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    A pliometria e a musculação: Há alguma relação?

    O método de treinamento pliométrico pode ser feito em conjunto com a musculação trazendo diversos benefícios. Entenda como você pode conciliar os dois treinamentos em sua rotina.

    Cada vez que nos deparamos com os diversos métodos que existem para treinar o corpo humano, nos surpreendemos o quanto eles estão ligados à prática da musculação básica, tornando-os praticamente sempre sinérgicos à mesma. Obviamente, esses treinamentos, como é o caso do pliométrico, devem receber algumas atenções e estar de acordo não somente com a musculação, mas com as necessidades de um indivíduo e o que se busca através de sua prática, tornando-a assim realmente eficiente.

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    Quanto falamos da pliometria, ou em outras palavras, “medida que aumenta”, devemos imaginá-la como sendo algo implícito nas ações humanas desde muito. Isso porque, os atos de lançamento, os atos de saltos, os atos de corrida e outros tantos que garantiram desde uma sobrevivência humana na época da pré-história, até mesmo competições Olímpicas, posteriormente na Grécia Antiga, fazem parte desse tipo de realização.

    A pliometria é um conjunto de exercícios o qual busca o alongamento seguido de um encurtamento, ou seja, uma contração concêntrica da musculatura esquelética, fazendo com que seja acumulada energia elástica na estrutura em questão.

    Fisiologicamente a pliometria pode ser explicada como uma potência de caráter primordialmente anaeróbio que utiliza ATP e CP (creatina fosfato) para sua realização através de um estímulo espinhal conduzidos pelo α-motoneurônio até receptores encontrados na fenda muscular, os quais recebem esses estímulos e, por sua vez, transmitem ao músculo a intensidade, posição e devidas outras informações de como realizar aquela contração da melhor forma. Apesar das fibras musculares intrafusais não se não se contraírem por não terem filamentos de actina e miosina, as extrafusais, por sua vez, se contraem e são possíveis de alongamento e encurtamento. Logo, toda vez que elas executam uma ou outra ação, o fuso muscular também executa.

    Através de estruturas como o fuso muscular, o órgão tendinoso de Golgi (OTG), o músculo consegue passar informações de como se encontra naquele dado instante, fazendo com que sua tensão, grau de amplitude, capacidade de encurtamento ou alongamento sejam devidamente controlados. E é justamente em cima disso que busca a ação do treinamento pliométrico, ou seja, adaptando essas estruturas para, de maneira natural, aumentarem sua capacidade de ação.

    Normalmente, um simples ato de saltar pode demonstrar o que é essa tal energia elástica e o quanto ela pode variar de acordo com cada indivíduo e, óbvio, seu grau de treinamento.

    Sendo usada tanto em membros inferiores, quanto nos superiores, a pliometria pode basicamente sofrer uma divisão em saltos a partir de um lugar fixo, saltos em profundidade, saltos com ou sem obstáculos, com um membro apenas ou com os dois membros, simultaneamente e exercícios relacionados com os membros superiores. Apesar disso, os exercícios escolhidos dentro de um programa de treinamento polimérico devem representar sinergia e, principalmente, irem evoluindo em sua dificuldade e grau de intensidade, tal como nos diferentes ângulos trabalhados também, de acordo com as capacidades que se desenvolverão em um indivíduo.

    A pliometria dentro da musculação

    Sabendo o que é pliometria, conseguimos identificar certa relevância com a musculação do modo tradicional que conhecemos, afinal, praticamente o mecanismo de rápida contração básico acontece de maneira muito semelhante e, principalmente, utilizando as mesmas vias metabólicas principais, como o consumo de CP, anteriormente citado.

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    Desta forma, sabendo que a musculação é um esporte o qual necessita de certos estímulos diferentes, bem como alguns treinamentos não usuais para que sejam oferecidos benefícios cada vez melhores, a pliometria pode ser utilizada de interessantes formas para estas finalidades.

    Obviamente, para um profissional, ou um fisiculturista, a pliometria não é muito viável. Normalmente, o alto peso, a necessidade de maior tempo de recuperação e o enfoque principal no trabalho resistido com pesos são as diretrizes fundamentais para esses atletas sendo quaisquer outras atividades um tanto quanto desnecessárias e até mesmo prejudiciais.

    Entretanto, para o musculador amador, ela torna-se conveniente para melhorar aspectos, como: Flexibilidade, explosão muscular, elasticidade muscular, permitindo trabalhos bastante completos e com um bom grau de amplitude, representando ainda, menores chances de algum tipo de ruptura muscular e/ou lesão, melhora no equilíbrio e na função neuromotora entre outros. O auxílio em treinamentos de força também pode ser conveniente, na medida em que ela também auxilia na explosão muscular.

    Flexões aplicando o método pliométrico

    A pliometria e outros esportes

    Como nosso principal enfoque é mesmo a musculação, não nos convém detalhar muito a respeito de outros esportes. Porém, sabendo da importância que a atividade aeróbia pode ter ao musculador, por exemplo, e que, a maioria dos indivíduos que praticam musculação de forma amadora também praticam outros esportes, uma breve decorrida torna-se conveniente.

    As atividades de pliometria podem exercer influência positiva em aspectos como ritmo, velocidade, resistência e outros, tornando-a conveniente principalmente em esportes como a natação, o ciclismo e, claro, corridas.

    A pliometria pode auxiliar a entrar em “boa forma”?

    Quando muitos iniciam os treinamentos de pliometria, estão, na realidade buscando mais do que condicionamento físico, mas, buscando entrar em boa forma. Entretanto, é bastante conveniente que separemos uma coisa da outra:

    A pliometria poderá sim ajudar a entrar em boa forma, mas, ela não é o tipo de exercício mais indicado para essa finalidade. Mais importante, por exemplo, seria, em primeiro lugar, após ajustar as condições nutricionais (que é o principal fator envolvido com a boa forma física e com o desempenho em quaisquer modalidades e objetivos), buscar a prática da musculação e/ou atividades aeróbias de maior intensidade. Próximo a pliometria, ela na verdade será um complemento ou um adicional, seja visando o gasto energético ou o condicionamento físico, propriamente dito, mas, como citado, não deve ser o foco principal de manutenção ou busca da “boa forma”.

    Conclusão:

    A pliometria é um treinamento que pode ser utilizado por inúmeras modalidades, inclusive a musculação, como adicional a objetivos e busca por um bom físico. Ela pode auxiliar a melhorar não só o desempenho, mas à saúde e as condições corpóreas.

    Cabe sempre buscar um bom profissional capacitado a ensinar corretamente a pliometria para que ela não venha trazer algum tipo de malefício.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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