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    Aprenda dicas para superar a estagnação nos ganhos de musculação

    Conheça algumas ideias e métodos para que você possa superar a sua estagnação nos ganhos de musculação e voltar a ter um bom desenvolvimento muscular.

    Nos primeiros meses em que um indivíduo começa a se alimentar de maneira adequada, treinar realmente de maneira intensa e descansar também adequadamente, tudo parece um mar de rosas. Os ganhos começam a surgir de maneira progressiva e significativa, fazendo com que, surpreendidos com “tamanha facilidade”, todos nós nos sintamos capazes de ser o próximo Mr. Olympia. Entretanto, com o passar dos meses começamos a nos dar conta realmente de o quanto isso será difícil e o quanto estamos longe disto, visto que chega um momento de estagnação nos ganhos.

    Dicas para você superar a estagnação nos ganhos da musculação

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    Apesar da experiência adquirida ao decorrer de cada dia, cada treino, cada exercício, cada série e repetição, apesar de todo o conhecimento que passamos a ter, mesmo que relativo, sobre alimentação e também sobre a importância do devido e adequado descanso, nossos ganhos começam a se tornar imperceptíveis, nos causando, por hora um certo grau de desmotivação, o qual nos frustra cada vez mais. Mas se estamos ficando mais experientes, não deveríamos nós obter ainda mais ganhos?

    Seguindo a lógica sim, mas seguindo uma lógica mais adiante, pense que cada momento que você se torna mais experiente, seu corpo também se torna. Assim, driblar as possíveis situações não convenientes à ele, se tornam cada vez mais fáceis e, cada vez mais ele se torna adaptável, fazendo com que um estímulo que funcionava a 3 meses atrás, hoje não funcione mais, ou pelo menos, de maneira tão eficaz quanto antes. E é aí que passamos a nos tornar mais um do “grupo dos estagnados” e a pergunta é: “O que devemos fazer para voltar a obter bons resultados na musculação?“, justamente sobre isso que iremos conversar neste artigo.

    Iniciando as primeiras mudanças

    As primeiras mudanças que devem ser tomadas são aquelas básicas, de modificações de protocolos dietéticos, bem como de treinamentos também, a modificação da periodização do treinamento e a variação do treinamento (ou dos treinamentos) aplicado (s).

    As primeiras propulsões que você deve tomar na dieta são quanto ao aumento ou diminuição energética total, de acordo com o seu objetivo. Essa diminuição ou aumento pode (m) ocorrer de maneira progressiva, cerca de 10% a cada semana ou superior a isso, caso seja necessário. Pessoas com traços metabólicos (principalmente) de ectomorfos podem ter essa necessidade ainda mais aumentada. Por outro lado, pessoas com traços endomorfos, mesmo em caso de necessidade/objetivo de redução de % de gordura corpórea, devem ficar atento à brusca diminuição. Normalmente, elas podem vir associadas (principalmente quando a longo prazo) a decréscimos na velocidade do metabolismo, implicando assim na redução do mesmo e, consequentemente em uma maior dificuldade na redução da gordura corpórea.

    Já no treinamento, as primeiras mudanças são quanto a forma de estímulos. Esqueça um pouco de séries planejadas como “3X12 ou 3X10” ou qualquer coisa do gênero. Passe a pensar em treinos poucos volumosos, com baixas repetições, que favorecerão a recuperação muscular, inclusive. Esses treinamentos estimulam mais a hipertrofia miofibrilar (duradoura) do que a sarcoplasmática. Além disso, desprendem muito menos tempo nas academias, fazendo com que importantes níveis energéticos não sejam desperdiçados e também com que você NÃO entre em overtraining, o que seria ainda mais prejudicial.

    Hoje, sabe-se que VOLUME não é necessariamente INTENSIDADE, algo que já era popularizado há anos por atletas como Mike Mentzer, Dorian Yates e Casey Viator, os quais conseguiram provar que o treinamento é capaz até mesmo de modificar a genética de dado indivíduo.

    Por fim, o tempo em que se descansa também deve ser reavaliado. Quanto mais se passam os dias, meses e anos de treinamento sério, mais não treinável o corpo fica, necessitando assim de estímulos maiores, porém menos frequentes, propondo uma recuperação melhorada e que fisiologicamente, por si só, demora mais tempo também para acontecer POR COMPLETA.

    Técnicas para chocar o corpo

    Como podemos observar nada de tão especial é proposto, sendo o básico a primeira diretriz a ser alterada. E isso, já resolverá muitos problemas de muitas pessoas, mas por tempo provisório. Após essas mudanças, o corpo, obviamente, passará a responder melhor frente a novos estímulos. Entretanto, haverá um momento o qual, da mesma forma que estagnou anteriormente, ele passa a se estagnar, gerando assim mais um contratempo. E então, o que fazer? Modificar novamente a dieta, o treinamento e o descanso? Também, mas se isso não for o suficiente, podemos correr para o lado de algumas técnicas que aqui serão descritas:

    – Choques metabólicos dietéticos: Sim! Falo exatamente de chocar o corpo, propondo diretrizes as quais possam fazer o corpo responder a determinado estímulo o qual quase nunca lhe é frequente e/ou já não é algo visto a um bom tempo.

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    Podemos pensar na inclusão de alguns lanches semanalmente (hamburguers, sanduíches, paninni e outros), na inclusão de sorvetes (sempre utilizando bons produtos que, infelizmente, não são encontrados nos freezers de empresas nacionais brasileiras), a inclusão de dia com baixo carboidrato, seguido de um ou dois dias de alto. Pode-se ainda, alternar entre dias de carboidrato baixo e lipídio alto por dias de lipídio baixo e carboidrato alto, entre outros tantos.

    Jay Cutler comendo hamburguer

    Porém, quando falamos de choques, muitos confundem com o chamado “chutar o balde”, algo totalmente diferente. Portanto, mesmo chocando o corpo, o mínimo de bom senso SEMPRE é necessário!

    – “Férias”: É direito social ao ser humano, o seu lazer. E não é a toa que no decorrer da história o homem tanto batalhou por esses direitos. Implícito ao lazer está a necessidade do descanso, a do desprendimento das atividades gerais. E, se dizemos nós “das atividades gerais”, incluímos nessas, a musculação.

    Muitos bodybuilders preferem treinar constantemente, mas acabam pagando caro por isso e muitas vezes com resultados iguais ou longe de outros bodybuilders. Por outro lado, alguns outros bodybuilders adotam essa importante estratégia que pode e deveria ser utilizada por todos nós. Tirar “férias” até mesmo na musculação pode ser importante pra a musculatura não tão somente descansar, mas para uma plena recuperação de articulações, tendões e outras estruturas que levam mais tempo para isso do que o tecido muscular esquelético.

    Importante ainda, é lembrar que a dieta nesse momento também deve estar “livre” (obviamente, utilizando o bom senso novamente), caso não, estaremos caindo em certo grau de um círculo vicioso.

    Portanto, que tal experimentar uma semana fora da academia, fora de sua rotina e descansar, fazendo o que se gosta?

    Perante a estagnação, métodos “alternativos” valem a pena?

    Os métodos “alternativos” os quais estamos fazendo menção são as substâncias ergogênicas (esteroides anabolizantes) de caráter, principalmente anabólico, mas além dessas ainda estão as de caráter não anabólicas, como o EPO, por exemplo, utilizado para o aumento da oxigenação celular (normalmente muito utilizado em atletas de alto rendimento, como ginastas e bodybuilders). Esses métodos envolvem uma questão de TABU, questões sociais, questões psicológicas, fisiológicas, metabólicas entre outras tantas, sendo assim um assunto complexo a ser trabalhado e principalmente aplicado.

    Hoje, não é mais segredo para ninguém que o esporte profissional está mergulhado em um mar dessas substâncias, mas que em contrapartida, não são elas que regem o esporte, apesar de sua forte influência aos destaques de cada modalidade.

    Opiniões particulares que fiquem à parte e prefiro não expressar a minha, pelo menos não aqui, mas quero brevemente, em poucas palavras, decorrer sobre a balança que se deva fazer frente a escolha de consumo ou não destes métodos.

    Para o atleta profissional, o qual VIVE para o esporte e depende do seu máximo rendimento e performance, o uso de esteroides faz-se presente e pode-se considerar como uma de suas ferramentas (desde que, procurando sempre o mínimo de colaterais possíveis). Analogicamente, como um indivíduo que trabalha em exposição a raios-X frente à até 0,1 rontgen (ou mais) corre riscos de saúde e de vida para exercer sua profissão, o bodybuilder ou outro atleta de qualquer modalidade profissional expõe-se às drogas também para exercer sua profissão, justificando assim esse princípio.

    Agora, imaginemos que um indivíduo admire a sessão de raio-X, seja fascinado pelo tema e passa a se expor, por si só, a raios-X observando os processos, fazendo testes etc. Analogicamente, porém do lado contrário, é o indivíduo que faz uso de substâncias ergogênicas de natureza vinda da farmacologia para atingir um “corpo ideal” e, sem levar em consideração os outros riscos.

    Portanto, é uma decisão de cada qual frente a leitura, consulta à especialistas e certeza do que se quer, a escolha pelo uso ou não de esteroides anabolizantes, levando em consideração os fatores anteriormente citados.

    Será que esteroides anabolizantes valem a pena?

    Conclusão:

    A estagnação de ganhos é algo inevitável em algum processo do desenvolvimento de um corpo objetivado, porém que deve ao máximo ser evitada a fim de sempre termos progressivos ganhos os quais possam nos levar ao êxito.

    A utilização de mudanças básicas, como mudanças nos protocolos de dietas, treinamentos e descanso, já são ideais para que a estagnação deixe de acontecer e o processo de evolução do corpo ocorra. Mas ainda assim se estas mudanças não forem suficientes, algumas técnicas podem ser utilizadas para darmos um choque no corpo, de maneira geral.

    Portanto, alternativas e devidas práticas devem ser conhecidas para quebrar esse platô de maneira eficaz.

    Aliado a tudo que foi falado, deixo aqui a recomendação de um livro digital que vem ajudando a muitas pessoas que buscam o crescimento muscular. O nome do livro é “Como Ganhas Músculos de Verdade” e é uma indicação minha para os meus leitores. Confiram mais detalhes do livro no link: http://goo.gl/MkTT86 e tenho certeza de quem comprar, não irá se arrepender.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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