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    Como melhorar pontos fracos na musculação?

    Aprenda a corrigir e melhorar os pontos fracos do seu treino

    Quem não tem pontos fracos? Quem nunca achou que poderia ter um maior volume muscular nessa ou naquela região do corpo, ou ainda, que poderia ter uma definição muscular a qual fosse mais saliente? Pois bem… Pontos fracos existem e existem para todos!

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    Dorian Yates tinha dorsais os quais jamais foram vistos antes no fisiculturismo. Lee Priest chamava atenção pelo tamanho de seus braços e Kevin Levrone sempre foi um destaque pelos seus deltoides. Ainda, o quarentão Dexter Jackson impressiona com a qualidade e com o formato de seu abdômen, enquanto a definição de Andreas Munzer jamais conseguiu ser atingida… Bem, estamos falando dos destaques mundiais do fisiculturismo e de seus pontos fortes, entretanto, há de se dizer que apesar de terem esses pontos positivos, os mesmos atletas também tinham pontos fracos. Dorian Yates, por exemplo, acabava tendo os braços pequenos perto de seu tronco gigantesco. Lee Priest não era um exemplo nos deltoides, enquanto Kevin Levrone não era o melhor na região Dorsal. Dexter Jackson, por sua vez, não é o melhor atleta em destaque quando o assunto são as panturrilhas e Andreas Munzer não é o exemplo de volume muscular. Sim, esses eram pontos talvez mais fracos desses, que não deixaram ou deixam de ser atletas de altíssimo nível.

     

    De uma forma ou de outra, todos nós temos pontos fracos e se atletas profissionais muitas vezes tem muita dificuldade em corrigir esses pontos, quem dirá nós, meros mortais.

    A correção de pontos fracos requer muito mais do que “simplesmente treinar o que é fraco”, mas ainda, requer dicas e protocolos específicos os quais possam se adequar às suas necessidades individuais.

    Portanto, que tal conhecer algumas formas de otimizar pontos fracos e tornar seu físico ainda melhor?

    Treinar pontos fracos frequentemente pode ser sinônimo de maus resultados

    Tudo na vida segue uma lógica de “quanto mais se faz, mais se consegue”. Porém, nem sempre isso é verdade, e a musculação é um exemplo disso. Sendo assim, nem sempre quando fazemos muito na musculação significa que estamos fazendo o melhor.

    Ao percebermos que temos um ponto fraco, nossa tendência, CLARO, é querer corrigir e/ou melhorar esse ponto. Sendo assim, a dominância por treinamentos específicos para tal (is) região (ões) são frequentes. Porém, nem sempre isso é vantajoso: Na realidade, grande parte das pessoas passam a ter maus resultados justamente por treinar demais um grupamento muscular. Isso porque, o descanso é essencial para o desenvolvimento e para um posterior treino ainda melhor daquela região.

    Muitas mulheres, por exemplo, ao quererem glúteos mais salientes, passam a treina-los 3 ou até 4 vezes na semana, fazendo com que a musculatura não se desenvolva e ainda, ela acabe tendo prejuízos, acabando por entrar em overeaching e, posteriormente em overtraining, caso isso perdure por muito tempo.

    Se o músculo não se recupera adequadamente, certamente em uma próxima sessão de treinamentos, ele não exibirá sua máxima performance e caso isso seja frequente, a tendência de que ele regrida e/ou entre em catabolismo muscular é muito grande.

    Descansar um músculo vai muito mais além do que simplesmente não treiná-lo de maneira direta: Envolve também a sinergia muscular. Isso se deve ao fato de que movimentos ocorrem em cadeias musculares e, portanto, sempre há músculos auxiliares, estabilizadores etc. Não é pelo fato de você dividir seu treino em membros inferiores posteriores e anteriores que você não está recrutando ambos em ambos os treinamentos. Assim, você deve ter cuidado para não acabar trabalhando um mesmo grupamento muscular indiretamente e fazendo com que seu descanso e seus resultados sejam, portanto, prejudicados.

    O treino de pontos fracos nem sempre requer exercícios específicos para aquele grupamento ou região

    Quando pensamos na correção de pontos fracos, muitas vezes queremos usar de exercícios os quais sejam especificamente para aquela região, quando nem sempre é necessário. Por exemplo, supondo que seu ponto fraco seja o peitoral, nem sempre é preciso fazer crucifixos e exercícios “isolados” para a região. Às vezes, com o uso de boas séries no tradicional supino e suas variações, já são suficientes. Supondo que seu ponto fraco sejam os glúteos, muitas vezes no próprio treinamento de dorsais, com levantamentos terra bem executados e pesados, você consiga desenvolver seu alvo adequadamente.

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    Exercícios compostos e multiarticulados são sempre interessantes para um bom desenvolvimento da musculatura e optar por eles em primeira instância é  quase sempre o certo e mais sensato a ser feito.

    Treinos básicos são melhores do que treinamentos específicos

    Cada vez mais vemos as academias e seus devidos “profissionais” desacreditando em treinamentos básicos e em sua eficácia. Porém, é através dos treinamentos básicos que conseguimos desenvolver propriedades grandes e gerais no corpo. Se você não tem um básico muito bem consolidado e não explorou ao máximo do seu potencial com exercícios fundamentais, pouco ou nada adiantará usar exercícios mais específicos e/ou segmentar demais seus treinamentos de musculação.

    Vemos cada vez mais uma tendência muito grande para “especificar o treinamento” quando, na realidade, nem mesmo o básico ainda foi consolidado.

    Portanto, execute primeiro o básico de maneira muito bem feita. Levantamentos Terra, Supinos e suas devidas variações, Agachamento livre, barras fixas, leg press, remadas, desenvolvimentos entre outros movimentos fundamentais na musculação devem ser a prioridade em seus treinamentos, inclusive, se você estiver em nível avançado. Esses deveriam ser exercícios os quais nunca deveriam sair de moda e sempre deveriam ser utilizados por todo aquele que deseja um bom desenvolvimento na musculação.

    Variações nos modos de treinamentos

    O músculo e na realidade o corpo humano inteiro, tem uma capacidade de adaptação extremamente grande. Se você ficar sem comer por dois dias, no terceiro, provavelmente seu nível de fome já não será tão grande, pois, o corpo começará a se adaptar aquela situação. Se você, por acaso, começar a fazer exercícios, em uma ou duas semanas já não sentirá tanto no dia seguinte o quanto o treinamento causou no seu corpo, e assim por diante.

    Então, se você treina sempre da mesma forma, provavelmente seu músculo irá se adaptar a esses estímulos e você não conseguirá se desenvolver adequadamente.

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     Variar seus treinamentos significa trocar o número séries, de repetições, variar o número de exercícios e também a quantidade deles, além de variar a margem de carga a ser usada, a frequência do treinamento, a divisão, as angulações dos exercícios utilizados e suas devidas variações entre outros.

    Supondo que você queira melhorar sua região posterior dos membros inferiores, você pode, por exemplo, combinar treinamentos de alta intensidade e poucas repetições, pode alternar com treinamentos mais volumosos e com menos carga. Pode usar divisões as quais contemplem apenas a região posterior das coxas, pode treiná-las com a região dorsal do tronco, pode treinar no dia de pernas completas entre outras possíveis variações. Mas, claro, isso vale para todos os outros grupamentos, desde que haja uma sinergia conveniente e, principalmente, que o treinamento contemple suas necessidades individuais.

    Sã muitas as formas as quais você pode variar seus treinos e infinitas as possibilidades para que você não caia em processo de adaptação. Faça seu corpo aprender a ter de lidar com novos estímulos para que ele possa apresentar resultados realmente significativos.

    Nada de acelerar o tempo

    “Apressado come cru e quente.” É certo que você já deve ter ouvido alguém mais velho falando isso, especialmente quando você era mais novo e queria algo em velocidade momentânea e imediata.

    Corrigir erros requer trabalho e trabalho duro. Não é incomum vermos pessoas as quais querem a todo custo acelerar seu processo de desenvolvimento, quando, na realidade, o que precisam mesmo é de um pouco mais de paciência. Elas acabam muitas vezes optando por métodos aos quais podem parecer mais rápidos, mas, infelizmente não tem uma probabilidade de sucesso (especialmente o sucesso duradouro) grande.

    Há coisas na vida em que somente o tempo pode fornecer e os resultados na musculação (ainda mais se tratando de pontos fracos) é um deles. As sínteses, as adaptações, os processos fisio metabólicos entre outros somente ocorrem com o tempo. Você pode usar substâncias diversas, pode treinar intensamente (e deve), pode comer convenientemente (também deve), mas, se não conseguir ter paciência e esperar, nada disso adiantará e, inclusive, a incessante busca exorbitante poderá ser uma interferência negativa em seus resultados.

    Conclusão:

    Corrigir pontos fracos requer muito mais do que simplesmente treinar esses pontos. Envolve algumas estratégias as quais possam contribuir significativamente para um desenvolvimento adequado.

    Portanto, conhecendo essas dicas e esses pequenos “pulos do gato”, suas chances de ter resultados e principalmente, resultados esses os quais sejam duradouros serão muito maiores.

    Bons treinos!



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