lombar, mas não tem coragem de realizar um levantamento Terra, simplesmente por preguiça de montar a barra! Lastimável…

    Uma das coisas que aprendi com o Mestre Luiz Fernando Sardinha, vice-campeão mundial, é que devemos utilizar nosso instinto na academia, ou seja, não devemos ter uma planilha de exercícios para fazer, como se fôssemos uma empregada doméstica a seguir um roteiro de limpeza de casa. Do contrário dela, onde isso é muito útil para não se perder, nós bodybuilders devemos ter o tato suficiente para perceber quais exercícios devemos realizar para aquele grupamento naquele determinado dia. Isso, a princípio, pode até parecer complicado, mas, com um pouco de experiência, começa a se tornar bastante fácil.

    Suponhamos que, em um dia você vá treinar peito e tríceps. Você percebe então que o seu peitoral inferior precisa de uma melhora. Então, começa pelo supino declinado, depois quem sabe flyes plano e supino inclinado para finalizar. Realiza o treino de tríceps, percebendo que precisa de uma leve melhora na cabeça longa e então enfoca nela também. Porém, em outro treino de peito e tríceps, na semana seguinte, você está animadíssimo para executar altas séries de intensidade no supino reto. Então, simplesmente porque teoricamente sua falha é no peitoral inferior, você vai deixar de realizar essas séries que está tão animado no supino reto? Não! Realize sim, mas não esqueça de suas falhas! E isso valerá para qualquer outro grupamento muscular.

    Erro 5: Corpo frio

    Um dos piores erros que um bodybuilder pode cometer é treinar de corpo frio. Em primeiro lugar, o fato de que isso poderá ocasionar algum tipo de lesão é extremamente alto.

    Em segundo lugar, um treinamento com o corpo frio, provavelmente fará sua performance cair e diminuirá os níveis de energia do corpo, visto que maiores quantidades serão necessárias para aquecer o corpo (em casos de ambientes frios, com ar condicionado, etc). O choque térmico também é outro problema que pode gerar não só problemas momentâneos, chegando até ao desmaio em alguns casos mais extremos como prejudicar a respiração durante o treino, consequentemente prejudicando o treino em si.

    Costumo dizer que acho prudente o treinamento até mesmo com agasalhos. Desde que você mantenha uma boa hidratação e níveis de minerais controlados no corpo, não haverão sérios problemas. Você não necessita ficar olhando seus músculos “inchados” no meio do treinamento no espelho. Um treino pesado requer concentração, não egocentrismo.

    Tente realizar estas dicas relacionadas ao agasalho e entenderá o que estou falando.

    Conclusão

    Muitos são os erros que podem ser cometidos no treinamento, prejudicando assim o desenvolvimento do indivíduo como um todo. Porém, é necessários conhecê-los e, acima de tudo adaptar suas necessidades as necessidades de seus treinamentos, possibilitando então que haja um bom desenvolvimento, um menor risco de lesões, um menor risco de problemas como assimetrias, desníveis musculares ou queda de rendimento.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    7 Comentários

    1. vanessa alves 3 anos atrás
    2. erasmo 4 anos atrás
    3. ))))))))))l(((((((((( 5 anos atrás
    4. Everton Lima 5 anos atrás
    5. luciano 47cm de braço só no feijão com arroz tentando manter a massa em cuting 5 anos atrás
    6. Gustavo Costa 5 anos atrás
    7. Tonny Douglas 5 anos atrás


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