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    Adoçantes: Sim ou Não?

    Neste artigo aprenda quais são e quais as diferenças entre os adoçantes naturais e adoçantes artificiais.

    Você já imaginou uma vida sem o doce sabor do açúcar? Ainda que você não seja um fanático por doces, abolir completamente o açúcar de nossas dietas parece algo abominável demais.

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    A maioria dos produtos industrializados contém açúcar e já sabemos o malefício que seu abuso pode trazer. Por isso, algumas pessoas, preocupadas com a saúde e não ganhar peso, acabam escolhendo por se usar adoçantes, além, claro, de um grupo especial impedido de consumir sacarose à vontade, os diabéticos.

    Mas afinal, eu posso usar adoçantes? E quais tipos de adoçantes? Enganando nosso cérebro, os adoçantes trazem “calorias vazias” mas também nos traz algo a se pensar: todos são saudáveis?

    Vamos separam os adoçantes em 2 grupos, artificiais e naturais, e analisar benefícios e malefícios de cada um deles.

    Adoçantes artificiais

    Sacarina:

    A sacarina já foi intitulada de “açúcar dos diabéticos” e foi o primeiro substituto da sacarose. A sacarina é derivada da destilação do carvão, sintetizada a partir de um derivado do petróleo, de nome bem difícil de se pronunciar: ácido toluenossulfônico.

    ácido-toluenossulfônico

    Ciclamato e sacarina de sódio:

    Também são sintetizadas a partir de um derivado do petróleo, a ciclo-hexioamina. Nos EUA, o ciclamato de sódio foi proibido sob suspeita de causar câncer de bexiga, mas seu uso foi liberado em 1986 pois não houve comprovação cientifica do seu efeito carcinogênico.

    O mesmo já havia acontecido com a sacarina na década de 70 e o resultado foi idêntico: não houve comprovação científica dos malefícios, ainda que a população tenha sido alertada para se usarem os 2 produtos nas quantidades recomendadas.

    Um porém que deve ser observado é que tanto o ciclamato de sódio quanto a sacaria sódica devem ser evitados por pessoas hipertensas, pois causam os mesmos efeitos colaterais do sal comum (sódio).

    Aspartame:

    Em 1965 um químico norte-americano descobriu o aspartame ao misturar 2 aminoácidos: o ácido aspártico e a fenilalanina e verificando sua ação adoçante.

    Se você tem fibromialgia, formigamento, mal de Parkinson, mal de Alzheimer, esclerose múltipla, lúpus sistêmico, obesidade, câimbras, vertigens, tonturas, dor de cabeça constantes, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão, ataques de ansiedade, fala atrapalhada, visão borrada ou perda de memória, muito cuidado ao ingerir aspartame.

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    Uma pesquisadora norte-americana chamada Dra. Mancy Marckle afirma que o aspartame é uma epidemia que assola os EUA.

    Ela alerta que quando a temperatura do aspartame excede 30 graus Celsius, o álcool contido no adoçante se converte em formaldeído e então em ácido fórmico, e essa toxicidade é prejudicial á nossa saúde.

    O aspartame muda a química no cérebro e é responsável por diversos tipos de ataques. Ele muda os tipos de dopamina no cérebro.

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    Adoçantes naturais

    São extraídos de frutas, mel e plantas, como a frutose (frutas e mel), o sorbitol (frutas maduras e algas vermelhas), o manitol, a glicose e a estévia (planta).

    Estévia:

    É o mais indicado, contanto que não venha acompanhada de outros componentes nocivos. Os produtos com esteviosídeos enfrentaram dois problemas:

    O primeiro é deixar o gosto parecido com o açúcar (hoje já se consegue isso) e o segundo foi enfrentar indústrias mundiais, ávidas por promover o aspartame e as sacarinas.

    Sucralose:

    É um adoçante de baixa caloria feito a partir de uma molécula modificada do açúcar. Foi descoberta em 1976 e pode ser consumida por diabéticos.

    Não causa cáries e pode ser usada em bebidas frias, quentes, alimentos cozidos, assados ou mesmo congelados.

    Açúcar mascavo:

    Diferentemente do açúcar refinado e o cristal (sacarose: glicose + frutose), o açúcar mascavo tem todas as vitaminas e sais minerais do caldo de cana.

    No processo de obtenção do açúcar, o caldo de cana passa por várias etapas de cristalização. Logo na primeira etapa se obtém o açúcar mascavo.

    O açúcar cristal é obtido após várias etapas de cristalização. O açúcar refinado é o mesmo que o açúcar cristal, só que mais finamente triturado e branqueado, possuindo, inclusive, aditivos para evitar o seu endurecimento em forma de blocos.

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    O açúcar refinado é processado a partir do melado de cana ou do açúcar mascavo. O produto, que é inicialmente marrom, recebe aditivos de gás sulfídrico e outras substâncias químicas para ficar claro. É nesse processo que o açúcar refinado perde vitaminas e sais minerais.

    O açúcar mascavo é bem mais recomendado que o açúcar branco, justamente pela existência de vitaminas e minerais, imprescindíveis para nossa saúde.

    Agora que você já sabe a diferença entre os principais adoçantes disponíveis no mercado, faça a escolha criteriosa. Sua saúde agradece!



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