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    Aprenda 3 cuidados que você deve ter ao ajudar seu parceiro de treino

    Ajudar o parceiro de treino não é levantar o peso para ele, por isso aprenda alguns cuidados que deve-se ter ao ajudar seu companheiro realizar um treino mais intenso e correto.

    É comum entrarmos em uma academia de musculação e observarmos indivíduos que treinam em parceria, o que quando bem feito é ótimo. Isso se deve ao fato de que, observado por um bom parceiro, podemos realizar feitos extras em nosso trabalho com pesos como repetições ajudadas, repetições forçadas e negativadas e até mesmo, em casos de possíveis instabilidades, ter suporte suficiente para evitar lesões ou acidentes. Além disso, a motivação que é feita por um parceiro de treino, pode ser um diferencial no treino, principalmente naqueles dias em que estamos para baixo e sem vontade de treinar.

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    Porém, ao ajudarmos nossos parceiros de treino, alguns cuidados são necessários a fim de não cometer erros e acabar por arruinar uma série ou um exercícios, ou em casos extremos acabar por auxiliar em um acidente, ao invés de evitá-lo. Infelizmente, muitos desconhecem desses cuidados básicos e, mesmo que bem intencionados, acabam proporcionando ajudas erradas. E é justamente a fim de corrigi-las que falaremos um pouco mais adiante.

    1- Em casos de alguns exercícios específicos de empurrão com halteres, JAMAIS ajude diretamente pelos halteres ou pelos antebraços

    JAMAIS, em hipótese alguma, em tempo algum, ajude pelos halteres ou antebraços alguém que esteja realizando exercícios como supinos, desenvolvimentos para ombro, crucifixos (apesar de não ser, propriamente dito um exercício de empurrão). Esse é um grande erro cometido por muitos parceiros, inclusive, por “profissionais” que estão presentes nas academias de musculação.

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    Ajudar uma pessoa pelos halteres significa auxiliá-la causando impacto diretamente em sua articulação do punho, o que resulta em instabilidade, afinal a mesma já está exercendo trabalho para suportar e equilibrar os halteres, para empurrá-los em auxílio aos cotovelos. O resultado será uma instabilidade ainda maior, fazendo com que muitas vezes sua mão pese sobre os halteres e resulte em uma queda dos mesmos. O pior disso, é que você não terá força para segurá-los nem tampouco para proteger os ombros e cotovelos da pessoa. Além disso, durante a fadiga, as articulações ficam em situação instável, dessa forma, em falhas, podemos nos lesionar facilmente.

    Para auxiliar uma pessoa nesses exercícios, devemos SEMPRE fazê-lo pelos cotovelos dando suporte diretamente na articulação. Além de auxiliar na estabilidade do movimento, conseguimos propor uma segurança maior e, em casos de acidentes, auxiliar na absorção do impacto.

    2- JAMAIS devemos auxiliar diretamente uma pessoa que não esteja chegando na falha máxima

    Apesar de ser muito interessante ter um parceiro de treino, se esse passa a “fazer os exercícios com você”, então você está LITERALMENTE JOGANDO SEU TREINAMENTO NA LATA DO LIXO. Isso quer dizer que se a pessoa não o permite chegar em sua falha máxima, você não está exigindo o máximo de seu músculo, então de que adianta deixá-lo adaptado e ter possibilidades, inclusive, de regressos?

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    É aquele clássico caso do indivíduo que chega na academia em plena segunda-feira nas primeiras horas da noite (entre 19h-20h), se quer faz um devido aquecimento, coloca uma relativa carga na barra do supino reto e logo na primeira série já chama um amigo para ajudá-lo. Realiza 8 repetições, sendo que 4 são ajudadas pelo amigo e as 2 últimas praticamente feitas por ele, como se realizasse uma remada alta! Lastimável! Por um lado, temos alguém que quer mais mostrar exibicionismo do que quaisquer outras coisas, por outro alguém que ajuda inadequadamente e se quer alerta ao colega dos possíveis malefícios.

    Para exigir o máximo de sua musculatura, o parceiro deve ajudar APENAS em casos FORÇADOS, e não no trabalho principal. Por exemplo, se você chegou a sua falha máxima na repetição número 9 da última série, então seu parceiro pode ajudá-lo em mais duas ou três repetições forçadas, lembrando que ele NÃO deverá fazê-las por você, mas auxiliá-lo, procurando, ao menos, que a fase excêntrica fique por sua conta.

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    Apesar disso, não auxiliar um colega quando ele não estiver chegando em sua falha máxima, não quer dizer NÃO DAR O DEVIDO SUPORTE. Por exemplo, é conveniente que você esteja com seu parceiro realizando o agachamento livre (sempre apoiando-o por trás e pelo TRONCO, jamais pela barra) por questões prévias de segurança em acidentes. O mesmo vale ao acompanhar a barra no supino reto, sem imprimir força sobre a mesma. Não confunda excesso de ajuda com negligência à segurança! E, claro… lembre-se de que você necessita DO MÁXIMO da musculatura para que ela possa se desenvolver no seu MÁXIMO potencial.

    3- Cuidado com auxílios em exercícios unilaterais

    Exercícios unilaterais são excelentes. Entretanto, não é de costume que sejam realizados trabalhos com altíssimas cargas. Dessa forma, esses são exercícios os quais frequentemente conseguimos realizar sem auxílio de um parceiro. Entretanto, alguns ainda insistem em utilizar de uma “mão amiga”. O problema que mora nesse caso não é nem a ajuda em si, mas a diferença de ajuda de um lado para o outro.

    Nosso corpo possui certas diferenças de força, coordenação motora, resistência e etc, quando comparado em seus dois lados. Dessa forma, suponhamos que realizemos uma rosca concentrada com o lado esquerdo e cheguemos em falha concêntrica máxima na repetição 10. Fazemos o mesmo do lado direito, porém essa chega a repetição 9, onde entra um parceiro ou você mesmo e auxilia em mais uma repetição.

    Entretanto, imagine se cheguemos a não contar repetições (o que é o ideal) na primeira série, com o lado esquerdo. Qual será nosso parâmetro no lado direito? Qual nossa margem de repetições? Certamente, isso fica muito vago e faz com que o atleta possa executar mais ou menos repetições, principalmente se houver grande diferença entre os lados musculares.

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    Portanto, procure NÃO UTILIZAR de ajuda nesses exercícios e, se caso essa ainda existir, atente-se esse detalhe e imprima a mesma intensidade de auxílio de um lado para o outro.

    Conclusão:

    O auxílio de um parceiro em seus treinos é muito interessante, principalmente com intuitos de segurança e em eventuais acidentes.

    Apesar de frequente nas academias de musculação, grande parte dos praticantes parceiros não conseguem fazê-lo adequadamente, e podem prejudicar ainda mais o treino de seu companheiro. Portanto, atente-se a pequenos detalhes que, quando negligenciados, podem custar MUITO caro.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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