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    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt3

    Este artigo foi feito para mostrar a vocês como vocês podem chegar a um belo corpo, com treinamento sério e uma dieta adequada! Portanto largue de preguiça e encare com seriedade os seus treinamentos! – Pt3

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    Acompanhe a terceira e penultima parte de nosso artigo motivador! Este artigo tem como intuito motivar os leitores para que os mesmos abram os olhos para um treinamento serio

    O peso é o fator que menor importa quando o foco é a hipertrofia. No fisiculturismo, importa mesmo o quanto de músculo se ganha e não quanto peso se levanta. O problema é que muitos ainda insistem com essa cafonice de realizar execuções pífias só para se aparecer para a menininha do lado com um supino pesado. A maioria dos profissionais de fisiculturismo visam o trabalho nas fibras musculares. É isso que vai fazer com que o shape, ou aparência física, seja modelado de acordo com o que ele deseja. E é claro que isso é o mais importante neste esporte.

    No palco, ninguém vai querer saber quem foi o cara que fez supino com 200kg ou quem fez supino com 100kg. Simplesmente vão avaliar o que proporcionalmente tiver melhor corpo de acordo com os padrões estabelecidos. No entanto, ainda vejo gente insistindo em treinar a região lombar ao invés da parte lateral dos deltóides, na ELEVAÇÃO LATERAL… E você sabe do que eu estou falando…

    [ad#2]Outra coisa que muita gente faz ilusão é no volume de treino e principalmente em inventar mais coisas do que ir à academia, treinar e voltar para casa. Vejo indivíduos que ficam uma, duas, pasme, três ou mais horas na academia, executando essa ou aquela técnica. Na verdade, quanto mais se passa o tempo, de menos treino você precisa. Isso mesmo, menos treino. Não vejo necessidade de ficar mais do que 50 minutos em uma academia levantando pesos. Provavelmente se você consegue fazer mais do que 50 minutos em um treino “intenso” ele não está intenso o suficiente. Para que 5 ou 6 séries em cada um dos 4 exercícios de tríceps? Isso pra mim soa como absurdo. Que tal tentar algo em torno de uma ou duas séries para dois ou no máximo três exercícios para o mesmo grupamento? Muitos cairão da cadeira e dirão que isso não faz nem cócegas ao músculo. E é aí que repito que se realizarmos treinamentos submáximos, é óbvio que não fará mesmo. Agora, ouse treinar com intensidade de gente grande e entenderão do que estou falando, tanto em intensidade de treino quanto em resultados, propriamente ditos.

    As técnicas podem existir e muitas delas possuem ótima eficácia. O fato é que muitos abusam dessas técnicas e acabam esquecendo o básico. Séries quádruplas, treinos de pré-exaustão seguidos de não sei o que… É muita coisa para se fazer em um espaço curto de tempo. Que tal escolher então uma técnica por dia e realizar em uma série de um exercício. O corpo necessita de estímulos diferentes sim, mas basicamente quaisquer exercícios que forem feitos para X grupamento, trarão resultados, desde que bem executados. Logicamente, dar enfoque a determinadas regiões dos músculos, como as 3 cabeças diferentes do tríceps é algo interessante, por exemplo. Mas não é necessário implementar muito volume para isso. Mesmo utilizando algum tipo de droga, o corpo necessita de descanso e necessita de um volume coerente. Não é porque drogas anabólicas aceleram o processo de recuperação que ele deva existir de maneira inadequada. Com a droga que for, se você treinar braços todos os dias (que é um grupamento muito fácil de entrar em overtraining) você não obterá bons resultados. E ainda correrá risco de lesionar os punhos, os cotovelos e até mesmo o ombro.

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    Após o treino, é conveniente que se coma, ou que se tome. Não há necessidade de ficar com a garrafinha de maltodextrina ao seu lado durante o treino (e nem deve ser feito isso) e muito menos de achar que você não vai crescer porque não está utilizando um shake hiperprotéico com carboidratos de rápida absorção após o treino. Simplesmente coma algo com pouca gordura e de fácil digestão o mais rápido possível e, mantenha a dieta. Se você tiver dinheiro e puder realmente investir em um suplemento, que as prioridades sejam em primeiro lugar a creatina e em segundo a Beta-Alanina. E fim de jogo!

    As diferenças do whey protein são notáveis não tão esteticamente, mas principalmente em exames. Logo, não se preocupe com a diferença de velocidade de absorção, caso não possa gastar. Certamente não é isso que atrapalhará um projeto diário e dedicado. Opte sempre pelo melhor custo X benefício e pare de se iludir com esse monte de propagandas.
    Tanto quanto todos os aspectos citados é de importância extremamente grande saber descansar e ouvir o próprio corpo. Mas esse lance de ouvir o próprio corpo você só consegue após alguns anos de treinamento de rotinas sérias. Ninguém aprende a se autoconhecer no primeiro ano de treino e muito menos antes disso.

    Saber os momentos em que seu corpo não pode resistir a um treinamento pesado e intenso é saber se prevenir de lesões, perda de tempo e muitos outros aspectos. Ninguém que realmente treine com intensidade vai para a academia para fazer menos do que pode fazer. Isso não tem nem lógica. Tanto porque, como o bodybuilding é um esporte ingrato, treinar com menos intensidade faz seu corpo não responder ao estímulo de maneira positiva, mas sim, ao inverso do esperado.
    Diferente da maioria dos esportes o que manda aqui não é a freqüência em demasia e nem o treino, propriamente dito durando muito tempo. O rápido normalmente é o mais e o descanso normalmente muito mais anabólico também. Mas é claro que, para isso, volto a insistir na necessidade de uma alimentação coerente. E se isso for para passar dos limites fisiológicos e biológicos, então entram os esteróides anabolizantes também.

    Quando digo que essa superação vem através dos esteróides anabolizantes, não me refiro ao uso fora de visão competitiva, insisto! Acho que é simplesmente lastimável e ridículo vermos indivíduos abrindo a lata do lixo e jogando sua saúde lá por questões estéticas! Em contrapartida, tampouco me refiro a crianças (e isso envolvo indivíduos com menos de 21 anos) que dizem não ter ultrapassado seu limite genético. Espere aí, meu amigo! – Como você não ultrapassou os limites genéticos se não atingiu nem sua produção máxima de testosterona? Aliás, esse tipo de indivíduo é justamente aquele que quer ficar bonitinho e pagar de forte para os amiguinhos.

    Um homem na verdade se faz mais além do que um corpo, mas de uma mente e de atitudes coerentes. Um menino pode ter corpo de profissional e vai continuar sendo um menininho idiota. E fim de papo!

    O bodybuilding na verdade é o termo mais aplicável para o que vemos na nossa realidade, tanto em níveis estéticos quanto em profissionais. Até os anos 90 ao que tudo me parecia, o termo “fisiculturismo” ainda era o mais aplicável. Era o culto ao físico. Hoje em dia simplesmente querem construir máquinas, querem construir indivíduos que não tem tempo suficiente para ter o corpo que tem. O resultado foi que transformaram esse culto ao físico em algo doentio, misturando um milhão de tratamentos, toneladas de drogas (e aqui envolvo os entorpecentes também) e tecnologia digna de Óscar! – Sim, entorpecentes, pois, normalmente são substâncias que tiram a fome, tiram a dor, tiram o estresse… E tudo se torna um ciclo tão vicioso e paliativo que um fator tenta corrigir outro, prejudica um terceiro e por aí segue…

    Acompanhe as outras partes deste artigo:

    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt1

    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt2

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    2 Comentários

    1. douglas 5 anos atrás
    2. Gabriel 5 anos atrás


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