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    Exercícios funcionais: Realmente funcionam para o praticante de musculação?

    Descubra se os exercícios funcionais são bem-vindos em nossa rotina de treinos voltado para a musculação e aprenda como inseri-los.

    Esses dias, no treinamento de dorsais, estava finalizando o mesmo com algumas séries em hiperextensora, buscando um trabalho na região lombar e um fortalecimento das paravertebrais. O exercício estava sendo realizado não com anilhas, mas com a barra apoiada no deltoide posterior, como no exercício bom dia em pé. Todavia, fui atentado por dois colegas que se eu fizesse o exercício de uma diferente forma, iria ativar melhor as determinadas regiões as quais buscava o foco e o que eu estava fazendo iria valorizar melhor uma outra região (mais inferior), próxima do glúteo máximo.

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    Tentei executar o exercício da forma proposta e realmente eles tinham razão… Começamos então a conversar um pouco sobre o assunto e um desses colegas se propôs a compartilhar comigo alguns exercícios funcionais para o fortalecimento da região em questão. Obviamente, topei. Devo dizer que não sou lá dos mais adeptos a treinamentos funcionais, entretanto não posso ser cético ao ponto de dizer que eles não tenham aplicabilidade e não sejam eficazes.

    No dia seguinte, por acaso, reencontrei esse colega em outra academia, e então ele pôde compartilhar o que disse no dia anterior. E percebi que muito do que tivemos discutindo um dia antes, fazia total sentido. Mas, o papo continuou e passamos a falar sobre a funcionalidade de alguns exercícios que acabam sendo negligenciados por bodybuilders. Ainda, falando sobre essas funcionalidades, comentamos um pouco sobre as invenções que na prática até possuem efetividade, mas que não valem a pena pelo risco ao qual expõe o corpo. Situações eminentes de perigo!

    Mas afinal, apesar de toda aplicabilidade que há de exercícios e adaptações individuais, vale a pena inserir elas em um treinamento?

    Exercícios funcionais

    Um treinamento funcional pode ser descrito como uma prática não básica que seja utilizada de maneira flexível, em determinados dias pré-estabelecidos e respeitando sempre as individualidades da pessoa. Os exercícios funcionais são aqueles que além de executar a função básica do exercício proposto, ele também traz outros benefícios, melhorando a condição da execução de tal exercício no futuro. Por exemplo, exercícios com bola nas costas pode ajudar a executar melhor os exercícios como agachamento, melhorando também a postura. Enfim, exercícios funcionais são exercícios que além de exercitar, possuem benefícios e funções extras.

    Sabendo disso, temos que entender que os exercícios funcionais entram no treinamento com excelência desde que aplicados como COMPLEMENTO, e não como forma de aumento de massa muscular.

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    Sem sombra de duvidas, se parássemos para entender melhor esses exercícios e passássemos a praticá-los, melhores seriam nossos resultados, fiscalmente e para a saúde.

    Os exercícios funcionais são muitos e podem ser classificados de diversas formas, tais quais exercícios específicos para reabilitações de lesões, treinamentos funcionais para o auxílio na perda de peso, para melhora do condicionamento físico (incluindo itens como a estabilidade, a coordenação motora) e etc. Portanto, não é qualquer exercício que terá uma funcionalidade para você, sendo que seu objetivo e suas necessidades individuais devem ser consideradas.

    Invenções funcionais

    Do contrário dos exercícios funcionais, as invenções funcionais são modos de executar exercícios tradicionalmente conhecidos, mas com algumas adaptações as quais podem ou não ser conveniente, a depender da adaptação em si e do atleta que se está fazendo.

    Imagine, por exemplo, que ao vermos Ronnie Coleman no auge, em seus DVDs executando a rosca francesa com halteres (duas mãos) sentado, seus cotovelos estão extremamente abertos, assim como no DVD de Dennis James o atleta para executar o desenvolvimento de ombros no Smith com barra pela nuca angula o banco em cerca de 80-85% ao invés de deixa-lo reto. Essas podem ser consideradas as tais invenções funcionais. Isso porque são invenções que FUNCIONAM às necessidades daqueles atletas. Imagine que seria impossível Ronnie com seus 140g executar uma rosca com os cotovelos aproximados pelo simples fato de que o seu dorsal tornaria impossível essa realização. O mesmo vale no caso de Dennis James, o qual pelo tamanho do tronco, necessita de tal angulação no banco. Apesar dessas adaptações serem funcionais, ELAS SÃO FUNCIONAIS AOS ATLETAS e não a quaisquer indivíduos.

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    Muitas vezes, pessoas começam a criar e/ou inventar exercícios os quais podem trazer grandes prejuízos. Sem conhecer os reais impactos biomecânicos daquele(s) movimento (s) passam mais a degradar suas condições do que ajudar no treino.

    Portanto lembre-se, invenções funcionais são adaptações que foram criadas devido a necessidade de executar um exercício, mas como algo impede de ser executado de forma normal e correta, elas precisam ser inventadas para dar o estímulo daquele exercício.

    Equipamentos funcionais

    Existem inúmeros equipamentos para tipos de treinamentos funcionais: bolas, bolas medicinais, rolos, cordas, elásticos de diferentes tensões, hand grips, caixotes e outros tantos apetrechos. Você deve ser bem orientado para saber quando e como usar cada um destes, do contrário a efetividade do exercício fica comprometida. Além disso, devemos considerar que esses equipamentos devem ter boa qualidade, afinal a sua segurança em primeiro lugar, devem ser os mais próprios a você (em tamanho, tensões etc) e sempre estar em boas qualidades de uso.

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    O uso ou não de equipamentos é algo ainda questionado, visto que muitas pessoas possuem certo grau de resposta a exercícios com o próprio corpo. Entretanto, vale avaliar cada caso como único para propor as melhores diretrizes e seguimentos de treinamentos.

    Mas então, devemos ou não inserir exercícios funcionais em nossa rotina?

    Se você é um atleta profissional de bodybuilding, diria que sim, mas se você é uma pessoa que busca melhor qualidade de vida e estética, diria que COM CERTEZA SIM!

    Exercícios funcionais tem muito a acrescentar a indivíduos profissionais no fisiculturismo ou não. Para atletas fisiculturistas, ele pode incrementar benefícios que variam desde a liberação miofascial, o fortalecimento de paravertebrais, pode auxiliar no aumento do equilíbrio, o que auxiliará em altas cargas a manter o controle, entre outros. Agora, para indivíduos que apenas buscam qualidade de vida e estética, eles podem incrementar ainda mais benefícios que são intermináveis. Além dos acrescentados aos bodybuilders, eles ainda poderão aumentar sua capacidade cardiovascular, resistência aeróbica, resistências prolongadas e etc.

    Porém, não podemos dizer que quaisquer exercícios funcionais funcionem ou tampouco que esses exercícios devam tomar espaço da musculação, que ainda deve ser o foco principal. Não podemos esquecer que esses são apenas COMPLEMENTOS e sem uma base fundamentada (com o trabalho resistido com pesos) nada adiantará.

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    Exercícios funcionais são interessantes quando você não consegue corrigir alguns pontos os quais não conseguem ser devidamente preenchidos com a musculação. Dessa forma, eles atuarão como coadjuvantes importantíssimos.

    LEIA MAIS: Treinos funcionais valem a pena para o praticante de musculação?

    Para bodybuilders muitas vezes isso só se torna necessário em casos de atletas muito avançados, os quais começam a utilizar de novas técnicas para obter novos ganhos. E isso é interessante uma vez que para atletas iniciantes, adaptá-los com muitos estímulos pode não ser muito viável. Mesmo assim, com esses atletas avançados, a necessidade de olhar o volume de treinamento, a adição de novas atividades físicas (e consequentemente maior gasto energético e maior dificuldade na recuperação) deve ser precisamente mensurada, uma vez que ao invés de ajudar, pode acabar destruindo seus objetivos.

    Então sim! Vamos incluir exercícios funcionais em nossos treinos e deixá-los ainda mais completos!

    Conclusão:

    O treinamento funcional vem evoluindo cada vez mais nos últimos anos. Desde a era básica, ao fitness e, atualmente, com os inúmeros conceitos que podem ser descritos pelas teorias Wellness. De maneira peculiar ele inclusive é um dos carros chefes presentes hoje a maioria das academias de musculação, seja qual for o público alvo. Com sua evolução, técnicas foram surgindo e inovações também tem surgido, fazendo com que o mercado de marketing e fitness se focasse nessa área.

    Apesar disso, os exercícios funcionais podem representar benefícios extras aos praticantes de musculação em geral, sejam eles em estado de competição ou não. Ele incrementará ganhos tanto físicos quanto neuromusculares e neurológicos também. Inserindo duas ou três vezes algo funcional em sua rotina de treinos, certamente já teremos quase todo o poder de incrementar resultados duradouros e que consolidam-se com os obtidos na musculação básica.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    Um Comentário

    1. Antonio Junior 1 ano atrás


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