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    Conheça três erros clássicos em exercícios de puxada e não cometa-os

    Conheça alguns dos erros mais clássicos cometidos nos exercícios de puxada e aprenda dicar para corrigi-los e evitá-los!

    Quando falamos em musculação, imaginamos os mais diferentes tipos de movimentos e angulações que podem ocorrer entre os mais diferentes casos e situações propostas de cada exercício, visando aspectos que possam beneficiar ou, simplesmente, acabar com sua eficácia. Infelizmente, a grande maioria dos indivíduos, ainda pende a colocar-se diante da segunda opção, ou seja, continua insistindo em erros clássicos por vício, falta de correção, ou simplesmente por acreditarem que determinadas formas possam estabelecer um melhor trabalho naquele músculo alvo.

    Conheça alguns erros clássicos nos exercícios de puxada

    Todos os exercícios podem receber inúmeras classificações, referentes a sua biomecânica, ao seu músculo alvo, ao tipo de movimento, às formas com que possa ser executado, as mudanças que possam o beneficiar, ao grau de isolamento, ao grau de amplitude, de recrutamento de conjuntos de músculos (grupos) entre outras milhões. Hoje, entretanto, falaremos de uma dessas classificações e três de seus mais clássicos erros: os exercícios de puxada, ou, exercícios que são realizados, principalmente com a flexão de alguma articulação. Na maioria dos casos, associamos mesmo com exercícios relacionados ao trabalho de braços (mais especificamente, de bíceps, braquiais, antebraços, região dorsal etc), mas, devemos saber que estes também podem ser aderidos aos exercícios realizados com outros membros, como a flexão de joelhos (vulgo “flexores”), abdominais, entre outros e, isso jamais deve ser esquecido.

    Erro 1: Flexionar demais punhos, tornozelos e outras articulações de maneira inadequada

    Entre os mais clássicos erros, podemos destacar uma exagerada flexão dos punhos, na hora de realizar, por exemplo, a rosca Scott com barra (seja rela, W ou EZ) ou com halteres ou flexionar os tornozelos ao realizar, por exemplo, o exercício na mesa romana.

    Muitos acreditam que podem solicitar uma melhor pegada, solicitar um melhor trabalho nos músculos alvo ou algo do gênero com esse tipo de “movimento”. Já outros ainda, acabam por cometer esse erro sem se quer perceber, normalmente, pela carga inadequada que está sendo utilizada. Você pode até erguer um determinado peso e dizer que está leve, mas, se não consegue manter uma estabilidade coerente e correta naquele movimento, então, algo está desajustado, ou seja, provavelmente há excesso de carga naquele exercício, o que impossibilita um trabalho correto. Qual o problema nisso?

    Em primeiro lugar, não estaremos recrutando em NADA mais os músculos alvo. Na verdade, se há algo que estamos recrutando, são tendões, articulações e estruturas as quais poderiam ser poupadas durante a execução do movimento. Ao cometermos esse erro, essas importantes estruturas sofrem um impacto que pode acarretar problemas sérios, tais quais tendinites, desgastes ósseos e articulares, dores agudas e crônicas com o passar do tempo, inflamações de diferentes intensidades, entre outras.

    No caso de realizarmos isso, em exercícios para a parte dorsal do tronco, normalmente estamos não só acarretando os prejuízos anteriormente citados, mas também, estamos promovendo um menor trabalho na musculatura alvo. Portanto, se há uma real dica para a realização desse tipo de movimento é: mantenha os punhos, tornozelos e outras estruturas, o mais reto possível, sem “quebrar a munheca” e, sem “contorcer os pulsos”. Nenhum dos extremos será benéfico! Lembre-se disso!

    Em tempo, que tal começar a imaginar o foco de força, ao invés da mão inteira, na região dos dedinhos? Além de um trabalho biomecânico dificultado, temos uma maior solicitação da região interna dos bíceps, o qual é a grande dificuldade de inúmeros praticantes de musculação e atletas também.

    Erro 2: Esquecer a qual é a musculatura alvo e trabalhar unicamente músculos auxiliares

    Exercícios de puxadas podem envolver diversos grupamentos musculares (e normalmente envolvem tanto secundários quanto estabilizadores), como citado anteriormente. Entretanto, sabe-se que, o recrutamento de muitos desses grupos, exigem, por conseguinte, um trabalho de algum grupo auxiliar. Utilizemos, por exemplo, o trabalho realizado com o pulldown fechado pela frente com pegada inversa, a qual, principalmente visa (ou, pelo menos, em nosso exemplo, deveria visar), atingir os latíssimos do dorso e parte dos romboides. Para realizar esse movimento, puxaremos a barra e trabalharemos os bíceps, braquiais, antebraços e, até mesmo músculos pouco observados, tais quais os deltoides. Acontece que, é natural, ao puxarmos a barra, acabarmos por enfocar demais um trabalho nos bíceps, deixando de valorizar a área principal a qual queremos atingir.

    O problema maior, na realidade é pela própria biomecânica desse tipo de exercício, uma vez, naturalmente envolvendo esses auxiliadores e estabilizadores que, são bem menores e talvez bem menos suportáveis a grandes cargas quando comparado a grupamentos maiores. Esse erro, novamente acontece, normalmente, pelo excesso de carga, ou simplesmente por inexperiência. O que isso pode prejudicar?

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    Primeiramente, o exercício em si, visto que, se os bíceps são músculos menores e, apesar de resistirem a tais elevadas cargas, não chegam a aguentar tanto quanto os dorsais, por exemplo, entrando assim em uma fadiga muscular muito antes do que o músculo o qual deveria ser atingido (ou os músculos, mais especificamente).

    Exercícios de puxada remada triangulo

    Em segundo lugar, isso pode fazer com que a musculatura auxiliar seja desnecessariamente recrutada e, por hora, sobrecarregada em alguns casos. Aliás, não só essa musculatura alvo, mas também, estruturas que podem facilmente ser lesionadas como articulações, como tendões e alguns ligamentos, tanto nos punhos, quanto nos braços e cotovelos, quanto nos ombros e deltoides, na região lombar e mais uma gama enorme de locais.

    O cérebro é uma estrutura complexa e MUITO inteligente em nosso corpo. Portanto, algumas dicas neuromotoras, podem ser muito úteis para corrigir esse problema: Em primeira instância, procure concentrar-se apenas aonde deseja trabalhar. Tente esmagar, pressionar os músculos alvo. Para isso, ruja um pouco de movimentos explosivos, fuja de técnicas de roubo, caso seja iniciante e, se necessário, utilize material de suporte. Esses materiais podem envolver desde cintos, até arm blast e outros equipamentos menos usuais.

    Em segunda instância, uma dica bastante dada e realizada por grandes treinadores, como Charless Glass é pedir para alguém devidamente qualificado, colocar levemente a mão ou os dedos, em parte da região alvo (lembrando que essa pessoa NÃO deve interferir no movimento). Isso, implicitamente, faz o cérebro ficar induzido a concentrar maior força e atenção naquela região. Por fim e, óbvio, utilize SEMPRE cargas adequadas. Lembre-se que você está indo ao ginásio para trabalhar os músculos (ou, pelo menos deveria ir para tal) e não para simplesmente trabalhar o ego!

    Erro 3: Utilizar inadequadamente órteses e equipamentos de suporte/auxílio

    Se, por um lado, o material de suporte pode chegar a envolver órteses (apesar destas, não serem necessariamente um material de suporte, devemos saber que seu uso deve ser com bastante cautela e sempre bem instruído por um profissional qualificado.

    É comum nos ginásios de musculação vermos indivíduos com “munhequeiras de farmácia”, com faixas, com suportes e outros materiais no corpo, acreditando poder evitar alguma lesão ou melhor estabilizar alguma determinada estrutura. Além destas, muitos costumam fazer a utilização excessiva de acessórios como straps, luvas, ganchos, pegadores, borrachas e outros tantos.

    No primeiro caso, podemos estar cavando má circulação na região, comprometendo assim a circulação, uma compressão inadequada de tendões e outras estruturas, gerando em alguns casos, mais estresse do que alívio no mesmo, super tensões em alguns locais não adequados entre outros.

    Já no segundo, por sua vez, há controversas no assunto, entretanto, é praticamente singular e mútua a resposta de que, excessivamente, o uso destes pode acabar por ajudar tanto na realização do movimento que, o comprometimento em forças de pegada, em forças de puxada e outras, serão evidentes. Portanto, não há sérios danos em utilizá-los em séries mais pesadas, principalmente se você for ou estiver buscando resultados unicamente estéticos (diferente de atletas básicos ou de força bruta em geral, o qual costumam fazer o uso da mínima maneira possível, afinal, no campeonato, propriamente dito, NÃO, podem fazer uso desses acessórios), visto a maior chance de trabalhar focos musculares os quais os músculos auxiliares entram em fadiga muito mais rápido do que os principais daquele determinado exercício.

    Portanto, a dica básica é: No primeiro caso, só faça uso desses equipamentos com a recomendação profissional. Primordialmente, do ortopedista. No segundo, faça sempre um balanço e opte sempre pelo que seu corpo pode fornecer ao máximo, de maneira crua. Entretanto, saiba que, resultados estéticos não serão fortemente prejudicados buscando vez ou outra, enfoques diferentes. Isso é importante, inclusive para variar o estímulo.

    Para entender melhor este assunto, leia este artigo: http://dicasdemusculacao.org/uso-indiscriminado-de-equipamentos-no-treino-de-musculacao/

    Conclusão:

    Os exercícios de puxada são considerados relativamente fáceis e, de fato muitos deles são biomecanicamente fáceis, necessitando, em níveis avançados, inclusive, mais de técnicas do que de cargas para incrementar cada vez mais intensidade. Estes, normalmente são exercícios os quais utilizam bastante músculos auxiliadores e músculos secundários. Portanto, erros frequentes são comuns e devem sempre ser observados com cuidado para, cada vez mais lançar-se a um patamar melhor nos níveis de treinamento, adaptando o corpo de maneira cada vez mais potente ao estímulo que lhe é dado e não ao assessório ou ao erro que lhe é fornecido em conjunto. Com alguns cuidados básicos, isso se torna algo muito mais fácil. Para tanto, faz-se necessário e ideal sempre conhecer e estudar não só princípios de biomecânica, mas, do que se está buscando dentro de um exercício específico também.

    Uma dica que também venho dando as pessoas que seguem o site é a leitura de livros da área de musculação. Um bom livro e quem vem garantido resultados aos que adquirem, é um livro que se chama Hipertrofia Muscular – As respostas que você sempre quis saber. Neste livro você irá aprender sem complicação sobre metodologia de treinos, alimentação, protocolos e técnicas avançadas, tudo escrito de forma clara e aplicada ao dia a dia do praticante de musculação comum. Conheça o livro, clicando aqui e compre-o.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon



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