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    As 5 lições que a gente aprende com os treinamentos de musculação

    Conheça 5 lições que todo praticante de musculação aprende durante seus treinamentos, e com certeza você praticante, vai se identificar

    A vida é uma escola, sem sombra de dúvidas. Nas pequenas atitudes que realizamos em nosso dia-a-dia, construímos um aprendizado nessa grande “escola”. E isso não é diferente com nossos treinamentos que, também podem ser considerados uma escola a qual, dia-a-dia, criamos novos conceitos, estabelecemos novas ideias e conhecemos novas diretrizes.

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    Sendo assim, dificilmente poderíamos dizer que é possível, por mais didática e conhecimento técnico que uma pessoa tenha, dizer que ela conheça realmente a musculação. Para tanto, é necessário a prática do dia-a-dia a qual demonstre coisas as quais, muitas vezes, a teoria por si só não consegue demonstrar.

    Diante disso, passamos a aprender lições as quais nos auxiliam a nos tornarmos ainda mais precisos, seja relacionado ao treinamento em si, aos seus métodos ou a coisas as quais devamos ou não fazer diariamente, fazendo com que todo o conhecimento e aplicação da musculação sejam ainda mais eficientes.

    Hoje, quero compartilhar com você leitor alguns dos itens os quais considero indispensáveis para todos os praticantes de musculação e, mais do que isso, espero que embasado sob eles, você também possa obter benefícios os quais o faça consolidar cada vez mais os seus objetivos.

    1 – Treinar com muito peso o tempo todo não é o melhor caminho para o bodybuilder

    Quando falamos de exercícios resistidos com pesos, muitas pessoas imaginam que, necessariamente seja necessário usar “muito peso”. Porém, é algo bem relativo não só ao indivíduo, mas, ao treinamento e ao método do mesmo. Isso porque, o “muito pesado” em um treinamento de um atleta que seja forte, podem ser cargas muito elevadas, de fato. Mas, o “muito pesado” para esse mesmo atleta em situações de utilização de inúmeras técnicas como a Superslow, pré-exaustão entre outras tantas, pode ser cargas relativamente bem inferiores.

    Treinar com muito peso o tempo todo não é o melhor caminho para o bodybuilder

    Todavia, muitos acreditam que apenas o muito peso possa fazer diferença na vida do bodybuilder, quando não. Músculos são consequência do trabalho com pesos, pois, aumentamos a secção transversa do mesmo. Porém, com isso, aumentamos também o ângulo de penetração do músculo, o que faz com que, funcionalmente, a força não seja tão aumentada. Porém, quando realizamos treinamentos de força, percebemos que nem sempre os músculos são tão bem desenvolvidos quanto em treinamentos com outras técnicas e, limiares de cargas mais baixos, inclusive.

    Devemos entender que os mecanismos de aumento de massa muscular (hipertrofia e hiperplasia) não são totalmente compreendidos, sabe-se que não somente com a carga faz-se possível construir músculos. Outras técnicas, outras formas de treino também são tão ou mais eficazes. São necessárias inúmeras adaptações fisiológicas para que a modificação morfológica possa ocorrer. E isso inclui não só o treinamento, mas, os hábitos de vida também.

    Todavia, atletas que insistem em continuar treinando apenas com limiares de cargas elevadíssimos são os atletas que mais vemos ter lesões ou mais vemos não demonstrar uma longevidade interessante no esporte. Ronnie Coleman, Branch Warren ou ainda, Dorian Yates (muito técnico) são exemplos de que treinar o tempo todo com limiares altíssimos de carga faz com que o indivíduo fique susceptível ao extremo para adquirir lesões com o passar do tempo. Não, jamais quero tirar quaisquer méritos ou não dizer que Dorian e Ronnie, por exemplo, foram campeões inigualáveis. Porém, pagaram um preço caro por isso. Obviamente, existiram atletas do mesmo nível que conseguiram uma longevidade maior. Kevin Levrone é um bom exemplo… Marko Savolainen, outro, apesar de não ter tido lá um dos melhores físicos da época…

    O que importa é que, treinando com um pouco menos de “fúria” e mais técnica e inteligência, se consegue ótimos resultados e, isso para a maioria das pessoas (inclusive atletas) é altamente válido hoje e “amanhã”.

    2 – Siga seu instinto

    Muitas pessoas negligenciam um aspecto fundamental nos treinamentos de musculação: O instinto! A maioria delas faz o que precisa fazer porque tem de fazer… Quer um bom exemplo? Quantas vezes você se sentiu cansado e mesmo assim treinou? Quantas vezes não achava interessante fazer determinado exercício, foi lá e fez, simplesmente porque estava na sua ficha de treinamentos? E, quantas foram as vezes que você achou que deveria fazer uma série a mais, mas, o mito do catabolismo o assombrou?
    É justamente isso que falta em muitas pessoas e, é justamente isso que diferencia campeões de pessoas normais, por mais bons resultados que elas tenham.

    Siga seu instinto

    Uma vez, conversando com o mestre Sardinha, apresentei uma planilha de treinamentos e, ele simplesmente riu. Argumentou que ele não usava aquilo e que o melhor treino era o instintivo. “Chegue na academia para treinar peito, mas, sente ele cansado? Treine dorsais! No treino de dorsais, percebeu que dado exercício pode te dar mais feeling ou trabalhará melhor uma região deficiente? Faça! Mude as sequências sempre! E é isso que vai fazer você ter resultados…” Essas foram mais ou menos suas palavras…

    É claro… Observando atletas como Jay Cutler, Zakk Kahn entre outros, vemos exatamente isso: Eles entram na academia e selecionam por momento o que vão treinar e os exercícios que vão fazer.  Isso proporciona muita diversidade de estímulos ao músculo e, consequentemente, gera resultados satisfatórios no mesmo.

    Além disso, como citado, promova descanso ao seu corpo quando ele pedir! Promova mais treino quando você se sentir capaz. Ouvir seu próprio corpo é essencial, ele não mentirá tão fácil para você.

    Mas então, porque atletas de renome tem  técnicos? Para guiá-los! Mostrar-lhes algo a seguir e não “impor” seguimentos pré-estabelecidos. Essencialmente, o bom técnico é aquele que faz o indivíduo pensar e, acima de tudo, ouvir seu próprio corpo. Afinal, o técnico não está com ele 24h por dia, nem mesmo em todos os seus treinamentos e ainda, não saberá ao certo o que o atleta tem sentido, visto que ele mesmo é sua melhor bússola.

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    Obviamente, se você não tem experiência, essa talvez não seja a melhor dica, mas, certamente, se você já conhece um pouco do esporte e, principalmente, conhece um pouco de si, esse é o melhor caminho.

    3 – Ouça pessoas mais experientes do que você!

    Ouvir os mais velhos é conselho de mãe (talvez porque ela também seja mais velha). Na realidade, nem sempre pessoas mais velhas são bons conselhos e, quando me refiro a “velho”, não é em idade, neste caso, mas sim, em maturidade e, principalmente, experiência no assunto.

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    Pessoas que tem experiência, geralmente dão bons conselhos, seja em qual aspecto for. Se é um idoso mais vivido, pode te ajudar a fazer uma escolha… Se é alguém mais entendido no mercado de trabalho, pode te dar algumas dicas… E, claro, se é alguém que já treina e entende a musculação a mais tempo, por que não ouvi-lo também e ter bons resultados?

    A experiência permite muitas vezes ver coisas que, na teoria, não conseguimos ver, somente na prática. O problema é que, céticos do jeito que somos, muitas vezes não damos valor a essas “dicas” e, mais tarde, vemos o prejuízo disso ou ao menos, o quanto poderíamos ter ganho.

    Lógico, busque sempre opiniões diversas e consolide sua própria opinião, mas, jamais deixe de ouvir alguém mais experiente do que você! Isso é fundamental!

    4 – Imponha sempre respeito em seu lugar de treinamento

    Existem alguns ginásios no mundo, onde é proibido ter muita “relação social” durante o treinamento. Um bom exemplo é a Temple Gym, que infelizmente não existe mais. Outro lugar, é a MetroFlex Gym, especialmente na conhecida MTG de Arlington no Texas.

    Saindo dos treinamentos, você vê amigos, atletas, todos juntos conversando bastante, rindo e trocando mais ideias de como aprimorar seus métodos dentro do fisiculturismo. Algo bem informal! Porém, o treinamento é levado a sério e, falar, é falha grave! (Tanto porque, alguém que está treinando realmente concentrado e com o alto desgaste do treino, não tem condições para ficar perdendo tempo com conversas ou perdendo seu foco máximo!).

    Imponha sempre respeito em seu lugar de treinamento

    É claro que socializar em uma academia, ainda mais nos dias de hoje, é praticamente impossível. E também, nem seria interessante todos te verem como o arrogante, estúpido e mal educado. Entretanto, você deve criar um espaço bastante importante entre a socialização e a falta de respeito e muita intimidade. Muitas vezes, quando passamos a dar liberdade demais (ou mesmo nos colocamos em um patamar de ter liberdade demais), acabamos sendo prejudicados com isso. Interromperão nossos treinos com piadas, nos chamarão no meio de uma série pesada, baterão nas suas costas para de cumprimentar quando você estiver treinando ou mesmo farão uma piadinha para encher seu saco durante a sua última série de agachamento livre.

    Claro, muitas vezes as pessoas não fazem isso por mal, ainda mais se forem colegas seus. Porém, a falta de limites pode exceder isso e prejudicar seus treinos.

    Ainda, muitos se sentirão à vontade para falar de sua vida pessoa, outros para brincar de maneira inconveniente com você e com a sua família entre outros pontos. Portanto, procure entender o ginásio de musculação como sendo essencial, mas, para o convívio em bem-estar, não a falta de educação.

    5 – Tenha sempre sempre um balanço adequado de eletrólitos em seu corpo

    Muitas vezes damos ênfase no consumo adequado de proteínas, carboidratos e lipídios, os famosos macronutrientes. Eles são ESSENCIAIS para a vida e, são a matéria prima para praticamente tudo no corpo. Sem esses nutrientes, seria impossível existir vida, pelo menos não com os mecanismos atuais do corpo humano.

    Entretanto, para que os macronutrientes possam ter efetividade no corpo, faz-se necessário que haja os micronutrientes, ou seja, eletrólitos e vitaminas. Sem esses nutrientes que servem como cofatores para inúmeras reações ou até mesmo participam estruturalmente de algum ponto de constituição celular ou composto do corpo, seria impossível quaisquer efetividades dos macronutrientes.

    Porém, especialmente falando dos eletrólitos, eles podem ser considerados ainda mais fundamentais. Eletrólitos como o sódio, o potássio, o cálcio e o cloreto participam ativamente da NEUROTRANSMISSÃO, o aspecto mais básico para que haja quaisquer reações. Ainda, é através dela e, consequentemente do controle cerebral que as outras reações são possíveis, sejam elas quais forem, inclusive as reações musculares que, claro, envolvem a contração muscular.

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    Eletrólitos JAMAIS podem estar em falta no corpo, pois, isso acarretará a morte muito rapidamente. Talvez seja por isso da ênfase que há no consumo e/ou reposição de eletrólitos para indivíduos que perdem muitos líquidos, inclusive nas atividades físicas.

    Entre outras funções, eles também participam do controle hídrico no corpo, do auxílio na manutenção da osmolaridade sanguínea, no controle da volemia entre outros pontos. É essencial que eles não estejam em excesso, claro, mas, menos ainda em déficit. Por isso, toda atenção para tal consumo é realmente importante e VITAL!

    Não menos importantes, para nós, atletas ou esportistas de modalidades de força, a queda no rendimento sem bons teores, especialmente de sódio e cálcio no corpo são evidentemente claras. Há queda de força, contração muscular, velocidade muscular, resistência entre outros. Além disso, os nutrientes que devem ser distribuídos adequadamente ao corpo bem como também, devidamente absorvidos (como a glicose no intestino, por exemplo) também são afetados, prejudicando os processos como um todo.

    Para fazer um consumo adequado de eletrólitos, não há necessidade, na maioria dos casos de suplementação. Uma boa ingestão alimentar de alimentos saudáveis e com devidos temperos (inclusive o sal) bem como o consumo de molhos sem gordura e com nenhum açúcar (ketchup, mostarda, molhos de pimenta etc) e alimentos naturalmente salgados como os queijos e alimentos em conserva (sem excessos, claro!), já costumam ser suficientes.

    Conclusão:

    Contudo, a musculação é muito interessante por aliar a ciência com a prática. Por esse motivo, muitas vezes, só aprendemos algumas coisas com o dia-a-dia e com a experiência a qual passamos. Hoje ficaram algumas dicas que considero fundamentais para quaisquer níveis de praticantes de musculação e que, sem sombra de dúvidas, sempre terão muito a acrescentar ou evitar danos.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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