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    Conheça 10 mitos e verdades sobre a intolerância à lactose

    Conheça algumas verdades e mentiras que cercam o universo de quem é intolerante a lactose e aprenda o que realmente é válido sobre esta doença.

    A intolerância à lactose é uma patogenia genética ou desenvolvida com o passar dos anos. De acordo com algumas fontes relacionadas à evolução, a intolerância à lactose se dá devido a não necessidade do corpo humano consumir leites e derivados após a fase de amamentação, sendo este um gasto de produção desnecessário ao corpo (de compostos os quais possam processar e digerir a lactose). Entretanto, essa afirmativa é questionada visto que muitos ainda possuem tão boa capacidade para digerir a lactose com o passar dos anos.

    Entre as principais causas dessa patogenia, podemos apresentar a hipolactasia primária, secundária ou congênita, sendo que na primária é a redução geneticamente irreversível. O declínio ainda pode ser em indivíduos homozigotos para o alelo recessivo da doença. A hipolactasia secundária, e reversível, é ocasionada por doenças que causam dano à mucosa intestinal como: giardíase, esquistossomose, doenças inflamatórias intestinais, doença de Crohn, retocolite e enterites infecciosas. No caso ainda da intolerância congênita a herança autossômica recessiva cujo o homem e a mulher possuem esse gene e, portanto, o filho corre o risco de ter duas cópias desses genes.

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    Independentemente disso, cada vez mais pessoas com intolerância a lactose sofrem com a falta de informação disponível no Brasil, o que as faz entrar em restrições desnecessárias causando prejuízos na ordem relacionada à saúde e também aos prazeres da alimentação, pois convenhamos que muitas preparações que levam leite (queijos, bolos, tortas, algumas massas, molhos etc) são extremamente saborosas. Além disso, a socialização do indivíduo fica dificultada, pois ele passa a ter de se importar grandemente com o que está comendo, aonde está comendo, se houve algum tipo de contaminação (seja até mesmo por utensílios mal higienizados) no alimento, entre outros.

    Portanto, neste artigo, traremos alguns mitos e verdades respondidas sobre esta doença, a fim de estabelecer melhores parâmetros para lidar com esse mal e estar mais próximo de uma alimentação saudável e prazerosa.

    1- Quem é intolerante à lactose, costuma apresentar sintomas como vermelhidão na pele, ulcerações e até mesmo crises de asma e choques anafiláticos?

    MITO! Não, esses são geralmente sintomas de pessoas as quais são alérgicas à caseína, ou seja, possuem reações imunológicas (e não por falta de enzima) à parte PROTEICA e não glicídica dos leites e derivados. Essa, na realidade é uma patogenia muito mais séria a qual pode matar e, deve ser identificada o mais cedo possível, ainda na fase neonata.

    Os sintomas mais frequentes à intolerância à lactose são desconfortos gastrointestinais, gases, diarreias, inapetência, náuseas e vômitos.

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    Em alguns casos a galactosemia também é uma doença confundida entre as duas anteriores. Porém, neste caso, temos uma doença de ordem hereditária que torna o indivíduo incapaz de digerir a galactose, presente NÃO SÓ EM ALIMENTOS LACTEOS (apesar deles serem a principal fonte da mesma), mas também, em alimentos como a banana e o tomate. A galactose é um monossacarídeo resultante da hidrólise da lactose, ou seja, de uma molécula de glicose com uma de lactose pela enzima GALT. Existem vários tipos de galactosemia as quais não nos convém conversar neste momento, mas, entre os principais sintomas resultantes de sua manifestação estão a convulsão, a letargia, a irritabilidade, a hipoglicemia, a hepatomegalia e a aminoacidúria. A galactosemia torna a alimentação extremamente restrita e deve ser diagnosticada nos primeiros dias de vida.

    Portanto, preste sempre atenção em seus sintomas e, principalmente, busque SEMPRE auxílio médico e nutricional.

    2- A intolerância à lactose tem cura ou mesmo tratamento paliativo?

    VERDADE! Apesar de não haver uma “volta a produção” em um indivíduo sem produção completa (pelo menos atualmente), indivíduos com baixa intolerância a lactose ou mesmo que possuem um grau de tolerância considerável, podem voltar a produzir a lactase nos enterócitos quando são estimulados com pequenas estratégias médicas e nutricionais. Entretanto, faz-se extremamente necessário avaliar cada caso individualmente e tratar (ou pelo menos tentar tratar) o quanto antes esse problema. Porém, essas estratégias jamais devem ser feitas sem o suporte profissional.

    3- A enzima lactase funciona para todos os intolerantes à lactose?

    MITO! A enzima lactase, ingerida de forma exógena, ou seja, através de suplementos e/ou medicamentos possui grande efetividade em muitos os indivíduos, porém, não em todos.

    A depender do grau de intolerância à lactose o qual a pessoa se encontra, ela pode ser boas ou más respostas frente ao uso da lactase e, principalmente, frente as dosagens de consumo da enzima.

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    Além disso, devemos avaliar o teor lácteo que a pessoa está ingerindo, seja com ou sem a lactase, para manipular as quantidades necessárias. Analogicamente, é como um diabético que vai a uma festa e, por conseguinte, necessita de dosagens próximas ao que irá consumir (que é diferente do que consome diariamente) no que se diz respeito aos glicídios. Porém, não há como precisar exatamente, portanto, o autoconhecimento também deve ser muito considerado neste ponto.

    Deve ser salientado também que,  o uso constante da lactase pode ter seu efeito bastante diminuto, sendo portanto então, o consumo indicado para casos esporádicos. Também, o preço o qual a lactase hoje é vendida no Brasil não dá aporte para a maioria dos brasileiros adquirir, portanto, pense bem nos custos e benefícios e, claro, somente uso sob supervisão médica e nutricional.

    4- Todo queijo contém lactose?

    MITO! Uma das preparações as quais a pessoa que se torna intolerante à lactose mais sente falta quando observa seus problemas são os queijos. Obviamente, por terem um ótimo e alto teor de gordura, associados a agentes como o triptofano que auxilia na produção de neurotransmissores relacionados com o humor, esses são alimentos muito desejados. Além disso, eles levam muitas preparações, a incluir pizzas (grande parte), massas (grande parte) ou mesmo lanches.

    Queijos também são alimentos bastante ricos em cálcio, em lipídios saturados, que auxiliam na produção hormonal e nos níveis de colesterol entre outros.

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    É verdade sim que os queijos são derivados de leite, entretanto, seu processo de fermentação, ou seja, quando micro-organismos digerem o carboidrato do leite (leia-se a lactose), ela torna-se reduzida no mesmo ou até mesmo pode desaparecer. Para contribuir ainda mais, é evidente que alguns processos industriais contribuem ainda mais para isso.

    Quanto maior for o tempo de maturação do queijo, então, menores ou inexistentes serão seus níveis de lactose. Apesar disso, não há segurança, salvo sob análises laboratoriais de que um queijo realmente seja totalmente isento de lactose por apenas ser de um tipo, ou seja, digamos que haja um queijo parmesão de uma marca que NÃO contém lactose, porém, isso não significa que de outras marcas não existam.

    Observar os níveis de carboidratos nos rótulos poderia ser boa estratégia, entretanto, isso é vago, visto que a legislação permite até uma quantidade, o item ser declarado como inexistente.

    Portanto, caso a empresa não tenha análises sobre seu produto, prefira NÃO consumi-lo.

    5- É importante um intolerante à lactose utilizar algum tipo de suplemento de cálcio?

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    VERDADE! Apesar de não ser via de regra, é interessante avaliar, frente a um nutricionista a possibilidade e/ou necessidade de algum tipo de suplemento de cálcio (e claro, fatores que auxiliam na sua absorção e metabolismo como a vitamina D3, o magnésio, o fósforo e o zinco) ser incrementado na dieta, na quantidade correta e, claro, nos momentos convenientes.

    Muitas vezes, a dieta, por conta própria pode suprir as necessidades de cálcio, mas, se feita de maneira bastante precisa, o que não é a realidade para 99% das pessoas. Assim, os suplementos entram como uma facilidade e com uma credibilidade de que seu corpo não entrará em déficits que possam prejudicar, em especial, sua saúde.

    Mulheres, em especial as que se encontram próximas e/ou na menopausa, devem dar bastante atenção a esse ponto, pois, ele é fundamental devido a maior perda de cálcio e óssea pela ausência do estrógeno.

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    A suplementação de cálcio, entretanto, não deve ser considerada sem limites nem tampouco feita por conta. Do contrário, poderemos ter prejuízos como cálculos renais, por exemplo, ou, desperdiçar dinheiro, pois, a utilização incorreta não apresentará os benéficos efeitos do (ou dos) suplemento (s). Portanto, procure sempre um profissional qualificado e esteja com os exames em dia!

    6- Quem é intolerante à lactose pode consumir todo tipo de whey protein isolado?

    MITO! Diferente do que muitos imaginam, o whey protein isolado, apesar de ter um alto grau de pureza, designa-se a ser a segunda menor parte de frações proteicas do soro do leite, tendo uma velocidade de digestão relativamente mais rápida do que a caseína, por exemplo, que não faz parte do soro do leite.

    Entretanto, quando falamos de “isolado”, falamos de um processo de filtragem (ou processos) os quais retiram-se impurezas e também outros nutrientes do soro do leite. Porém, nem todo whey protein isolado é livre de lactose! Alguns possuem teores até relevantes como 1-2g na porção, o que para um intolerante extremo, significará um pesadelo. Apesar disso, você deve verificar sempre no rótulo se há dizeres de “lactose free” ou contatar a empresa a qual faz o produto, se possível, pedindo até mesmo análises laboratoriais.

    Devemos considerar ainda que, não necessariamente um whey protein isolado mais caro é o total livre de lactose. Existem muitos outros, em preços inferiores e que são, de fato livres do dissacarídeo.

    Mesmo o whey protein hidrolisado merece uma atenção gigantesca (e, até mais do que o whey protein isolado), pois, muitos deles CONTÉM lactose. Hidrolisado nada mais é do que a proteína do leite fracionada em partículas menores e não necessariamente tratando-se a respeito de processos de obtenção de matéria, produção, filtragem entre outros.

    Portanto, muita atenção!

    7- Somente produtos lácteos possuem lactose

    MITO! Outro grande erro das pessoas ao pensarem na lactose é apenas associá-la aos produtos lácteos. Entretanto, esse dissacarídeo pode estar presente em inúmeros outros produtos. Inclusive, pode haver em um determinado produto uma porcentagem de algo relacionado ao leite o qual contenha lactose.

    Quer exemplos de produtos e alimentos que levam lactose e provavelmente muito pouca gente iria conseguir imaginar? Wassabi (sim, aquela raiz forte japonesa em pasta! Quase todas as marcas usam a lactose como excipiente); alguns medicamentos em cápsulas (fazem uso de lactose monoidratada como excipiente) e é por isso que sempre devemos checar esse detalhe nas bulas, energéticos prontos para beber, algumas preparações de bolos, massas e biscoitos, panquecas prontas (a grande maioria), entre outros.

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    Lembre-se de que muitos produtos possuem o ingrediente “concentrado do soro do leite” o qual traz lactose consigo. E também, não confunda alimentos que “foram processados com outros alimentos como leites, nozes etc…”, pois, isso não significa que eles contenham lactose. Essas informações, normalmente são válidas apenas para alérgicos à caseína.

    É importantíssimo que um intolerante à lactose tenha total ciência de que ele terá de avaliar bem cada coisa a qual consome, aprender a ler rótulos e aprender a lidar melhor com esses contratempos para adaptá-los ao seu problema. Muitas empresas não fornecem dados suficientes, mas, se esse for o caso, para o seu entendimento completo NÃO EXITE em contatá-las para que sejam possíveis melhores esclarecimentos.

    8- Intolerantes à lactose não podem consumir suplementos de caseína

    MITO! É verdade que os suplementos de caseína no mercado hoje, possuem em sua grande parte teores de lactose, pois, diferente de alguns whey proteins isolados e hidrolisados, esse tipo de suplemento não passa por uma filtragem tão fina nem tampouco pelos processos os quais passa a proteína do soro do leite.

    Entretanto, algumas marcas decidiram se preocupar com isso e criaram produtos isentos de lactose. Entre essas marcas, podemos citar a Cytosport INC, a qual possuía a Complete Casein (atualmente fora de linha) e o Evopro (também fora de linha) que eram suplementos sem lactose, mas, com caseína. Atualmente, a marca ainda disponibiliza o famoso e consagrado Muscle Milk, que também é isento de lactose, bem como é um suplemento de caseína.

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    Outra empresa que surpreendeu foi a Universal Nutrition, com sua caseína que não contém lactose. Ainda, podemos falar da Optimum Nutrition com a Gold Standart Casein. Porém, neste último caso, há controversas, pois o produto não declara ser “lactose free”, mas possui aminogen®, uma fórmula enzimática de patente da Optimum Nutrition a qual supostamente não tem apenas proteases, mas também, a lactase. Independentemente disso, muitos intolerantes extremos à lactose tem consumido a caseína da Optimum Nutrition e tido bons resultados.

    Ainda sim, alguns intolerantes à lactose respondem bem à enzima lactase, não é mesmo? Esses também podem se beneficiar de seu uso a fim de promover a ingestão proteica desejada.

    Dessa forma, não pense que você, intolerante à lactose está perdido sem um bom suplemento time release! Vale sempre precaução!

    9- A intolerância à lactose pode matar

    VERDADE! Convenhamos que, ao ler “verdade”, você pode ter se assustado, mas, não há motivos para tanto. A intolerância à lactose em si não mata, sendo que, diferente de alergias à caseína, por exemplo, ela é muito menos perigosa. Porém, você deve saber que em casos extremos de consumo de lactose, podem ser apresentados sintomas muito ruins, como a famosa diarreia. O problema está em uma diarreia constante, agressiva e, que seja negligenciada em seus pontos fundamentais de cuidado, como a hidratação. E a devida reposição de eletrólitos, que é tão fundamental quanto a própria água para garantir um bom balanço eletro-hídrico no corpo… Aí sim, em casos de desidratação o indivíduo por ir a óbito, principalmente um bebê, uma criança ou um idoso. Portanto, não negligencie esse que é um dos pontos mais importantes dos distúrbios causados pela ingestão da lactose por intolerantes à lactose. Procure sempre o mais rápido possível ajuda médica e siga os procedimentos corretos passados pelo mesmo. Devemos avaliar o quadro, pois, principalmente nesses casos específicos, muitas vezes a comunicação já está dificultada e a dependência maior.

    10- Os leites sem lactose podem ser consumidos pelo intolerante à lactose

    MITO! Atualmente, se fala muito em produtos sem lactose, inclusive, os próprios leites (e, foram desenvolvidos, muito provavelmente, pensando no público infantil que sofresse com essa patogenia). Existem os iogurtes sem lactose, queijos e outros tantos produtos. Porém, esses podem ser classificados em MUITAS categorias, como por exemplo:

    – Leites com baixo teor de lactose: Leites, normalmente com 90% menos lactose, ou que possuem um grau de lactose quase não considerável. Isso se deve ao fato de adicionarem enzimas lactase no produto, a qual já previamente hidrolisa parte da lactose. Para muitos indivíduos, essa pode ser uma excelente alternativa, porém, para intolerantes que possuem muita aversão à lactose, certamente essa não é uma boa escolha. Esses leites, normalmente possuem em sua tabela nutricional o tanto de lactose que ainda os resta, uma informação imprescindível ao consumidor.

    Alguns costumam ingerir a lactase junto com esses leites, sendo uma boa alternativa.

    – Leites sem lactose: Os leites sem lactose, possuem vestígios ou até mesmo ausência desses de lactose. Normalmente, eles passam por processos de microfiltragem e/ou adição da enzima lactase. Porém, na grande maioria, para que sejam realmente zero lactose, necessitam passar pelos dois processos e, claro, ter quantidades satisfatórias de lactase. Existem, especialmente, muitos iogurtes e queijos que poderiam entrar na categoria dos “sem lactose”.

    – Leites vegetais: Popularmente conhecidos como leites vegetais, essa é uma denominação errada, pois leite em sua definição designa-se a produto de gandulas mamárias. Assim, leites vegetais na verdade, deveriam ser descritos como extratos vegetais. Entre esses, o de coco, o de soja, o de arroz, macadâmia, milho, quinoa amêndoas e outros tantos, além, dos misturados entre si. Esses extratos são zero lactose, pois, a lactose é presente apenas no leite, propriamente dito. Essas são ótimas opções e 100% seguras.

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    Assim, vale sempre observar o produto o qual se está consumindo para que sua segurança esteja sempre em primeiro lugar. Ah, lembre-se de que é fundamental optar por marcas conhecias no mercado, garantindo ainda mais segurança e credibilidade no produto em questão.

    Conclusão:

    A intolerância à lactose é algo muito limitante e uma doença relativamente simples de ser driblada caso seja devidamente orientada. Sendo de diversas naturezas, bem como de diversos tratamentos, essa é uma doença que, ao mesmo tempo que tem crescido, tem também sido muito estudada e principalmente aprendida a ser lidada. Portanto, busque sempre informações e acompanhamento médico e nutricional adequados.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    Um Comentário

    1. andrea 4 meses atrás


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