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    Diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares: a musculação pode auxiliar no tratamento destas doenças?

    Descubra como a musculação pode ajudar no combate/tratamento da diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares, doenças que estão cada vez mais no cotidiano da população mundial!

    Cada vez mais pessoas de diversas idades, classes sociais são surpreendidas pelas mais diferentes doenças possíveis e existentes hoje. Isso porque, os hábitos de vida do ser humano têm se modificado, fazendo com que ele acarrete prejuízos nessas mudanças, que nem sempre são para melhor.

    A falta da prática regular de atividades físicas hoje pode ser considerada um dos pilares do aumento dessas várias doenças. A própria inatividade física faz com que o corpo perca funções indispensáveis para o seu bom funcionalmente, como os próprios padrões de movimento no corpo.

    Inúmeras são as doenças as quais podem submeter os seres humanos, mas algumas delas tem chamado muito a atenção pela altíssima incidência. Entre as doenças as quais tem crescido muito e se destacado pelos índices de prejuízos na qualidade de vida das pessoas e também pelos índices de problemas relacionados à mortalidade, estão o diabetes, a hipertensão e os problemas cardiovasculares.

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    Entre as formas de tratamento, como as intervenções médicas, um fator que definirá o sucesso ou o fracasso desses mesmos controles é a modificação de hábitos de vida de um indivíduo, ou seja, ele precisará comer melhor, precisará ter um melhor descanso e precisará praticar atividades físicas, ponto esse que talvez seja o mais importante.

    E para entender um pouco melhor sobre como a musculação pode ajudar a pessoas que possuem estas doenças, este é um artigo o qual falará melhor sobre cada uma e sobre como a musculação afetará positivamente cada doença. Entenderemos a seguir.

    Diabetes

    É uma doença a qual pode ser caracterizada por problemas no aproveitamento de glicose pelo corpo, devido a ausência de secreções insulínicas, mas o não aproveitamento do hormônio, sendo portanto o problema nos receptores celulares. O principal diagnóstico laboratorial para definir o indivíduo diabético é a glicemia em jejum ser maior do que 99mg/dl de glicose em jejum de pelo menos 12 horas.

    Existem dois tipos de Diabetes, o tipo I e o tipo II.

    • No tipo I: o indivíduo normalmente a tem desde quando nasce. Ela é caracterizada pela ausência na produção de insulina pelo pâncreas, devido a problemas autoimunes em suas células. Assim, esse indivíduo tem de usar de maneira exógena (externa) a insulina para que consiga ter melhor captação de glicose;
    • Tipo II: mais comum e mais associado aos hábitos de vida do indivíduo, e que normalmente dá-se em indivíduos acima de 30 anos, é caracterizada pela secreção de insulina “normal” e, às vezes até em quantidades excessivas (o que pode gerar excesso de trabalho pancreático e morte de suas células de maneira precoce), mas uma ausência na resposta celular ao hormônio, fazendo com que a glicose não entre nas células insulinodependentes. O indivíduo também fica com quadro de hiperglicemia. Nesse caso, normalmente são usados medicamentos hipoglicemiantes, mas a insulina pode ser necessária, caso o pâncreas esteja prejudicado.

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    Especialmente o diabetes tipo II deve e precisa ser tratado com mudanças nos hábitos da pessoa. Isso porque, a alimentação correta servirá como respostas glicêmicas negativas, como mecanismo no controle das taxas de glicose no sangue e poderá ser uma ferramenta para o controle nessa subida brusca de glicose sanguínea durante diversos momentos do dia, especialmente nos momentos após a refeição. Já as atividades físicas auxiliarão nos fatores hipoglicemiantes, na sensibilidade à insulina e na melhora na síntese de glicogênio, pelos mecanismos de supercompensação. As atividades físicas também auxiliam na redução de gordura corpórea, que tem sido associada, especialmente com o diabetes tipo II.

    Especialmente falando da musculação, ela pode ser de extrema importância durante o tratamento, ou até mesmo na prevenção dessas doenças. Hoje, ela é tida como uma variável a qual pode ser utilizada de maneira muito inteligente e pode surpreendentemente trazer resultados incríveis, e até melhores do que os exercícios aeróbios.

    Em primeiro lugar, os exercícios por si só são hipoglicemiantes. Além disso, eles fazem com que seja aumentada a resposta à insulina, visto que ele “forçará o corpo” a gastar mais energia e este se sentirá com a “obrigação” de captar mais energia, especialmente no tecido muscular que é insulinodependente.

    A musculação também estimulam hormônios como o GH, que é altamente lipolítico, ou seja, estimula a queima de gordura corpórea, fazendo com que haja menor resistência a insulina.

    Por fim, outro fator observado da musculação para diabéticos é o aumento da vascularização capilar, contribuindo para que haja melhor circulação.

    Hoje, as recomendações formais de musculação para a população diabética é de uma prática semanal de cerca de 50 minutos três vezes na semana, mas isso não é regra absoluta: Tudo variará de acordo com as suas necessidades individuais, condições físicas, objetivos, respostas ao treino, entre outros.

    Vale lembrar ainda que indivíduos diabéticos devem ter sua glicemia monitorada antes das atividades físicas. Níveis muito elevados ou muito baixos de glicose sanguínea (especialmente para os que usam insulina externa) não pedem atividades física, pelo contrário, nesse momento elas podem ser prejudiciais e faz-se necessário um controle prévio da mesma.

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    Monitorar a glicemia após o treinamento é também importante não só por questões de saúde, mas para entender os impactos gerados pelo treinamento e sua eficiência.

    Hipertensão arterial

    Outra doença que tem se espalhado em indivíduos cada vez mais cedo é a hipertensão arterial, conhecida como “pressão alta”. Essa doença normalmente é caracterizada por pressões arteriais maiores do que 130 por 80 mm/Hg, ou seja, pressões conhecidas como superiores a “treze por oito”, sendo que, as pressões normais são de aproximadamente 120 por 80mm/Hg, ou “doze por oito”.

    A hipertensão pode ser gerada por fatores genéticos, devido aos hábitos de vida, entre outros fatores. Entre eles, muitas pessoas acreditam que o consumo excessivo de sódio seja o principal fator, o que não pode ser descartado por completo. Mas, pontos como a obesidade em si e a própria inatividade física, aliados ao estresse, podem ser fatores muito mais agravantes e propensos a gerar a hipertensão arterial.

    A hipertensão arterial pode ser tratada via uso de medicamentos ou fitoterápicos, mas os hábitos de vida devem necessariamente ser alterados. Primeiro que o indivíduo necessitará rever sua dieta. Após isso, os exercícios físicos é que demandarão controle sob ela.

    Não é recomendável a prática de atividades físicas aeróbias por indivíduos que tenha hipertensão arterial. Isso porque, elas podem gerar ainda mais aumento na mesma durante a prática, causando até mesmo o óbito dessas pessoas em casos extremos e sem o devido acompanhamento profissional.

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    A musculação têm demonstrado grande eficácia no controle dessa doença, pois ele tem a capacidade de ser hipotensivos por efeitos rebote ainda não bem entendidos. Desconfia-se que por ele aumentar as pressões durante as atividades físicas, com o relaxamento muscular pós-treino, haverá um mecanismo rebote e vasodilatador, reduzindo assim a pressão arterial.

    Assim como no caso do diabético, esses exercícios devem ser também acompanhados por indivíduos devidamente capacitados. A pressão arterial também deve ser aferida antes, durante (se necessário) e após as atividades físicas (com o indivíduo em repouso) a fim de melhor controle na prescrição de atividades físicas e também por questões de prevenção.

    A prática semanal também de pelo menos 3X na semana estão entre as recomendações formais de atividades resistidas com pesos para esse grupo de indivíduos.

    Os problemas cardiovasculares

    Problemas cardiovasculares são a definição genérica para vários problemas que podem ser desde cardíacos, vasculares ou uma mescla deles, normalmente mais comum.

    Entre as doenças mais comuns encontradas nesse grupo geral de doenças, estão: a arteriosclerose, que diz respeito a perda de elasticidade nos tecidos vasculares, a aterosclerose que é o entupimento e/ou a obstrução do fluxo sanguíneo nos vasos, responsável pelas doenças isquêmicas, o infarto agudo do miocárdio, o infarto fulminante, as doenças coronarianas e etc.

    Sabe-se que tanto os fatores genéticos (que não são modificáveis, mas podem ser atenuados), quanto os fatores modificáveis, relacionado ao estilo de vida do indivíduo, podem fazer com que haja melhora ou piora em seu quadro.

    Entre os fatores genéticos, podemos citar o envelhecimento (avanço da idade), a genética e o gênero do indivíduo, uma vez que sabe-se que homens tem demonstrado maiores propensões ao desenvolvimento de doenças cardio circulatórias. Já entre os fatores modificáveis estão as dislipidemias (que podem gerar a aterosclerose, o aumento excessivo do colesterol, o aumento de propriedades inflamatórias nos vasos sanguíneos etc), a obesidade, diabetes, hipertensão arterial, o tabagismo e próprio sedentarismo.

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    Neste caso, a musculação também é mais seguro do que exercícios aeróbios, pelos mesmos motivos. Os benefícios atingidos também são próximos e pelos mesmos mecanismos do que no caso da hipertensão arterial. Porém, ainda observa-se uma melhora no rendimento cardíaco em si, assim como no próprio tecido cardíaco. Porém, para que haja real eficiência nessa prática, o indivíduo também deve ser acompanhado antes e depois do treino, ter sua pressão arterial devidamente aferida e os batimentos cardíacos também, o que, em repouso, devem estar em torno de 65bpm.

    Especificamente, os exercícios podem contribuir com a redução na frequência cardíaca de repouso, diminuindo a pressão de repouso; melhorando o consumo de oxigênio, aumento do metabolismo basal, melhora no volume sistólico, de retorno de sangue ao coração e da função pulmonar e melhora na função ventricular.

    Quaisquer alterações durante as atividades físicas no estado de bem-estar do indivíduo com problemas cardiovasculares deverão ser atentamente observados pelo profissional que acompanha o indivíduo e quando necessário, os exercícios devem ser suspensos. Tanto o profissional quanto o indivíduo, jamais devem ser negligentes com esse fator, pois ele poderá trazer sérias consequências, como o óbito

    Conclusão:

    A musculação é uma prática de atividades físicas a qual demonstra não somente benefícios estéticos, mas pode trazer benefícios os quais auxiliam no tratamento e na prevenção de inúmeras doenças, entre eles o diabetes, a hipertensão arterial e os problemas cardíacos.

    Porém, para que ela tenha boa eficiência, faz-se necessário o acompanhamento multidisciplinar (médico, nutricionista, educador físico, psicólogo, fisioterapeuta etc) e uma mudança postural nas atitudes e hábitos do indivíduo, incluindo sua alimentação, uso de drogas, nível de descanso. Do contrário, elas não apresentarão os benefícios os quais podem ser grandemente atingidos.

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