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    Dietas alternativas são eficientes ou não?

    Descubra se os métodos de dietas alternativas, como dieta da sopa ou da lua, são métodos eficazes ou apenas jogadas de marketing para vender algo.

    Que dieta é importante, isso qualquer um está “careca de saber”. E que, dieta está intimamente associada com a qualidade de vida, com o desempenho no esporte e nas atividades do dia-a-dia, com a prevenção/atenuação/remediação ou até mesmo atração de doenças, todos também já ouviram falar.

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    Porém, entre um comercial ou outro de televisão ou uma propaganda de revistas, nos deparamos com a “nova proposta dietética” da vez, a qual pode representar o surgimento de um possível sucesso (e que, na realidade, quase sempre termina em fracasso). E assim, muitos começam a seguir esses sistemas, sem ao menos conhecer suas reais propostas e efetividades científicas.

    Porém, se tratando do corpo e da saúde, cabe-nos pensar se realmente vale a pena segui-las, frente a sua efetividade e, claro, frente a segurança que podem conferir. Portanto, conheceremos e discutiremos a respeito de alguns aspectos dos “métodos de dietas alternativas”.

    Dieta

    Quando o assunto é necessariamente a alimentação, as particularidades são muito específicas e grandiosas. Em primeira instância, considera-se os hábitos gerais da cultura a qual a pessoa viva, ou seja, a forma de se alimentar, os alimentos típicos, alimentos não apreciados por essas pessoas, a disponibilidade de alimentos, as preparações típicas, entre outras. Não menos importante, passamos também a considerar a individualidade fisiobiológica do indivíduo em questão, ou seja, suas necessidades nutricionais, suas preferências, seus objetivos, suas tendências, suas rejeição por determinados alimentos, a disponibilidade financeira, entre outras.

    Logo, generalizar quaisquer tipos de dietas pode ser considerado um erro muito grande e é por isso que as próprias recomendações diárias (IDRs) são apenas uma diretriz (imprecisa) de como não cair em quadros de subnutrição.

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    Mesmo diante de todos esses aspectos, cada vez mais é possível observar métodos e alternativas dietéticas as quais utilizam as mais diferentes diretrizes, com os mais diferentes objetivos e as ideias mais mirabolantes possíveis (e muitas vezes, incabíveis, por sinal).

    Quem nunca ouviu falar da tal “Dieta da Lua”, ou da “Dieta Paleolítica”? Quem nunca pensou em fazer a “Dieta metabólica” ou a “Dieta da Sopa”? Pois bem… E essas são só algumas das infinitas criações existentes.

    Porém, se a dieta é individual e essas propostas são muito generalizadas, por que muitas pessoas se dão bem com essa ou aquela dieta? E, se realmente elas tem uma efetividade, por que nem sempre são bem seguidas? Elas podem ser consideradas eficientes? Qual é seu real impacto para o praticante de musculação? Essas e outras questões, debateremos a seguir, diante a alguns argumentos.

    A individualidade fisiobiológica

    Apesar dos aspectos sociais serem importantes quem deve ser o observado primeiro são os aspectos fisiobiológicos individuais da pessoa em questão. Isso porque, questões nutricionais muitas vezes são mais relevantes do que questões pessoais, por exemplo, uma pessoa que tem deficiência de X ou Y nutriente e este está presente em alimentos que ela não gosta, ela terá de comer, mesmo que aos poucos, para ir adaptando seu corpo a aceita-los, a fim de minimizar esses problemas, tornando assim um hábito.

    Porém, além das questões de saúde, devemos considerar as questões para suprimento normal de micro e macronutrientes em indivíduos saudáveis. Para isso, até podemos levar em consideração suas preferências, sua cultura, mas sempre tomando cuidado para não deixar isso prevalecer o aspecto de saúde.

    Por fim, temos de considerar os gastos e o objetivo que a pessoa tem em iniciar novos hábitos alimentares: Ela quer emagrecer? Quer manter o peso e aumentar a qualidade de vida? Precisa ganhar peso? Quer ganhar massa muscular? Precisa melhorar seu desempenho esportivo? Todas essas e outras questões devem previamente ser respondidas.

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    Agora, se formos avaliar questões de dietas “da moda” ou “alternativas”, essas prescrições são muito gerais: “Consuma X porções de Y alimentos por dia”, “consuma 2 colheres de sopa de azeite…” Ora! Como podemos definir QUANTIDADES sem levar em consideração tudo o que foi mencionado anteriormente? Ainda, suponhamos em uma dieta que a pessoa tenha alguma dislipidemia e decida seguir um protocolo dietético o qual envolva uma dieta hiperlipídica… Imagine o estrago que pode ocorrer.

    Então, é sempre bom ter cuidado e entender que suas necessidades individuais são únicas.

    Questões sociais

    Muitas dietas propõe protocolos os quais não podem ser seguidos por todos. Vejamos, por exemplo, a dieta do mediterrâneo: Altíssimo consumo de azeite, altíssimo consumo de peixes, de resveratina presente no vinho e etc. Isso é saudável? Sim, sem sombra de dúvidas… Mas sabendo que um azeite de boa qualidade custa pelo menos 30 reais (diferentes desses vistos nos mercados mais comuns), um peixe de água profunda de boa qualidade não custa menos do que 55 reais o kg e um bom vinho passa da casa dos 100 reais, quantas são as pessoas que, por exemplo, no Brasil ou em países da América do Sul conseguem manter isso por anos, sem quaisquer interrupções? As questões financeiras são limitantes nesse processo.

    Além disso, qual é a disponibilidade para a obtenção desses alimentos? Será que todas as pessoas, por mais dinheiro que tenham, conseguem um acesso fácil em seu país de origem? Muitas vezes não, e é por isso que é totalmente irracional achar que quaisquer populações possam seguir esses métodos.

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    É necessário, mesmo dentro de alimentos, entender as questões financeiras da pessoa, por exemplo, nada adianta ter carne de monte no Brasil, sendo que um indivíduo não consegue comer carne 2-3X ao dia, pois isso lhe custa pesado demais no bolso. Também não adianta querer que um japonês coma carne frequentemente, visto que no Japão praticamente não há carne vermelha, e quando há, o preço é exorbitante.

    É aquela mesma velha história de nutricionistas metidos a naturalistas, que levam seus pacientes a um dieta “gluten free”, a qual custa muito mais caro, afinal quinoa, amaranto, macarrão de grão de bico e outros são muito mais caros do que macarrão tradicional, aveia e o próprio pão integral.

    Portanto, esse é mais um problema observado a essas dietas alternativas que tanto são propostas.

    E como algumas pessoas se beneficiam dessas dietas?

    Ora! É uma questão clara! Logicamente vai calhar de a dieta ser de acordo (ou próxima) às necessidades individuais de uma ou outra pessoa, vai calhar dessa mesma pessoa ter boa disponibilidade financeira e não ter empecilhos sociais, podendo então ter bons resultados com as mesmas.

    Porém, não podemos generalizar esse quadro todo. Esses são casos a parte. Além disso, temos de considerar duas hipóteses: A pessoa não poderia ter tido bons ou até melhores resultados com uma dieta mais convencional? Eis as questões…

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    Se beneficiar com um protocolo dietético também não indica que ele será mantido para a vida toda, nem que os resultados por eles obtidos são realmente duradouros. Podem muito bem ser passageiros (como muitas dessas dietas para perda de peso rápida) e não criarão HÁBITOS alimentares, que tanto mencionamos no início do artigo.

    Por fim, muitas pessoas que comem realmente muito mal e iniciam um protocolo alimentar, passam a ter resultados, porém elas apenas saíram de uma zona péssima de vida e passaram a ser mais regradas. Isso não indica também absolutamente NADA!

    Conclusão:

    Podemos chegar ao pensamento de que dietas alternativas não são as melhores escolhas, sejam para indivíduos que visam ou não performance. Muito mais interessante, é ter uma dieta adaptada às suas necessidades individuais e ao seu objetivo, levando em consideração todos os aspectos mencionados durante o texto.

    Cabe-nos julgar o que será melhor para nós e o que preservará nossa saúde e será duradouro.

    Boa alimentação!!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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