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    Conheça 5 mentiras sobre o uso de ergogênicos hormonais

    Conheça 5 mentiras que são contadas sobre o uso de ergogênicos hormonais e fique atento para não cair em uma furada!

    Ergogênicos hormonais são substância já utilizadas pelos mais diferentes atletas de diferentes modalidades, sexos, idades, tempos de esporte e objetivos. Sendo, muitos deles considerados proibidos pela maioria das federações, é indiscutível sua presença mesmo nestas, uma vez, que proporcionam resultados e desenvolvimentos diversos muito superiores aos que se conseguiria de maneira natural. Isso, entretanto, não quer dizer (e está bem longe disso) que seja impossível conseguir bons resultados sem o uso deles e tampouco que eles, de fato, possuam alguma evidência de que DEVAM ser utilizados, sendo, portanto, uma opção pessoal de cada um.

    Conheça 5 mentiras sobre o uso de ergogênicos hormonais

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    Particularmente, considero esse tipo de substância designada em casos específicos: Doenças, disfunções e, para atletas a nível competitivo PROFISSIONAL, ou seja, que dedicam sua vida para aquele determinado esporte. E, mesmo nesses casos citados, o acompanhamento profissional é EXTREMAMENTE NECESSÁRIO.

    Apesar dos malefícios que já estamos carecas de saber a respeito de saber de substâncias dessa natureza, muitas mentiras e mitos ainda existem em torno destes, tornando o assunto bastante místico e, com diversas opiniões, muitas delas, de fato corretas, porém outras, totalmente errôneas. Hoje, conheceremos 5 mentiras que são ditas ou acreditadas a respeito dos ergogênicos hormonais.

    1 – Ergogênicos hormonais são sempre esteroides anabolizantes

    Algo que é erroneamente acreditado é que esteroides são sempre substâncias de caráter hormonal derivados de esteroides. É verdade que, a maioria, de fato seja derivado da testosterona e de análogos. Porém, não são todas as substâncias hormonais e ergogênicas que são dessa natureza.

    Uma substância derivada de um esteroide ou, um esteroide, propriamente dito, trata-se de algo derivado do colesterol, logo, de origem lipídica. Porém, existem outras inúmeras substâncias que são hormônios, são ergogênicos e não são esteroides, propriamente ditos. Entre elas, podemos citar o GH, de origem peptídica, a insulina, da mesma origem, os IGFs, o EPO, para aumentar o número de glóbulos vermelhos no sangue, entre outros.

    Mas, o que isso é relevante? Isso é relevante, pois, primeiramente, devemos saber qual é a natureza do que estamos utilizando, para nos prevenirmos da maneira correta e, principalmente estar ciente de seus reais malefícios e possíveis comprometimentos.

    Então, por exemplo, um ciclo de GH, com insulina o qual, um individuo acredita poder ter algum tipo de problema com a liberação de LH e, passa a consumir HCG, pode ser considerado um ciclo com entendimento e proteções TOTALMENTE INCORRETAS. Por isso, atente-se sempre a isso e jamais desconsidere a orientação profissional.

    2 – Utilizar poucos ergogênicos hormonais faz menos mal do que utilizar muitos

    Um outro mito que, prejudica, não só a saúde, mas os ganhos também é acreditar que ergogênicos em pequena quantidade, fazem menos mal do que em grandes quantidades.

    Isso é errôneo, pois, em primeiro caso, não há, se quer uma evidência sobre uma dose segura de X ou Y substância que não possa se estudada. Logo, quaisquer níveis baixíssimos com quaisquer doses de hormônios sintéticos exógenos pode fazer tão mal quanto altas quantidades.

    Em segunda instância, isso costuma prejudicar os ganhos também. Costumo dizer que: “Se você vai prejudicar a saúde com essas substâncias, então, no mínimo, faça valer a pena.” Assim, ingerir poucos esteroides, prejudicará a saúde e não incrementará bons benefícios, não valendo nada a pena o malefício anteriormente citado. “Se faça, faça direito!”

    3 – Ginecomastia é sempre causada por aromatização de esteroides anabolizantes

    A ginecomastia é, a grosso modo, o desenvolvimento dos tecidos mamários, ou de glândulas da região ou de tumores em pessoas do sexo masculino.

    Verdade que, a aromatização é um dos fatores que causa ou, pelo menos, pode contribuir para o desenvolvimento destes. Normalmente, essa conversão ocorre quando os níveis de hormônios primordialmente masculinos, como a testosterona e alguns de seus derivados, estão presentes em excesso no organismo. A aromatização, na verdade, é quimicamente descrita quando pares de elétrons isolados demonstram-se dentro de uma estabilização apenas por conjugação. Isso forma um composto, geometricamente, espelhado da substância.

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    Apesar deste fato, não podemos considerar unicamente esse fator como relevante o desenvolvimento de ginecomastia à aromatização (pela enzima aromatase) como sendo resultado somente dessa conversão pelo uso de esteroides anabolizantes. Isso porque, ela pode ocorrer também por outros fatores, como o aumento de prolactina. Um desses casos é, por exemplo, a trembolona que é um esteroide extremamente potente e, bem mais potente do que a testosterona e, não aromatiza. Entretanto, o aumento de prolactina em seu uso pode ocorrer, pois, estamos falando de uma substância 19-nor. Além disso, a trembolona pode afetar a tireóide, causando adiante, um hipotireoidismo, o que pode levar ao aumento de prolactina também. A mesma também pode vir a ocorrer em pessoas que JAMAIS fizeram o uso de quaisquer substâncias de natureza esteroideal exógena etc.

    Portanto, antes de sair tomando quaisquer “preventores/proteções” você deve saber como e do que se proteger.

    Em tempo, isso não justifica nosso tópico anterior, o qual diz que, devemos conhecer a natureza e os efeitos do que ingerimos?

    4 – Ergogênicos hormonais só são seguros para indivíduos maiores de 21 anos

    É típico do brasileiro não consultar-se em médicos. Quem, infelizmente, não possui convênio, além de já contar com um péssimo e pífio atendimento no sistema público, ainda corre o risco de ser mal atendido no sentido de “sair pior do que entrou”, ou seja, corre o risco dos inúmeros erros que vem sendo cada vez mais evidentes e presentes nessa área. Então, se já há o quesito de não ir ao médico por cultura, esse é um segundo fator que só contribui.

    Se tratando especificamente do uso de sustâncias ergogênicas hormonais, ainda contamos com a ética médica e, claro, com a falta de estudos, o que torna, praticamente inviável um atendimento e, tampouco bom acompanhamento nessa área, sendo EXTREMAMENTE LIMITADOS e relativamente caros os médicos que este fazem. Assim, o uso de esteroides sem o devido acompanhamento só agrava mais e mais o quadro geral.

    Quem foi que criou essa pífia e tosca teoria? NÃO existem quaisquer pesquisas ou evidências que exista uma idade mais ou menos prejudicial para o uso de ergogênicos hormonais, seja relacionando-os com eixos hormonais e/ou com o desenvolvimento de quaisquer outras patogenias. Além da carência por evidências devido à carência por estudos também, é totalmente errôneo acreditar que a meia idade seja a fase menos prejudicial para seu uso, levando em consideração todos os seus aspectos.

    A fase púbere, assim como a de meia idade e idade avançada, apresentar riscos (talvez não os mesmos em todos os aspectos, claro) que devem ser considerados individualmente, não importando a idade.

    Existem indivíduos das mais novas idades que fizeram e fazem uso dessas substâncias e, se quer tem um colateral. Já outros, passam a desenvolver seríssimos problemas. E isso, vale para todas as idades, em todos os sexos, com as diferentes drogas em quaisquer dosagens. Não se iluda com histórias de que será, se quer seguro, a utilização dessas porcarias denominadas pro-hormônios, por exemplo.

    Se não visa competições profissionais, mantenha-se o mais longe possível dessas substâncias. Esse sim é o melhor jeito de evitar possíveis colaterais sérios ou não.

    5 – Apenas esteroides designados para humanos não são perigosos

    Falso e, totalmente falso! Em primeiro lugar, muitos laboratórios animais hoje, no mundo, possuem tecnologia tão ou maior do que as de medicamentos para humanos. Desta forma, isso já justificaria que essa afirmação é falsa. Entretanto, podemos ir além, na medida em que, não podemos ser hipócritas ao ponto de acreditar que quaisquer remédios (e sim, essas substâncias são remédios) não apresentem efeitos colaterais e, tampouco que não apresentam os devidos riscos (riscos esses, muitas vezes, extremamente severos). Assim, não achem que, pelo simples fato de estarem ou não fazendo o uso de uma substância animal, ou uma substância para humanos, estão apresentando mais ou menos danos ao organismo (visto que, mesmo no caso de substâncias para humanos, a dosagem será muito superior, sendo muitas vezes equiparadas as animais.).

    Se á algo seguro a se fazer é não usar essas substâncias, humanas ou não, mas, caso isso seja realmente IMPOSSÍVEL, o acompanhamento MÉDICO é mais do que ESSENCIAL!

    Conclusão:

    O uso de esteroides anabolizantes e substâncias ergogênicas hormonais, tem sido cada vez mais evidenciados no cenário esportivo profissional. Entretanto, sua enorme difusão ao público em geral, tem sido cada vez mais e mais evidentes. Essa difusão e essa popularização, além dos aspectos relacionados ao tráfico, a falsificação de substâncias, a subdosagem de outras e até mesmo a indeterminação do que se está colocando dentro do corpo, são alguns dos fatores que podem ser cada vez mais preocupantes.

    Entretanto, esse não é o único fator que tanto nos incomoda, mas, um próximo fator são os inúmeros mitos e mentiras criados dentro de ginásios em “rodas de amigos” muitas vezes presenciados por questões empíricas (próprias ou não) as quais só agravam todos os fatores anteriores, criando uma falsa ilusão em muitos de seus usuários.

    Portanto, faz-se necessário manter-se o mais longe possível dessas substâncias. Lembre-se que NADA supera o treinamento sério aliado a uma alimentação e, claro, um descanso adequado e individualizado.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon



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