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    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt4

    Este artigo foi feito para mostrar a vocês como vocês podem chegar a um belo corpo, com treinamento sério e uma dieta adequada! Portanto largue de preguiça e encare com seriedade os seus treinamentos! – Pt4

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    Essa é a ultima parte de nosso artigo motivador sobre treinamento sério!

    A verdade é que por trás de um corpo forte e aparentemente saudável, os atletas estão realmente fragilizados, muitas vezes a ponto de desmaiar. E eu não incluo isso apenas no momento de palco, mas inclusive em alguns momentos do próprio off season. Aquele glamour todo na verdade, tem um preço caro e, muito caro…

    É só analisarmos como algumas coisas teoricamente são impossíveis e então começamos a notar aonde tudo isso está indo parar. Analisemos a época mais freak (ou não mais) da história. Final dos anos 80 a meados dos anos 90. Dorian Yates, Marko Savolainen, Nasser El Sonbaty, o próprio Big Ronnie Coleman um pouco mais adiante… Estes corpos eram incrivelmente grandes, definidos, densos, massudos… Apesar de todas essas qualificações existirem hoje, olhemos o corpo por exemplo de Phil Heath (que diga-se de passagem, é meu atleta preferido da atualidade). Reparamos que apesar dele seguir todas essas qualificações, a aparência do shape dele é muito diferente. Muito mesmo. Uma espécie de retenção intramuscular gritantemente alta com uma camada de água subcutânea mínima. E sabe o que mais me chama atenção? Com tanta definição, o rosto desses atletas atuais não parecem muito desinchados, ao contrário de olharmos para o rosto de Dorian Yates em competição, por exemplo.

    [ad#2]Realmente falando, é óbvio que além de tudo, com a relativa pouca idade de Phil, ele não teria maturidade muscular para chegar naquele nível usando o que os culturistas usaram no passado. E então hoje se faz essa gritante mistura em dosagens absurdas de insulina, GH, fatores de crescimento e mais uma pancada de coisas…

    Esse glamour na verdade, muitas vezes desvaloriza o próprio atleta como ser humano em questão. Faz dele um objeto de desejo, um objeto de marketing e para isso sacrificam sua vida. Esses dias li uma pergunta que me fez refletir muito sobre essas condições: “Será que os atletas da atualidade chegarão com a mesma disposição de outros atletas da antiguidade da na velhice, como Frank Zane? Isto é, se estiverem vivos até lá…”

    A coisa é mais triste e mais chocante do que se pode imaginar. Vejo esses atletas em tratamentos com bombas disso, daquilo, com tratamentos intravenosos de diversas substâncias… E ainda, contudo, temos essa juventude teoricamente perturbada que não tem maturidade, repito, nem muscular e as vezes nem psicológica para ter os corpos que tem… E para quem tem saído nos últimos dias na porta da rua de sua casa, que seja, vai reparar bem que é difícil encontrar um jovem que não fume, não beba ou não use algum tipo de entorpecente. Pronto, está aí o segredo de um COQUETEL MORTAL!

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    Art Artwood foi só mais um exemplo recentemente do que essa mistura de substâncias e mistura de sentimentos e pressão psicológica podem fazer em uma pessoa, principalmente se ela for um tanto quanto fraca mentalmente. O sucesso, seja na música, na televisão, no futebol ou em qualquer outro esporte, inclusive no bodybuilding, quer responsabilidade em dobro e um tratamento de fortalecimento moral e mental. Não adianta saber que você tem de ser forte suficiente para agüentar a dieta pré-contest se você não é forte suficiente para saber quais são os limites entre a fama e quão grande é a pressão quando ela pinta em sua porta.

    Para quem não sabe ele morreu afogado a noite em uma piscina durante uma festa. Especulações mostram que ele tinha ingerido álcool naquele dia e por algum motivo perdido a consciência ao pular na piscina. Mas, não sejamos inocentes: Primeiro porque se o álcool foi o responsável, assim deveria ter sido consumido em quantidades absurdamente altas e, segundo, se não foi só o álcool novamente caímos no platô dos entorpecentes alucinógenos…

    O que acontece, meus amigos, é que estamos levando uma geração toda a um mundo sem volta. Estamos influenciando jovens cada vez mais cedo a fazerem coisas que não deveriam ou, se assim devessem fazer, que fosse com idade muito superior do que vem acontecendo.

    É assustador a crescente que temos de jovens se prejudicando por conta de influências dadas por seus ídolos. Mas como eu digo, cada um faz o que bem entende de sua vida e isso não deve ser algo que parta unicamente dos atletas, mas das organizações que assim regem esse tipo de campeonato.

    Não sejamos hipócritas ao dizer que as drogas deveriam ser retiradas do esporte, pois, do contrário ou o esporte acabaria, ou entraríamos em uma monotonia ridícula e chata. Fato é que esse exagero por algo inalcançável já está se tornando deprimente.

    Nos anos 60 ou 70 os atletas antes de competições estavam se bronzeando em praias, correndo, concentrando-se… Mas ao que parece hoje, eles estão em tratamentos particulares, em hospitais etc etc etc.

    Não sou eu que vou mudar absolutamente nada disto! Cabe a todos nos unirmos em prol de um esporte que já sofre tanto preconceito a fim de fazê-lo algo bonito aos olhos e a mente e não uma aberração de fatos lastimáveis!

    Pensem nisso!

    Acompanhe as outras partes deste artigo:

    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt1

    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt2

    Deixe de desculpas e vá treinar: Uma visão crítica do treinamento sério e da busca por resultados na musculação – Pt3

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    3 Comentários

    1. Rafael 4 anos atrás
    2. Guilherme 4 anos atrás
    3. douglas 5 anos atrás


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