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    Comer limpo X IIFYM: o que é mais vantajoso?

    Aprenda o que é mais vantajoso para o praticante de musculação, comer de forma limpa ou utilizar a metodologia do IIFYM.

    Quem nunca te disse que se os alimentos são saudáveis, você pode comê-los à vontade? E, nos últimos anos, quem foi que nunca ouviu que poderia comer qualquer coisa, a cada momento, desde que aquilo não superasse excessivamente as suas necessidades de macronutrientes diária? Pois bem… Estamos falando, respectivamente, do “Eat Clean” (comer limpo) e do “IIFYM”, que são duas teorias que vem bombando e se tornando moda, dentro e fora das academias de musculação.

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    Apesar de distintas, elas tem muito em comum e podem ser estratégias para aderir a hábitos saudáveis, principalmente para quem não necessita e nem quer uma dieta tão restrita como a de pré-competição, no caso de um fisiculturista.

    Então, que tal entendermos um pouco mais disso tudo?

    Eat Clean Vs IIFYM – Uma breve comparação das teorias

    Nos últimos anos, dois aspectos que tem sido muito esclarecidos por praticantes de musculação e pelo marketing exercido por algumas organizações é referente ao chamado “Eat Clean”, também conhecido como “Comer limpo” e a teoria mais recente do IIFYM, que como sigla do inglês representa “If it fits your macros”, ou traduzindo, “Se isso se enquadra em seus macronutrientes”.

    No primeiro caso, referente ao Eat Clean, temos um parecer de indivíduos que procuram comer de maneira limpa, sem utilizar a chamada “Junkie food”, que são as refeições e/ou dias de “lixo”, onde a pessoa se permite comer alguma coisa diferente e que fuja de sua dieta.

    Já no segundo, referente ao IIFYM, temos uma teoria que expressa que todo e qualquer macronutriente, desde que esteja na porção adequada com suas necessidades individuais e objetivos, pode ser ingerido. Logo, se você precisa de 100g de carboidratos em uma refeição, é possível consumí-los tanto com 300g de batata doce quanto com 120g de sorvete, o que para muitos, significa comer o que quer o tempo todo, desde que nas quantidades adequadas.

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    Mas, por que colocar ambas as teorias em comparação? Na realidade, porque ambas são extremamente próximas e, sendo assim, podemos dizer que são praticamente iguais, mas com algumas mudanças as quais cabe-nos entender e nos fará ter uma boa noção do que muitos (para não dizer todos ) os profissionais de bodybuilding fazem.

    Fazer dieta é ser flexível

    Principalmente em offseason, ninguém consegue sempre comer as mesmas coisas, principalmente se isso for por ANOS. Imagine seguir comendo 4X ao dia frango com batata doce “para ter resultados” durante 25 ou 30 anos de carreira? Deixaria qualquer um louco e acarretaria em grandes danos e carências nutricionais, principalmente nos micronutrientes.

    É justamente por isso que a maioria dos profissionais criam métodos de seguir a dieta, sem ficarem restritos. E não estou falando das tais receitinhas fit, que nesse caso não tem boa aplicação.

    Neste caso, o que a maioria faz? Usa uma espécie de IIFYM, porém de maneira diferenciada do que a ideia inicial propõe. Enquanto a teoria prega que tanto faz comer 100g de carboidratos de sorvete ou de arroz, os profissionais entendem o IIFYM como “tanto faz comer 100g de arroz, 100g de batata, 100g de macarrão, e eventualmente 100g de Donut’s”. Perceba que nas três primeiras citações, tratamos de alimentos saudáveis e a última (os Donut’s) foram precedidos por um “eventualmente”, ou seja, essas são as fugidas EVENTUAIS da dieta.

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    Falar de comer alimentos sólidos, complexos, com fibras, vitaminas e minerais, é muito oposto a açúcares simples, por exemplo. A resposta do corpo é outra, a resposta metabólica outra e os resultados são totalmente diferentes. E é justamente isso que poucos não entendem e acham que profissionais comem qualquer coisa a qualquer instante, o que é uma GRANDE irrealidade. Mas essas “escapadinhas” também tem a sua importância, tanto para a mente quanto para o metabolismo, pois quando se mantém uma rigorosidade em boa parte do tempo, a tendência do corpo quando receber excessos é não utilizá-los para que sejam armazenados em gordura corpórea. Por isso a importância em fazer o metabolismo receber alimentos calóricos, mesmo durante a dieta mais rigorosa.

    É importante utilizar estratégias assim, pois ajuda a você fugir da monotonia, torna a dieta versátil, fornece o máximo possível de nutrientes diferentes ao corpo e passa a ter um desempenho e uma saúde (física e metal) melhores.

    O grande erro do IIFYM

    Ao falar do IIFYM, poderíamos dizer que é possível ganhar massa muscular muito facilmente com esses modelos. Sabe-se que a síntese proteica não é muito interferida frente à frequência de consumo proteico, sabe-se que o balanço nitrogenado positivo mais se dá por conta da quantidade e qualidade dos aminoácidos ingeridos ao longo do dia, sabe-se que o corpo fará síntese de glicogênio mesmo comendo uma vez ao dia (se essas quantidades fornecidas forem suficientes para tal, é claro), e também é provado que a tal velha história sobre índice glicêmico e coisas do tipo também não fazem o menor sentido… Entre outros muitos e infinitos pontos. Logo, se o objetivo único fosse o aumento de massa muscular, não teríamos de nos preocupar muito…

    Mas, o corpo não consegue um aumento realmente duradouro e preservando a saúde comendo dessa forma. Para se manter uma boa qualidade de vida é necessário acrescentar micronutrientes em boas quantidades ao corpo, como flavonoides, carotenoides, outros nutrientes antioxidantes, vitaminas, sais minerais e etc. Obviamente, nos fica claro o porque da IIFYM não ser lá uma das melhores indicações. Será que ela pode promover uma quantidade significativa de nutrientes antioxidantes? E mais ainda: Será que ela pode fornecer quantidades de alimentos os quais não potencializem processos inflamatórios? Onde estão os nutrientes os quais podem amenizar uma inflamação (levando em conta que esportistas são muito mais susceptíveis a tal) ou mesmo auxiliar a controlar os níveis ácidos do corpo?

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    Quando paramos para pensar nesses detalhes todos é que nos damos conta de que a nutrição é uma ciência complexa e não tão simples quanto essas pessoas acreditam ser. É evidentemente claro que se estamos apenas nos importando com macronutrientes, a tendência a ter déficits de micronutrientes ou não utilizar todos os potenciais dos mesmos é muito grande.

    Se não fosse assim, bastaria comer arroz e frango a vida inteira e pronto, estaríamos fortes e com a saúde de ponta, mas não é bem assim, não é? Fora que a diversidade de alimentos não está aí por acaso, implicando necessariamente no consumo da maior diversidade possível. E não adianta vir com aquela velha história de que você faz IIFYM, mas suplementa com um polivitamínico ou tampouco acreditar que encapsulados tem uma funcionalidade tão grande quanto os nutrientes de origem natural, pois a biodisponibilidade, o aproveitamento e a metabolização é muito mais vantajosa no caso dos alimentos.

    Portanto, otimizar a alimentação vai muito mais além do que se importar com “quanto você come”, mas, sim, se preocupar com a “qualidade do que você come” e por isso, o Eat Clean é muito mais aplicável do que métodos como o IIFYM, que mais parece ser coisa de gente sem disciplina.

    Conclusão:

    Chegamos ao ponto de que o Eat Clean torna-se muito mais aplicável e eficiente, tanto para a performance, quanto para a saúde. O IIFYM mais parece ser algo para driblar a falta de conhecimento pelos aspectos menores (não menos importantes) da nutrição e para a falta de comprometimento e disciplina, além de organização e força de vontade.

    Portanto, jamais prejudique sua saúde e sua performance. Zele pelo seu maior bem físico que é seu próprio corpo!

    Boa alimentação!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    Um Comentário

    1. Gabriel Matsuoka 10 meses atrás


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