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    A verdade sobre os pães integrais brasileiros

    Que a alimentação de qualidade é fundamental para uma vida saudável de qualquer indivíduo, em qualquer idade e, para o praticante de quaisquer tipos de esportes, interfere diretamente em sua performance, não é mais segredo para ninguém. Não é, também, mais segredo para ninguém que os alimentos elaborados na indústria brasileira apresentam-se cada vez mais diante de aspectos negativos do que positivos. Além de, obviamente já não se ter lá grande tecnologia para a obtenção de uma diferenciação elevada, tanto em termos nutricionais quanto em termos de variedades, esses alimentos apresentam-se diante de uma crescente busca pelo barateamento em sua produção, ou seja, utilizando-se de métodos cada vez mais “fáceis” para isso, mas que no entanto deixam muito a desejar nos fatores nutricionais.

    Conheça as mentiras que são os pães integrais brasileiros

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    Mas, e quando falamos dos alimentos “teoricamente saudáveis” (ou que pelo menos deveriam ser)? Não deveriam esses apresentarem-se diante de bons aspectos? A verdade é que muitos desses alimentos não passam de propagandas de charlatões. Desde os iogurtes gregos, comumente adicionados de excesso de sacarose, frutose e gorduras, até as “pastas de amendoim” as quais possuem mais açúcar do que o próprio amendoim ou, por que não citar ainda os “pães integrais”??? E é justamente sobre as mentiras que são esses pães integrais brasileiros que eu quero conversar com vocês neste artigo.

    A triste realidade dos pães que deveriam ser integrais

    Com a criação e a supervalorização desses tais alimentos integrais, seu consumo, em especial por pessoas que necessitam de uma nutrição específica, como as que buscam a perda de peso ou até mesmo as que possuem alguma patogenia, foi aumentado de forma bastante rápida. Assim como alimentos Diet, Light, esses alimentos integrais, também devem ser indicados às pessoas certas e nas quantidades certas, a fim de fato passarem a trazer benefícios. Há, por exemplo, muita confusão sobre diets e lights, sobre alimentos processados e “naturais” ou “in natura”, sobre a diferenciação e a conveniência ou não de um alimento integral, parcialmente integral ou não integral, achismo de que alimentos integrais são menos calóricos do que outros (na realidade, em sua grande parte eles são mais calóricos, inclusive) entre outros tantos. Mas, isso seria simples de resolver ao buscar um nutricionista. Entretanto, mais do que a busca por um nutricionista é a busca pelos alimentos realmente corretos e que, realmente cumprem o rótulo como estabelecido.

    Os pães integrais, como foco de nossa discussão, poderiam ser ótimos alimentos. Apesar do trigo e da polêmica do glúten, eles poderiam apresentar-se bastante convenientes em uma dieta equilibrada, na medida em que, pela praticidade, pelo valor nutricional, pelo sabor e outros fatores, podem ser ótimas opções. Entretanto, frente ao que vemos vendidos nas prateleiras dos mais comuns mercados, não é bem o que conseguimos adquirir.

    Vamos à uma breve análise da palavra “Integral”: Inteiro, total, integrante (referenciado pelo dicionário Priberam Online). Assim, essa palavra nos remete a imaginar algo que seja colocado por inteiro. Acontece que, aos alimentos elaborados no Brasil, existem praticamente duas possibilidades básicas:

    • O rótulo nutricional, de fato é integral, mas, integral no sentido de conter nutrientes não ou apenas o essencial processados;
    • O rótulo nutricional se refere a “integrante”, ou seja, não quer dizer que estejamos falando de um alimento minimamente processado, mas de um alimento de “inclusos”.

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    Desta forma, na primeira possibilidade, há, normalmente a inclusão de açúcares, de frutose, de alguns outros glicídios e até mesmo, quando o pão não costuma ser de trigo, a presença sim de farináceos de batata, arroz e outros carboidratos os quais poderão elevar o impacto glicêmico da refeição, por exemplo. E é o que observamos na maioria dos produtos que não contém farinha DE TRIGO branca.

    Já na segundo possibilidade, normalmente também em grande parte dos produtos no mercado, principalmente os mais baratos, é a adição de farinha de trigo integral e em alguns casos a retirada do açúcar da mistura (normalmente as versões light). Esses, normalmente contém apenas 11-13% de farinha de trigo integral, propriamente dita.

    Além desses fatores, ambos os casos, para melhorar a textura e, em tempo o sabor também desses produtos, visto a farinha de trigo integral normalmente deixar o produto mais duro, seco e com um gosto um tanto quanto atípico dos produtos convencionais, é adicionado o glúten, proteína a qual, se consumida em excesso poderá acarretar alguns distúrbios gastrointestinais e, para os celíacos, tornando-se um produto totalmente inviável.

    Infelizmente, a maioria desses rótulos segue padrão estabelecido pela ANVISA, utilizando observações pequenas citadas por asteriscos ou outras estratégias na elaboração de seus rótulos. Mas, infelizmente, o consumidor pouco sabe disso e, principalmente, pouco é informado a respeito, obviamente, por isso não ser conveniente às empresas.

    ©1998  EyeWire, Inc.

    Os preços dos produtos integrais

    Os produtos integrais possuem um valor um tanto quanto mais alto por terem de passar por processos especiais de produção, a fim de melhorar sua textura, sabor, durabilidade e outros fatores, como a própria aparência. Se, quando compramos um desses “falsos produtos integrais” ou os “pães falsamente integrais” já pagamos um certo valor mais elevado por eles, imagine então os totalmente integrais, propriamente ditos.

    Observemos, por exemplo, que um pão não totalmente integral custa em média nos mercados de R$5,00 a R$7,00 a depender da marca em questão. Esse mesmo valor sobe para R$9,00 a R$20,00 quando falamos de produtos integrais e, são poucos esses que podemos considerar realmente integrais. Hoje, particularmente vendidos no Brasil, conheço apenas 2 marcas de pães 100% integrais e mais um que, apesar de integral, acaba tendo muita mistura de cereais e muita adição de glúten. Essas marcas são: a linha 100% integral 12 grãos da Pullman e a linha de pães alemães da Wickbold.

    Para se ter noção, a gama de produtos que existe no EUA integrais, mais especificamente de pães é vastamente alta, desde o velho Ezekiel Bread até outras marcas como Bavarian Bread, Mastemacher e outras tantas. E, esses são facilmente encontrados no mercado, diferente dos mesmos poucos que se tem no Brasil.

    Por isso fique esperto na hora de comprar produtos integrais aqui no Brasil, pois a maioria deles não é verdadeiramente integral, apenas parcialmente, porém seus preços são de produtos integrais verdadeiros, assim como a propaganda que é feita dos mesmos. Abra os olhos e busque sempre os melhores produtos, com as melhores matérias primas.

    Conclusão:

    Os pães integrais normalmente poderiam apresentar-se como bons aliados na dieta de um praticante de atividades físicas. Entretanto, essa adição no Brasil infelizmente não é tão conveniente na medida em que, não se tem produtos de boa qualidade e tampouco produtos que possam de fato ser considerados integrais.

    Lembre-se de sempre observar os rótulos e não se deixar enganar por esse marketing o qual o mercado de alimentos brasileiro tanto faz parte com seus pífios produtos.

    Apesar da relevância disso, cabe sempre uma boa orientação a fim de usar o que é disponível e acessível, sempre deixando ao máximo a dieta otimizada e de acordo com suas necessidades individuais.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    Um Comentário

    1. André 3 anos atrás


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