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    Comer muito não é sinônimo de comer com qualidade – Pt1

    Você esta comendo muito ou esta comendo com uma dieta equilibrada? Saiba já o porque de comer muito não significa comer bem! – Pt1

    Então, digamos que você agora deseja ganhar peso e iniciou uma dieta hipercalórica, ou seja, rica em calorias. Logo, você provavelmente tenderá (ou pelo menos deveria) comer mais em questões calóricas do que gasta, almejando assim o seu objetivo.

    Saiba o motivo de se comer e saiba se comer muito significa comer com qualidade…

    [ad#2]Porém, o grande erro da maioria das pessoas é basicamente não comer mais do que se gasta, mas sim, comer MUITO mais do que se gasta, gerando outros problemas decorrentes a isso como o acúmulo de gordura, aumento da retenção hídrica (e consequentemente da PA), aumento de taxas glicêmicas, entre outros.

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    Iniciar um período de offseason ou mesmo de ganho de peso, deve objetivar inicialmente o aumento de peso em massa muscular magra (ok, não estamos levando em consideração graus de desnutrição e % de GC baixíssimo, onde riscos são oferecidos ao indivíduo) e não em outros tecidos esteticamente inconvenientes para um fisiculturista, como o panículo adiposo. E, para alcançar esse objetivo é necessário ingerir mais do que se gasta, a grosso modo. Isso quer dizer que, se em um período de manutenção de peso, você necessita de 3000 Kcal, em um período de offseason, esse aumento pode chegar a 3500 ou 4000 Kcal (valores hipotéticos). Mas tudo isso vai depender do tipo de treinamento, necessidades energéticas pessoais, gasto basal, uso de fármacos e outros fatores inidividualmente biológicos, fisiológicos e, possivelmente, patológicos.

    E é, mais do que óbvio par isso, que você, se deseja aumentar a ingestão calórica, necessita aumentar a ingestão de alimentos, não é mesmo?

    Todavia, o grande erro está em indivíduos que confundem o período de offseason com o período (que não deveria existir) de “chutar o balde e comer tudo como um boi”. Aliás, isso é um grande mito que cerca ectomorfos complexados com a falta de volume corpóreo. Logo, o sujeito deixa de consumir as 4000 Kcal que deveria consumir em offseason e começa a ingerir 5000, 6000 ou 7000 Kcal por dia. E a situação ainda agrava-se mais ainda quando essas calorias não vem de fontes convenientes na dieta, mas sim, de fontes não muito recomendadas como fast food, doces, lanches prontos, comidas congeladas, biscoitos, embutidos e todas aquele tipo de junkie food que deve ser consumido com moderação por qualquer tipo de pessoa.

    Leia a segunda parte deste artigo: Comer muito não é sinônimo de comer com qualidade – Pt2

    Artigo escrito por Marcelo Sendon



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