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    Dieta com restrição de nutriente é conveniente ao praticante de musculação?

    Descubra se as dietas que tem base em restrição de determinado nutriente é válida para praticantes de musculação que buscam saúde e estética.

    A dieta voltada ao praticante de musculação é específica o suficiente para dizermos que foge dos padrões comuns sociais de nutrição. Isso quer dizer que enquanto a maioria das pessoas consegue se nutrir de maneira viável apenas utilizando seus instintos como a fome, a vontade, o paladar e outros fatores básicos, um praticante de musculação necessita de uma nutrição equilibrada e pré-estabelecida, programada de acordo com suas necessidades individuais e objetivo.

    Restringir nutrientes é conveniente ao praticante de musculação?

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    O fato de comer por comer ou comer para manter-se vivo não é suficiente para quem busca resultados, principalmente estéticos. Muito mais do que isso, o praticante de musculação precisa saber escolher quais alimentos ingerir e saber quais deve retirar de seus hábitos alimentares. Mas e quando essa retirada começa a ser descontrolada, será que isso pode apresentar prejuízos ou essa retirada de nutrientes é mesmo necessário?

    Frente a tantas inclusões de ideias popularizadas pela mídia e pelos “achismos” nos veículos de comunicação, nos deparamos com uma gama de informações: “Retire o glúten.” “A lactose engrossa a pele.” “Retire os carboidratos da dieta.” “Não consuma derivados animais.”. E essas são só algumas das observações que você já deve ter ouvido por aí. Isso, sem contar dietas como um todo que retiram muitos outros grupos alimentares, por exemplos podemos citar a dieta paleolítica, as dietas cetogênicas extremas, a dieta mediterrânea, a dieta de Jesus Cristo e etc. Então, cabe a nós conhecer alguns pareceres básicos para julgá-las e aproveitar apenas as que efetivamente gerarão benefícios.

    Por que se populariza tanto a retirada de nutrientes da dieta?

    Retirar um nutriente da dieta significa deixá-la mais restrita e isso influencia DIRETAMENTE no balanço energético, a não ser que haja substituição. Por exemplo, um dos pedidos mais comuns que vemos por aí é para retirar o glúten, uma proteína ocorrente em alguns alimentos como a cevada, a aveia e o trigo. Ao retirarmos o glúten da dieta, retiramos todos os alimentos derivados de trigo, como o macarrão, a aveia, os pães, os bolos, as massas em geral (que contenham glúten), bolachas e biscoitos, além de outros tantos produtos. O fato é que essa proteína por si só não existe comprovação de que possa fazer algum tipo de mal ou tampouco aumentar o índice de gordura corpórea. Ela deve ser evitada apenas por indivíduos com doença celíaca. Assim, um indivíduo que passe a não consumir glúten, não consumirá esses alimentos todos e não fazendo grandes substituições, o que temos? Uma redução energética e uma redução do peso. O resultado é que muitos passam a acreditar que o glúten era o problema, quando não é! Uma alimentação equilibrada contendo glúten certamente não ocasionaria problema e ainda assim obteria bons resultados. Além disso, a retirada do glúten interfere no fornecimento de importantes vitaminas e minerais os quais esses alimentos podem ser fonte, como as vitaminas do complexo B, o cálcio, a vitamina A e outros. Portanto é totalmente desnecessário e muitas vezes até maléfico seguir essas diretrizes dietéticas.

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    Um outro nutriente que bastante é falado é a lactose, nutriente esse presente no leite. Esse nutriente é citado como responsável pelo aumento da espessura da pele, aumento da gordura corpórea, causador de problemas intestinais, quando na verdade nos dois primeiros casos não há nada que comprove tais afirmações e no terceiro caso, apenas apresentará esses efeitos em indivíduos intolerantes a lactose, ou seja, que não tem a capacidade de digerir tal carboidrato pela falta enzimática. Há muitas dietas que restringem o consumo de lácteos. Essas dietas podem apresentar efeitos como deficiências de cálcio, deficiências de vitamina D e mesmo afetar a ingestão proteica da dieta, visto muitos lácteos como o leite ou queijos magros serem boas fontes de proteínas.

    Diferença entre diet e light

    Há pessoas ainda que optam apenas pelo consumo de alimentos diet e light, e de maneira errada imaginam estar acrescentando benefícios para a saúde, quando na verdade podem estar é prejudicando-a. Alimentos diet e light possuem especificações diferentes, sendo os light para reduções em algum nutriente ou energia de pelo menos 25% da versão original e os diet destinados para diabéticos, ou seja, indivíduos com restrições à sacarose. O que acontece é que esses alimentos, para terem uma aceitação de paladar, recebem muitos aditivos e edulcorantes, sendo muitos deles bastante citados como ruins para a saúde, tais quais o aspartame. Além disso, muitos alimentos diet chegam a ser mais calóricos ou apresentam mais gordura do que a versão original. Desta forma, o simples consumo pelo consumo de alimentos diet/light em nada apresentará benefícios. Mais do que isso, é necessário equilibrar adequadamente o consumo de todos os tipos de alimentos.

    E os indivíduos que vivem a base de alimentos integrais? Sim, esses alimentos possuem ótimas vantagens e devem estar presentes em nossa dieta. Entretanto, muitas vezes eles tornam-se prejudiciais, principalmente em excesso. Eles, pelo excesso de fibras, podem inibir a absorção de alguns macronutrientes, causar desconfortos gastrointestinais, causar empachamento e outros problemas. Assim, não é necessário também tirar todos os alimentos refinados da dieta. Não há nada de mais em comer arroz ou macarrão que não sejam integrais. Lembre-se que se o problema for o índice glicêmico, essa teoria já caiu por terra e hoje fala-se em carga glicêmica da refeição, interagindo assim todos os nutrientes presentes nesta.

    E nessa continuidade, poderíamos continuar falando de mais outras tantas retiradas, como a da gordura saturada, os derivados de carnes e assim por diante.

    Mais importante, seja para a redução da gordura corpórea, manutenção do peso ou mesmo aumento da massa muscular é manter uma dieta equilibrada que atenda suas demandas nutricionais.

    Conclusão:

    O consumo responsável por alimentos é algo fundamental para que possamos fornecer ao máximo nutrientes benéficos ao corpo. Diante de uma busca por alimentação natural e o mais saudável possível, muitos indivíduos passam a acreditar que a brusca retirada de simples compostos farão diferença ou que resultarão em algo significativamente vantajoso. Mais do que isso, talvez seja necessário evitar alguns nutrientes, como as gorduras trans, entretanto retirar alguns outros da dieta e restringir uma gama de alimentos, pode ser uma busca pela inferiorização da saúde, performance e resultados.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    Um Comentário

    1. Rafael 3 anos atrás


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