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    Importância de variar a alimentação para o praticante de musculação

    Conheça a importância de variar os alimentos que come, pois boa alimentação não esta ligada somente a objetivos na musculação, mas também a uma boa saúde!

    Provavelmente, não é de hoje que você já deve ter ouvido algo a respeito de variar ao máximo sua alimentação, não é mesmo? Quando éramos pequenos, nossos pais, por mais errados que inserissem a alimentação em nossas vidas, envolvendo doces, alimentos com muito sódio ou até mesmo não nos apresentando TODOS os tipos de alimentos, procuravam uma variedade o mais ampla possível. Isso porque, além de uma criança enjoar muito fácil de um alimento após certa idade (pois antes, normalmente criam-se hábitos alimentares, preferências e, dificilmente essas são modificadas caso passe muito tempo), eles já conheciam de uma forma empírica, claro, a importância que há em uma diversificação de nutrientes para o bom funcionamento corpo humano.

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    Não existe um nutriente e tampouco um alimento específico e/ou especial que possa ser capaz de suprir todas as nossas necessidades para a manutenção do metabolismo básico. Entretanto, graças a nossa evolução, muitos desses nutrientes que, se quer fazemos noção da importância deles, são necessários em quantidades pequenas ou mínimas, facilitando com que não haja algum tipo de deficiência de maneira tão fácil. E, caso não estejamos frente a alguma doença específica, pessoas com deficiências em micronutrientes, por exemplo, realmente estão em casos extremos de desnutrição ou nutrição inadequada.

    Para se ter noção, as recomendações, por exemplo, de Biotina para um homem de 18-30 anos que não é atleta gira em torno de 25ug/dia. Porém, facilmente atingida essa quantidade pode ser: em 100g de amendoim encontramos 34ug do nutriente, ou, na mesma quantidade de farelo de trigo, cerca de 25ug. Ainda no fígado de Boi, encontramos 96ug, quase 4 vezes mais a quantidade. Portanto, dificilmente um nutriente não é atingido, mesmo que diariamente suas quantidades, durante um espaço muito longo de tempo.

    Se uma alimentação diversificada é extremamente importante para a vida como um todo, então, o que dizer da alimentação específica para praticantes de atividades, para atletas profissionais, ou ainda, para um atleta de fisiculturismo, o que é nosso foco? Bem… Entraremos em um dilema… E é justamente sobre isso que quero discutir.

    A alimentação hoje é um dos temas mais valorizados pelas pessoas e, consequentemente pela mídia, afinal, todos sabemos que a mídia proporciona ao telespectador aquilo que ele deseja ouvir. Então, não é nem um pouco ausente de nossa realidade que liguemos a televisão e vejamos algum nutricionista dando dicas, ou um médico falando sobre dietas ou algo do gênero… Além disso, tão comum quanto levantar pesos é entrar em um ginásio de musculação e ver papos dos mais diversos sobre os “conhecedores de alimentos” e, claro, as grandes besteiras decorrentes de muitas dessas conversas.

    Se, por um lado, a alimentação hoje é valorizada no sentido em que pode ajudar na modificação corpórea de maneira direta, também se passam a criar as mais mirabolantes formas de consumos alimentares, adentrando ao esquizitismo e a falta de conhecimento técnico científico. O resultado é que cada vez mais temos dietas extremamente restritivas, dietas extremamente pobres em muitos nutrientes e, que até podem apresentar certa funcionalidade, mas, certamente estão bem longe de ser a ou as melhores opções para longos prazos pelos danos que podem causar à saúde. Pessoas que se alimentam de folhas e um peito de frango por dia, praticantes de musculação que querem viver a base de batata doce com peito de frango, garotos fitness que querem viver a base de shakes de proteína e oleaginosas… E por aí dá pra fazer uma enorme lista. Mas, até que ponto isso pode não só interferir nos ganhos, mas também, na saúde em geral?

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    Se por um lado, uma superalimentação inadequada pode causar prejuízos nos quais vemos dia a dia na sociedade obesogênica em que vivemos, tais quais, a própria obesidade, as doenças cardiovasculares, as doenças metabólicas, o simples sobrepeso corpóreo (em forma de gordura), as dislipidemias diversas e outros, a falta de uma alimentação condizente também tem seus prejuízos. Obviamente, não queremos pessoas com nenhum desses problemas, portanto, o extremo para quaisquer lados pode ser muito prejudicial.

    Quando falo de desnutrição, não me refiro necessariamente a indivíduos que comem pouco ou tampouco que encontram-se em estado de sobrepeso. Peso é apenas um dos caracteres que pode indicar o estado nutricional básico do indivíduo, mas, ainda é longe de ser o mais ideal para tal julgamento. E não é a toa que hoje vemos inúmeros obesos desnutridos e inúmeras pessoas que, aparentemente tem baixo peso, mas, possuem um estado de avaliação bioquímica em perfeitas condições.

    Você já leu algo a respeito de meninas modelos que possuem a menarca atrasada pela falta de hormônios sexuais pelo baixo consumo de lipídios na dieta? Você já ouviu falar de quedas de hormônios importantíssimos devido ao baixíssimo percentual de gordura no corpo (sim, ter níveis controlados de gordura no corpo também é substancial para a vida)? E sobre a qualidade dos ossos prejudicadas pela falta de aporte de cálcio de alta biodisponibilidade na dieta? Se todos esses malefícios já são causados a uma pessoa que necessita de aportes normais de nutrientes no corpo, imagine então para nós praticantes de atividade física com certo rigor ou até mesmo para atletas, nos quais os aportes de nutrientes quase sempre são relativamente maiores? Certamente, o prejuízo pode ser ainda maior.

    Essas loucuras que são impostas em grande parte dos ginásios ou até mesmo impostas pela mídia (gerando inclusive muitos dos mitos e inverdades que conhecemos hoje) de restringir as pessoas a dois ou três alimentos, não passa de uma grande babaquice e de coisas pra “inglês ver”. Como disse, nenhum alimento é 100% falho ou 100% completo. Portanto, um sempre complementará o outro dentro do planejamento alimentar… E dietas restritas de lactose, de glúten, disso, daquilo serão mais um marketing falido… Aliás, acho que daqui a pouco qualquer alimento que não seja abençoado e orgânico será condenado! Obviamente, para um atleta de alto desempenho em fase de competição, a utilização dessas técnicas dietéticas até pode ser válida (mas, sempre com os devidos cuidados), mas, não só para a maioria das outras pessoas, mas até para as outras fases do atleta, isso não é o ideal.

    Conclusivamente, se você realmente deseja obter bons resultados e, acima de tudo uma vida saudável, cabe proporcionar ao corpo a maior variedade possível de alimentos e nutrientes, se importando sim com a qualidade e com o seu objetivo, porém, não deixando ser levado por modismos e achismos. Lembre-se que o corpo humano busca sempre o equilíbrio, assim, excessos e faltas sempre farão mal. Pense nisso e seja equilibrado também.

    Para completar este artigo sobre variação, vou deixar uma dica de boa leitura e que pode ser muito aproveitada dentro do contexto de variação na alimentação. É um livro que se chama 100 Receitas Para Aumentar a Massa Muscular. Nele você irá aprender fazer diversas receitas anabólicas para a sua dieta, fazendo com que você varie a alimentação sem perder a qualidade da mesma. Para conhecer melhor o livro, clique aqui.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    4 Comentários

    1. Ttakk 3 anos atrás
    2. Raquel 4 anos atrás
    3. Márcio Lucas 4 anos atrás
    4. Márcio Lucas 4 anos atrás


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