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    Copiar os métodos dos profissionais de musculação é interessante?

    Copiar métodos de treino, alimentação, descanso, periodização e etc, dos profissionais de fisiculturismo é interessante para nós, simples praticantes de musculação?

    Quem já teve algum tipo de curiosidade e acessou algum vídeo relacionado ao fisiculturismo profissional de treinamento, principalmente entre os atletas que estão no “topo do mundo”, já deve ter reparado o quanto são adaptados os movimentos diversos durante o executar de diversos exercícios. Mais do que isso, muitos deles realizam treinamentos tão específicos que acabam sendo um grande chamariz aos mais leigos pela tremenda “brutalidade de treino”, envolvendo roubos, trancos de coluna, alavancas articulares e outros tantos. Como, normalmente nos inspiramos e tentamos ser ou, pelo menos ter aspectos relacionados aos nossos ídolos, não é infrequente e tampouco incomum que observemos (e até façamos ou já tenhamos feito) algo parecido com o que eles fazem, mas, será que copiar os profissionais da musculação é interessante para todos?

    Vale apena copiar os métodos dos profissionais de fisiculturismo?

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    Ao entrar em uma academia ou entrar na prática de qualquer esporte, você é, de maneira formal, instruído ou ensinado a seguir protocolos padrões e, claro, de movimentos seguros e padronizados, além de corretos. É como aprender gramática em um colégio: Você é ensinado da maneira correta e formal a escrever, entretanto, digamos que você decida ser um escritor de livros de poemas informais ou queira atingir um público específico, cheio de gírias, por exemplo, então, você, a partir de conhecer e saber totalmente como e sobre como fazer o correto, passa a a abrir uma segunda forma específica de realizar algo. Agora, imagine se o processo fosse inverso: Você é ensinado da maneira informal ou “de qualquer jeito”… O que você esperaria? O mesmo vale para o treinamento, o que você esperaria de alguém que, desde cedo, realiza treinos de musculação produzidos para a individualidade de outra pessoa?

    Os profissionais de fisiculturismo, normalmente estão há anos e anos dentro do esporte profissional, fora o tempo de amadorismo. Isso já seria motivo suficiente para diferenciá-los, afinal, a força, a estabilidade, o conhecimento à resposta do movimento e outros tantos aspectos já praticamente são praxes na vida desses atletas. Mas, não é apenas isso: Certa vez estive com o Mestre Sardinha e o questionei justamente sobre isso, quando me dissera que, dentro da academia era importantíssimo, fundamental e formal ensinar o correto. Em primeiro lugar, para evitar quaisquer tipos de lesões, principalmente em jovens e adolescentes. Em segundo, pois, todos teriam de estar ao máximo em um nível do básico para então começar a pensar em algo próprio. Não é a toa que, quase foi campeão mundial de fisiculturismo e, um dos maiores e mais premiados atletas brasileiros, o Sardinha ainda possua uma forma clássica e o mais perfeita possível de execução de movimentos. Isso me lembra, inclusive algumas épocas de Dorian Yates e, por que não citar ainda, um clássico exemplo de altíssima intensidade aliada com perfeitas execuções, tais quais Mike Mentzer? Apesar de cargas excepcionalmente altas, eles não deixam a desejar em seus movimentos, tornando cada músculo alvo, extremamente atingível. Lee Priest também, apesar dos apesares, pode ser considerado um atleta dessa mesma categoria, a qual normalmente quantifica o movimento, não a carga.

    Assim, o iniciante na musculação, deve ser ensinado da forma correta e, deve buscar progressão primeiramente nela.

    Se há algo errado na musculação é iniciantes realizando treinamentos de profissionais tarimbados e/ou treinando como alguns deles. Essa foi, por exemplo, outra grande lição que aprendi com o mestre: O desenvolvimento é sempre possível dentro de parâmetros normais, naturais, aceitáveis e, teoricamente corretos. Ninguém pode começar a construir um prédio do topo. Primeiramente, é necessário um alicerce, estruturas firmes e, uma boa estrutura. Após isso, é necessário, efetivamente construir o prédio e, por fim, fazer as finalizações de acabamentos, de retoques, para então, o prédio estar pronto para que não destrua ao primeiro vento ou chuva forte que bater. Assim é com o nosso corpo, quando falo e refalo na necessidade de uma consolidação o mais firme possível, dentro de uma firme estrutura bem alicerceada. Esses dias, por exemplo, vi um rapaz, relativamente forte para a idade dele, treinando relativamente ridículo. Além de uma execução totalmente inadequada, a forma que ele estava realizando as “técnicas” eram mais resultados de uma inspiração motivacional desses vídeos que encontramos na internet do que algo que, de fato ele soubesse o que estava fazendo. O medo que fiquei ao ver o garoto realizar aquilo, foi que, em primeiro lugar ele tivesse um colapso nervoso, tamanho era o esforço que fazia e, em segundo, que tivesse um belo rompimento em algum ligamento do ombro ou, que Deus o guarde disso, uma lesão na coluna, o que seria ainda mais grave. A grosso modo, podemos dizer que, ele poderia estar sentindo uma falsa intensidade ao realizar aqueles movimentos. Isso porque, nem sempre a “dor” ou a “dor tardia pós-treino”, durante a recuperação (que, nesse caso torna-se maior nas articulações e ligamentos do que nos músculos alvo, propriamente ditos), significa sinônimo de resultados e, tampouco de alta intensidade (principalmente no caso dos ombros). Eu mesmo sou um belo exemplo disso, ao, há anos atrás conseguia erguer muito mais carga do que hoje (com péssimas execuções) e, por conseguinte, tenho até hoje lesões e impasses que prejudicam o meu treino. Sei que hoje, poderia ter um desenvolvimento muito melhor se não fossem por erros do passado e é por isso que vos alerto… Mas, infelizmente, assim como eu, o ser humano é cabeça dura e, parece só aprender na prática mesmo.

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    Treino do fisiculturista profissional, Kai Greene

    Resumidamente, devemos nós então considerar os profissionais do fisiculturismo errados e, a ciência correta? Também não sejamos extremos. Em primeiro lugar, devemos saber que esses profissionais possuem não só estruturas bem consolidadas, mas também, técnicas adequadas e desenvolvidas para si mesmos (no empirismo e, nos riscos que devem ter corrido) para realizar alguns movimentos como realizam. Em segundo lugar, devemos saber que esses movimentos, em grande parte são, na verdade adaptações biomecânicas que eles consolidam para si. Veja Ronnie Coleman, por exemplo, realizar o exercício de francesa unilateral. Se olharmos biomecanicamente, o exercício é não só feito de forma incorreta, mas também, com altas chances de sobrecarga na articulação do cotovelo e, no ombro também. Acontece que, como poderia Ronnie Coleman executar o movimento da maneira correta, com o braço na nuca tendo o tamanho de dorsais que ele tem? Fisicamente isso torna-se impossível. E então, ao olharmos Jay Cutler realizar pulldowns? Aqueles trancos na coluna chegam a assustar qualquer um e, muitos de nós meros mortais que tentássemos fazer igual, certamente teríamos sérios prejuízos. Mas, ao olharmos a “ciência do atleta”, força e velocidade geram…? Potência, isso mesmo! E é justamente essa potência que faz Jay Cutler, no patamar avançado que está, continuar evoluindo. Aliás, lembre-se que, quanto mais você treina, mais intreinável fica seu corpo, ou seja, a cada novo estímulo, seu corpo aprende a lidar com ele, ficando cada vez mais difícil incrementar intensidade e rendimento ao treinamento. E é essa a importância, por exemplo, da periodização tanto no exercício físico, quanto na dieta, no descanso, na frequência entre as sessões de treinos, nas metodologias adequadas e assim por diante.

    Você quer realmente propor algo diferente ao seu corpo? Se sim, tente metodologias totalmente atípicas das que você já tentou, ou que costuma realizar. Isso, sem sombra de dúvidas, pode ser uma estratégia muito mais viável do que, simplesmente se importar com a carga a ser utilizada, ou com a cópia do que profissionais fazem normalmente em suas rotinas individuais.

    Existem coisas que passamos a construir e conquistar apenas e, unicamente com o tempo, ou seja, não há nada que possamos fazer de tão diferente a ponto de mudar isso. A experiência com as ações e reações de nosso corpo, que já é uma máquina individualmente complexa, só pode ser descoberto por nós mesmos, obviamente que, se tivermos ajuda de profissionais qualificados, o trabalho torna-se mais preciso e viável e é aí que eles tornam-se indispensáveis, a fim de propor as diretrizes necessárias.

    Como passar do tempo e, com o evoluir de nossos anos com esse estilo de vida por nós escolhidos, quanto mais precisos formos não com X ou Y teoria, mas conosco, melhores serão, por conseguinte, os resultados obtidos, sejam eles em termos alimentares, em termos de treinamentos, periodizações, descansos, frequências e etc.

    Conclusão:

    Seguir não só profissionais, mas, quaisquer coisas que fujam de buscarmos nossa individualidade fisiobiológica pode ser considerado um grande erro. Lembre-se que os profissionais de fisiculturismo, estão no esporte a muitos anos e já conhecem bem as individualidades de seu corpo. Seguir o treino, dieta, descanso, periodização ou qualquer coisa destes profissionais, é dar ao seu corpo, algo que ele não esta preparado para suportar e acabar tendo alguma lesão. Portanto, procure sempre os protocolos corretos com o auxílio de profissionais competentes. Assim, os riscos de erros serão menores e, no seu futuro, as adaptações se tornarão muito mais viáveis.

    Bons treinos!

    Outros dois artigos que falam um pouco sobre o mesmo assunto:

    Copiar dietas e treinos nunca foi uma boa dica… – Pt1

    Copiar dietas e treinos nunca foi uma boa dica… – Pt2

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    2 Comentários

    1. Pensador 4 anos atrás
    2. Thiago Vieira 4 anos atrás


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