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    Conheça melhor os suplementos hiperprotéicos

    Entenda melhor o que são os hiperprotéicos e saiba tudo o que você precisa antes de partir para esta classe de suplemento.


    Hiperprotéicos são suplementos alimentares que, como o próprio nome já descreve, possuem grandes quantidades de proteínas ou, segundo a ANVISA, que possui em sua concentração que atenda no mínimo 20% das recomendações diárias de um adulto, sendo essas proteínas em forma intacta ou hidrolisadas de diferentes formas, o que resulta também em suplementos diferentes.

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    Talvez hoje, os suplementos que recebem maior valorização e, por hora também são mais conhecidos pela população em geral são justamente os hiperprotéicos, em suas diferentes formas. Entretanto, apesar da enorme divulgação desses, ainda há muitas pessoas que os usam de maneira TOTALMENTE inadequada, deixando-o ineficaz ou não obtendo o máximo de resultados em seu dinheiro aplicado (o que normalmente também não é pouco!). Mas, será que você conhece cada uma delas e, sabe usá-la da forma adequada, incluindo o horário e momento de uso, as possíveis combinações ou não e, claro, levando em conta também os valores biológicos e biodisponibilidade da mesma? É justamente isso que aprenderemos um pouco mais hoje em nossa discussão.

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    Quem pode utilizar os hiperprotéicos?

    Dentro de uma generalização um tanto quanto burra, não podemos dizer de quaisquer pessoas possam ou devam utilizar hiperptotéicos. Isso porque, esses suplementos podem ou não ser adequados para aquele determinado indivíduo.

    Em primeiro lugar, há necessidade de saber se o indivíduo pode receber tais quantidades de proteínas em sua dieta sem causar-lhe prejuízos. Isso porque, existem pessoas que por patogenias, devem ter o consumo protéico bastante estreito, tornando esse tipo de suplemento como algo inviável e desnecessário. Em segunda instância, devemos saber se a pessoa não possui alguma restrição a determinado (s) aminoácidos (s) presente (s) na fórmula de determinado produto. Em terceiro, mas não menos importante, temos de avaliar se a pessoa realmente necessita desse aporte protéico que não é suprido na dieta. Caso tudo se encaixe nos conformes, hiperprotéicos não são suplementos com grandes dificuldades de consumo, compra e, claro, protocolos complexos de uso, tornando-os bastante práticos e viáveis.

    Os suplementos protéicos abrangem o uso desde pessoas que possuem alguma doença e necessitam de aporte protéico extra até atletas de ponta que necessitam de um consumo totalmente inviável via apenas dieta.

    Os hiperprotéicos apresentam riscos?

    A grosso modo, não, desde que a pessoa esteja em suas condições saudáveis. Antigamente, imaginava-se que o consumo de altos níveis de proteína, seja por meio dietético ou de suplementos poderia de alguma forma prejudicar alguns órgãos. Hoje, é sabido que isso não passa de “balela”, desde que esse indivíduo não exagere nos níveis que ele precisa (mesmo sendo altos). Aliás, hoje sabe-se da importância que há da proteína na dieta e dos malefícios que outros macronutrientes tem trazido pouco-a-pouco para a humanidade, como os carboidratos simples presentes em açúcares e outros. E, se bem lembrarmos, carboidratos sempre foram a base da dieta de muitas populações, inclusive a do Brasil.

    Além disso, pelo cotidiano agitado que se leva nos dias de hoje, fazer uma boa refeição a cada 3h é inviável para muitos e é aí que o suplemento protéico também pode ajudar.

    Quais são os principais hiperprotéicos?

    São muitos os tipos de hiperprotéicos mas, ainda maiores suas marcas. Hoje, o mercado relacionado ao bem-estar tem investido pesado na indústria de suplementos alimentares e, isso tem sido ótimo, vistos os progressos cada vez maiores. Assim, vamos conhecer os principais tipos de hiperprotéicos disponíveis hoje no mercado.

    Whey Protein: Talvez o mais conhecido, o whey protein é resultado de filtragens de altíssima tecnologia e precisão feita a partir da extração do soro do leite. O Whey Protein é um suplemento que, normalmente está parcialmente ou totalmente hidrolisado. Essa hidrólise, basicamente significa pegar proteínas inteiras de “quebrá-las” deixando-as mais facilmente digeríveis. E é por isso, que, recomenda-se o uso do WP imediatamente após o treino de musculação, para que possa haver o quanto antes um reparo nas miofibrilas musculares.

    Por causa de sua rápida absorção o whey protein nas primeiras horas do dia fornece grandes quantidades de aminoácidos a corrente sanguínea, porém essa grande quantidade será substituída por uma queda brusca neste perfil, sendo então necessário, ou que se mescle, por exemplo, a caseína com o WP ou que se fala mais uma loja, propriamente dito.

    A caseína: Sendo uma das proteínas (também presente no leite) que mais sinto falta por um bom peço no Brasil, a caseína é um dos suplementos protéicos de mais lenta digestibilidade, devido a sua precipitação no estômago, pelo pH ácido e também, devido as suas características moleculares.

    A caseína quando ingerida, forma uma espécie de gel no estômago, fazendo com que seja ideal para ser consumida, por exemplo, antes de dormir.

    Apesar dessa lenta digestão, também por suas características moleculares, a caseína tem demonstrado ÓTIMOS resultados quando usada com whey protein isolado no pós-treino imediato, garantindo um perfil anabólico ao corpo por mais tempo e garantindo que possamos também não utilizar suplementos a base de carboidratos nesse momento, o que também sempre foi considerado como “errado”.

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    Proteína do leite: A proteína do leite é, basicamente a proteína já presente no leite em sua forma, como está (cerca de 20% soro e grande parte em caseína, mas também em outros tipos, em menores proporções) sem grandes hidrólises, fazendo com que sua digestão seja lenta e ideal para ser consumida quando há períodos maiores sem se alimentar, como o noturno.

    Apesar de seus inúmeros benefícios, a proteína do leite requer cuidados, pois, não é uma proteína purificada como a do Whey Protein isolado, por exemplo, fazendo com que a mesma não seja conveniente para alguns grupos de pessoas.

    Proteína da clara do ovo: A proteína da clara do ovo, ou simplesmente, a albumina, como é mais bem conhecida, é uma proteína de altíssimo valor biológico.

    A proteína da clara do ovo, possui altíssima biodisponibilidade e também rica em aminoácidos essenciais, importantes componentes da dieta. Apesar de representar inúmeros benefícios, a albumina possui alguns contratempos, entre o mais comum deles a presença de altos teores de sódio. Para aqueles que possuem uma ingestão controlada e equilibrada de sódio, isso não significa problemas. Mas, caso você não esteja nesse grupo, é sempre interessante ficar atento a esse fator. Um segundo problema bastante relatado é referente aos gases e ao desconforto gastrointestinal (causando em casos sérios, algumas dores abdominais e cólicas) e os gases proveniente do alto consumo da mesma. Para novos usuários, o ideal é começar utilizando-a pouco a pouco e entendendo a tolerância de seu corpo sob ela. Já para usuários mais antigos, uma solução é adicionar canela em seu consumo a fim de minimizar esses gases ou, pelo menos o desagradável odor.

    Proteína da soja: Em suas diferentes formas, podendo ser isolada (melhor forma), texturizada, concentrada, entre outras, a proteína de soja é defendida e amada por alguns e, odiada e criticada largamente por outras.

    É fato que a soja possui sim alguns benefícios extras, como, por exemplo, a ajuda no controle dos níveis de LDL e em casos de hipercolesterolêmia. Entretanto, ao que se mais observa, a soja tem apresentado mais malefícios do que os benefícios. Em primeiro lugar, estamos falando de uma proteína de baixo valor biológico, baixo aproveitamento (biodisponibilidade) e baixo valor nutritivo. Em segundo, estamos falando de um alimento que possui isoflavonas, que tem sido associadas com hormônios femininos. Em crianças, isso pode causar menarca precoce e, em homens, problemas tais quais a ginecomastia, queda hormonal andrógena etc.

    Mas, o que mais me incomoda realmente na soja é a descalcificação que estudos tem mostrado perante ao seu consumo. E, se bem observarmos, quem é o público que, primariamente consome soja? As mulheres, mais propensas a problemas como a osteoporose.

    Portanto, essa pode não ser uma opção muito interessante.

    Blends protéicos: Os blends protéicos são combinações de inúmeros tipos de proteínas, podendo ser de baixo e alto valor biológico, lenta e rápida digestão, em diversas formas de filtragem e combinações também. Amplamente difundidos nos últimos tempos, esses suplementos blends protéicos tem sido utilizados de maneira muitas vezes incorreta. Aliás, devo dizer que considero a maioria dos blends algo um tanto quando desnecessário. Muito mais eficaz, seríamos fazer nosso próprio blend combinando as proteínas que nos convém para cada momento e, assim, especificando mais ainda o produto de acordo com nossas necessidades individuais.

    Por exemplo, poderíamos fazer nosso próprio Blend protéico time release com caseína, albumina. Ou ainda, combinar o whey protein isolado com a caseína para o pós-treino imediato, que tem apresentado resultados melhores do que apenas o consumo de WPI.

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    Quando os hiperprotéicos devem ser evitados?

    Os hiperpotéicos são, em primeiro lugar para suprir algum tipo de necessidade que a dieta NÃO consegue suprir. O que ocorre é que, muitos deixam de ter essa dieta e passam a consumir apenas hiperprotéicos. A dieta deve ser não só fundamental, mas uma OBRIGAÇÃO de existência antes, se quer, da hipótese do uso de suplementos hiperprotéicos. Além disso, normalmente indivíduos acreditam que, pelo simples fato de estarem treinando, necessitam de quantidades absurdas de proteínas, consumindo altos teores pela “dieta” e adicionando os hiperprotéicos. O resultado, a longo prazo, pode ser algum tipo de sobre carga em órgãos metabolizadores como fígado e rins, a curto prazo o acúmulo de gordura corpórea e a médio prazo ainda, uma possível inibição à síntese protéica. Sim, você leu corretamente: O consumo de proteínas de maneira inadequada pode inibir a própria síntese protéica endógena, alem de causas colaterais em alguns outros órgão, como rins e o figado.

    Os hiperprotéicos ainda, devem ser totalmente evitados em algumas patogenias, a recomendação média e/ou nutricional. E, claro, muitos ainda insistem em negligenciar essas recomendações acreditando não obter tantos ganhos quanto alguém que faz uso dos mesmos. Não caia nessa! Você conseguirá SIM (além de que é totalmente possível) obter excelentes resultados com dedicação, trabalhos e protocolos corretos.

    Conclusão:

    Os hiperprotéicos constituem uma classe de suplementos alimentares a qual é, talvez, a mais conhecida e consumida entre praticantes de atividades físicas, atletas profissionais e até mesmo pessoas desentendidas no assunto, mas, que já ouviram falar sobre. Isso porque, hoje podemos considerar essa classe como sendo uma das mais eficazes, apesar da “simplicidade”, existentes no mercado.

    Entretanto, não só cuidados devem ser tomados, mas, principalmente, devem ser avaliadas as condições individuais de cada pessoa que pretende ou faz uso destes e, preferencialmente por um profissional de nutrição qualificado, salvo sob recomendações médicas de restrição ou necessidade de adição.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    14 Comentários

    1. Marah Santos 2 anos atrás
    2. julio 3 anos atrás
    3. eudhes 3 anos atrás
    4. Weznen Colyn 4 anos atrás
    5. Rufus O Lenhador 4 anos atrás
    6. Culturista 4 anos atrás
    7. Rufus O Lenhador 4 anos atrás
    8. Wanderley 4 anos atrás
    9. Akta luana 4 anos atrás
    10. José Eduardo Ferreira lemes 4 anos atrás
    11. rogelio raimundo dosouto 4 anos atrás
    12. Edinilson 4 anos atrás
    13. flavio 5 anos atrás
    14. gustavo.ko 6 anos atrás


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