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    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt2

    Este artigo foi feito para mostrar a vocês como vocês podem chegar a um belo corpo, com treinamento sério e uma dieta adequada! Portanto largue de preguiça e encare com seriedade os seus treinamentos! – Pt2

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    Leia a segunda parte deste motivador artigo sobre treinamento de alta intensidade. Este é para você que estagnou nos ganhos e começa a “inventar” desculpas para sua falta de ganho. Deixe de desculpas e vá TREINAR!

    Devemos ser coerentes com nossas escolhas e saber até aonde podemos ir. O fator genético infelizmente é algo que ainda delimita campeões de quintos lugares, entende? É triste aceitar a realidade, mas essa genética envolve todos os aspectos possíveis: Definição muscular, proporção muscular, qualidade muscular, formato muscular, harmonia muscular, tamanho muscular etc etc etc. Você nunca parou para se perguntar porque grandes nomes do fisiculturismo e, aparentemente impecáveis nunca ganharam um campeonato importante? Posso citar, por exemplo, um rapaz que sou fã, mas que sei que não tem chances de levar para casa a taça do Mr. Olympia: Lee Priest. Braços enormes, coxas e panturrilhas coerentes, femorais muito bem desenvolvidos, antebraços invejáveis… Mas e os dorsais? Ainda muito falhos. E a relação do formato do seu abdome? Apesar de eu achar extremamente diferente e muito legal aquele formado alongado, ele é fora dos padrões estabelecidos das competições. Triste, mas é a realidade, mais uma vez. E o alemão admirado por muitos chamado de Markus “Big” Ruhl? Um tronco extremamente largo. Mas cadê a proporção dos seus tríceps? O bíceps pontudo em relação a falta de densidade no tríceps é realmente estranho. Ainda mais quando colocamos aqueles braços e antebraços relativamente desproporcionais com o tronco exorbitantemente largo.

    Em contrapartida, se levássemos em conta gostos, provavelmente Dorian Yates não atingiria o tanto de topos de campeonato que atingiu. Um físico grande, massudo, denso. Muitos nem se quer acham aquilo bonito. Particularmente, não é meu preferido também (apesar de me agradar). O fato é que o ex Mr.O atendia perfeitamente os padrões estabelecidos pelas competições. E disso ninguém pode questionar.

    [ad#2]Como podemos ver, a genética é algo que interfere SIM e, muito, diga-se de passagem, no resultado final.

    Além de todos esses fatores, ainda insistimos em duas teclas básicas, sendo que a primeira delas é a alimentação aliada a suplementação.

    É comum vermos muitos indivíduos realizando fortes ilusões em cima de dietas mágicas, de metodologias mágicas de dietas, como a metabólica, a do ciclo de não sei o que ou sabe-se mais o que. Esses mesmos indivíduos normalmente não são os que tem os melhores físicos. Por ironia, o melhor físico muitas vezes é daquele senhor que come arroz com uns pedaços de carne nojenta no almoço e bebe leite com banana o dia todo. Mas claro que isso também não é o mais adequado a se fazer. Provavelmente com esse potencial genético ele teria melhores resultados comendo adequadamente.
    Mas, quando falamos em comer adequadamente, muitos já observam alimentos caros e teoricamente saudáveis. E não é infreqüente fulanos reclamando para mim que não conseguem manter uma dieta coerente porque não tem dinheiro para comer pão integral e peito de peru com queijo branco. Calma lá! Pra que isso??? É lógico que uma dieta com alimentos de “fresco” assim vai sai os olhos da cara. Além de que essas, apesar de mais caras, não são as melhores opções. É o que eu digo: Faça o básico! Dê o máximo de nutrientes diferentes ao corpo e diversidades desses nutrientes também. Mas não faça da dieta uma parafernália sem tamanho. Esqueça iogurtezinho, esqueça peitinho de peru com queijinho branco no pão integral. Que tal ir ao mercado, comprar uns sacos de arroz (preferencialmente integral, mas pode-se usar o branco também) uns quilos de frango em algum vícola que venda em atacado, um vidro de algum óleo insaturado, um condimento que pode ser mostarda ou o que preferir e umas drogas de caixas de ovos?

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    Pronto! Você tem aí dieta para uns 15 dias com umas 6 refeições por dia. Adicione algum suplemento protéico se preciso, creatina que comprovadamente é o suplemento mais eficaz para a maioria das modalidades e acabou. Não tem porque fazer uma coisa divertida ao em invés de fazer algo que funcione e ao mesmo tempo seja prático. Vejo pessoas que entram em lojas de suplementos e ficam encantados com promessas disso ou daquilo. Promessas que superam os limites possíveis. E inocentemente, muitos acreditam… O fato é que grande parte desses resultados é gerado por outros fatores que não estão necessariamente envolvidos com o suplemento. O primeiro é que por estímulo, o sujeito tende a organizar a dieta um pouco melhor, ou simplesmente comer menos pior. Além disso, suplementos em sua grande parte, fornecem calorias. E é isso que o corpo precisa pra crescer (a grosso modo, claro). Resultado: O resultado é associado com o suplemento.

    Ao entrar em uma loja de suplementos, se você busca algo a mais do que proteína, gainner, talvez uma beta-alanina, creatina e vitaminas, você está querendo jogar dinheiro na lata do lixo. Aliás, por falar das vitaminas, alguns costumam supervalorizá-las e outros negligenciá-las. O fato é que tanto o excesso quanto a falta acarretarão prejuízos. E para saber suas reais necessidades de uma possível suplementação, apenas existem dois métodos: Orientação profissional, que é o melhor deles e, claro, conhecimento do próprio corpo com os anos de treino.

    Mas é óbvio que é muito fácil e conveniente que você invista horrores em suplementos. É lucrativo para as empresas, para os atletas que fazem propaganda, para o governo… Enfim…

    Você acha mesmo que um profissional nos primeiros anos de carreira realmente usa muitos suplementos? Claro que é conveniente usar toneladas de suplementos diversos quando se é patrocinado… Você usa o pré-treino, o intra-treino, o pós-treino, os aminoácidos, o suplemento antes de dormir, ao acordar, durante o dia… Mas isso é feito simplesmente porque não se gasta NADA com isso… Agora, nos primeiros anos de esporte, duvido muito que alguém que conhece ou um profissional, vá investir larga escala de dinheiro nesse marketing.

    Se pararmos para calcular bem, um suplemento dos chamados pré-treinos que duram 20-30 dias custam em torno de R$220,00 no Brasil. Esse mesmo dinheiro é o equivalente a quase 5 caixas de cipionato de testosterona de farmácia no mesmo país. Ora, ora, ora… 5 caixas de deposteron são basicamente 5 semanas com uma dosagem baixa de testosterona para um iniciante. E o que você acha que dará mais resultados? E se estivermos falando de 15 semanas? Não precisa ser muito inteligente para fazer essa lógica não…

    Outra coisa que me incomoda DEMAIS quando falamos de treinamento resistido com pesos visando a hipertrofia muscular é a relação do volume de treinamento, da intensidade de treinamento e, por que não falar da carga de treinamento? Em uma pirâmide, o mais importante dos aspectos do treino, podemos citar O TRABALHO MUSCULAR. Sim, se o objetivo é hipertrofia, devemos trabalhar a musculatura e não simplesmente erguer o peso sugerido. Afinal, não podemos confundir levantamento de peso com fisiculturismo. No fisiculturismo, não importa se você faz 10 repetições no supino com 100kg ou 300kg… O que importa é o resultado final. Será que o atleta com 300kg conseguiu realizar um recrutamento de fibras musculares tão grande e eficaz como o que realizou com 100kg? Depende da força, da forma de execução, das possíveis técnicas adotadas naquele treinamento etc etc etc.

    Acompanhe as outras partes deste artigo:

    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt1

    2 Comentários

    1. Alex 5 anos atrás
    2. douglas 5 anos atrás


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