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    Dicas para o planejamento de viagem do praticante de musculação

    Aprenda algumas dicas para que você possa se planjear na hora de viajar por longos ou curtos períodos.

    Costumo dizer que a musculação é o esporte mais gratificante que já conheci, mas, ao mesmo tempo também é o esporte mais ingrato que pode haver. Isso porque, por um lado, ela poderá ser sua aliada em aspectos relacionados não só ao físico, mas a mente e saúde também. Entretanto, os efeitos de alguém que praticou por um tempo considerável esse esporte e, depois larga é certamente devastador.

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    Entre esses efeitos, podemos citar os psicológicos, os de saúde e claro, inevitavelmente os estéticos, que muitas vezes são os primeiros a serem vistos. Aqueles quilos de massa muscular que você conseguiu com sacrifício, trocados por gordura subcutânea e uma tremenda retenção hídrica. Mas ok, não quero falar sobre desistência, mas sim, sobre persistência.

    Algum tempinho atrás, antes do meu campeonato no estreantes IFBB SP, viajei para a cidade de Ribeirão Preto para visitar um dos maiores e mais respeitados ginásios de fisiculturismos do Brasil e do mundo, a Meca, ou a Sardinha’s Gym de ninguém menos do que o Mestre Fernando Luiz Sardinha. Na realidade, a viagem não acabou, propriamente dita. Hoje, dia 10-03-2012 exatamente as 03:53h da manhã, após treinar, comer, bater fotos, fazer um tour por Ribeirão Preto de moto e claro, dar muitas risadas entre amigos, estou em São Paulo e, decidi parar para escrever um pouco.

    Quando surgiu a proposta de ir para lá, assim como quando surge a proposta de sair ou fazer algo que fuja da minha rotina, as duas primeiras coisas que me vem a mente e que sei que não posso negligenciar são: Dieta e treino. Sim, esses dois fatores que contribuem para o bom desenvolvimento de qualquer fisiculturista ou até mesmo de qualquer pessoa que deseje um corpo bom. Fatores esses que muitas vezes não são seguidos simplesmente por desculpas ou por falta de uma real força de vontade. Quanto ao treino dessa vez, não tive muito o que inventar, afinal, orientado pelo Mestre, não poderia ser mais produtivo. Além disso, eu estava indo para uma academia, propriamente dita. Entretanto, mais uma coisa a se preocupar é onde treinar. Por isso, conhecer o local ou pelo menos se informar com antecedência e traçar rotinas para academias no período em que você estiver lá é mais do que fundamental. Mas, certamente e apesar de tudo, longe de casa, longe das coisas próprias da sua dieta, fica um pouco mais difícil mantê-la correta. Por mais que na geladeira da Meca não tenha nada mais do que comida de bodybuilder, você não conseguirá manter 100% da sua dieta como escrita no papel. Isso é, sem contar que ainda temos as horas decorrentes da viagem, nas quais você deve se alimentar, temos os tempos de esperas nos locais e assim por diante.

    Desta forma, sabendo que em lugar algum que não seja a minha casa eu conseguirei seguir a dieta de forma precisa, algumas medidas precisam ser tomadas (e de fato foram) quanto a isso. Assim, quero compartilhar um pouco com vocês como foi a preparação e como foi o planejamento da viagem.

    Passo 1: # Definir o tempo que irá ficar lá

    Como eu sabia que iria ficar apenas 1 dia, não teria muito mistério para saber o que levar. A primeira coisa na qual eu deveria me preocupar era com a refeição pré-treino, que certamente deveria ser muito bem feita, afinal, treinar naquele nível não é algo que se consiga fazendo dieta metabólica ou coisas do gênero (hahaha!)…

    A segunda preocupação era como me alimentar no ônibus. Ingerir apenas shake ali poderia causar algum desconforto gastrointestinal dependendo do tipo de proteína e do tipo de carboidrato que fosse utilizar e, ao mesmo tempo, poderia me dar a sensação de estômago muito cheio. Apesar da praticidade de shakes, devo dizer que eles não fazem parte da minha preferência justamente por esse certo desconforto e inchaço que eles me causam.

    Então, o que fazer? Simples, começar a preparar as marmitas! Para isso, nada melhor do quem potinhos que você compra em qualquer loja ou supermercado com tampa e uma bolsa térmica. Obviamente, o grau de isolamento da bolsa deverá ser maior caso a viagem seja extremamente longa, a fim de prevenir o surgimento ou a proliferação de microorganismos.
    Como faço cerca de 8 refeições por dia, então, seriam necessárias 5 ou 6 marmitas e mais os shakes pré e pós-treino. Além disso, tratei de organizar a suplementação que iria utilizar. Bolsa de bodybuilder NÃO pode faltar proteína em pó para um caso de emergência!

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    Passo 2: #Definir os momentos de maior e menor atividade

    Quando viajamos, talvez algumas modificações necessitem ser feitas no consumo energético. Em primeiro lugar, se os horários mudarem, a dieta devem mudar a distribuição dos macro-nutrientes. Além disso, lembre-se que durante viagens, você normalmente está parado, sentado, ou seja, com um gasto energético baixíssimo. Isso significa que um menor consumo de fontes energéticas de fácil utilização pode ser necessário. Neste caso, consuma menos carboidratos, opte por boas porções de proteínas e, se possível adicione também um pouco de lipídio nessas refeições. Eu, particularmente preferi o velho peito de frango com amendoim e vegetais.

    Nos momentos com maior atividade, você deverá consumir mais glicídios, é claro! Portanto, não negligencie esse fator ou inverta a ordem das coisas.

    Passo 3: #Hidratação

    Se você costuma se hidratar corretamente, certamente perceberá por si só que há algo de errado durante a viagem caso essa hidratação não seja feita da maneira adequada. A impossibilidade muitas vezes de ter água disponível durante o trajeto de viagem e, água que possa ser consumida sem esforço (leia-se água que não esteja fervendo e/ou morna)é difícil, por isso é inevitável que você, no mínimo arrume alguma forma de levar água suficiente para si. Lembre-se da bolsa térmica ou aqueles velhos saquinhos congelados de gelo térmicos que colocamos em garrafas que podem ser grandes amigos nessa hora!

    Passo 4: # Não esqueça de suplementos importantes

    Caso a alimentação seja inviável, ou mesmo para complementá-la, a utilização de suplementos de importância básica podem (e diria eu que devem) ser utilizados. Entre eles estão os BCAAs, auxiliando no anticatabolismo, a creatina (mesmo que não treine, é importante manter os níveis de creatina estáveis no corpo), a boa e velha indispensável proteína (dê preferência para a caseína ou para blends protéicos. Procure não dar ênfase na albumina caso você tenha problemas gástricos, envolvendo desde flatulência até lotação estomacal (sempre repito isso, pois, particularmente é algo que me incomoda MUITO!)). O mesmo vale se for consumir algum produto que contenha glúten como aveia, pães (os que não são isentos de glúten, claro!), derivados de trigo etc…

    Passo 5: # Procure manter o intestino regularmente funcionando

    Uma das últimas coisas que se adapta, seja em fuso horário ou a situações diferentes no corpo humano é o intestino quando é bem regulado. Ao menos que você não tenha essa condição normal de regulação e evacue em qualquer momento, ter um momento específico onde há a evacuação é não só importante, mas confere certeza de que as funções intestinais, extremamente importantes estão em dia.

    Para isso, é necessário que a dieta como um todo esteja bem regulada, com alimentos ricos em fibras (mas, por favor, não exagerem!!!!), uma hidratação adequada e, em outros casos, a utilização de probióticos aliados a prebióticos também pode ser extremamente válido.

    Durante uma viagem, procure não segurar quando for hora de evacuar. Digo isso pois, muitos indivíduos, em especial mulheres tem dificuldades em evacuar fora de casa, o que pode acabar sendo um enorme transtorno e o que pode resultar em uma constipação intestinal de diversos níveis.

    Lembram-se da bolsa térmica? Pois bem, ela pode ser extremamente útil para carregar uns vegetais fibrosos na marmita. Obviamente, você deve selecionar bem esses vegetais e armazená-los da melhor maneira possível.

    Lembram-se também da hidratação? Consumir fibras sem uma adequada hidratação é implorar por constipação intestinal, por isso, não negligencie a ingestão de água.

    Passo 6: # Cuidado com intoxicações

    Não é incomum vermos indivíduos que viajam e adquirem algum tipo de intoxicação, seja bacteriana, viral ou outra qualquer. Portanto, tomar alguns cuidados com o que se consome, sejam líquidos ou bebidas ou com o simples fato de levar a mão suja na boca são essenciais.

    Uma outra coisa que também deve ser observada é a maneira de armazenar os alimentos para o transporte, principalmente em dias de calor. Manter uma temperatura o mais baixo possível, caso não seja possível o reaquecimento do alimento é fundamental. Lembre-se que um distúrbio gastrointestinal pode arruinar não só seus ganhos, fazendo o ficar inapetente, desidratado e fazendo-o perder peso, mas, também arruinará sua viagem! Seja esperto!

    Conclusão:

    Apesar da correria e das preocupações, vale a pena tomar alguns cuidados básicos na hora de viajar! Certamente, com medidas de precaução, a viagem será um sucesso e você manterá seus ganhos, fechando-a com chave de ouro!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    2 Comentários

    1. Jonathan 3 anos atrás
    2. Philipe 4 anos atrás


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