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    Exercícios isolados valem a pena durante o período de offseason?

    Exercícios isolados são bons para por no treino quando o objetivo é ganho máximo de massa muscular?

    Como todos já estamos carecas de saber, o período de offseason é aquele em que o atleta se encontra buscando o aumento de massa muscular da maneira mais otimizada possível, anabolizando seu corpo através de protocolos dietéticos, de treinamento, periodização e descansos específicos e que possam atender suas necessidades individuais. E será que exercícios isolados nesta época é algo válido?

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    Normalmente, durante o período de offseason, opta-se pelo básico. Nada é muito figurativo aqui e tampouco enfeitado. Ingere-se mais calorias do que no período de definição muscular (sempre procurando controlar a gordura corpórea, mas, ao mesmo tempo sem dar grande importância a querer manter-se seco), treina-se normalmente com mais peso pela maior disposição do corpo, quando comparado a um déficit de calorias, usa-se (aos que usam) drogas com maiores chances de ocasionar algum tipo de retenção hídrica, ingere-se maior quantidade de sódio, de glicídios e o uso de suplementos normalmente não vai muito além do que a utilização de proteínas e aminoácidos, suplementos compensadores energéticos e algum ergogênico como a creatina. Para os mais adeptos, a continuidade da utilização de um ou outro estimulante também pode acontecer.

    Mas, especificamente falando do treinamento do bodybuilding, se há uma regra que existe e que é aplicável a QUALQUER natureza de treino é: Treinar com o máximo de intensidade possível. E, quando falo de intensidade, não me refiro a levantar muito peso, mas, fatores inúmeros que possam deixar seu treino suficientemente capaz de estimular o corpo a obter uma ÓTIMA resposta anabólica no período de recuperação. Entretanto, como dito, é inquestionável que por questões fisiológicas e momentâneas, no offseason, o incremento de calorias, o aumento no consumo de glicídios, sódio e outros fatores mais, fazem com que se possa treinar com mais peso ainda (o que, mesmo se feito da maneira incorreta, não poderá ser chamado de intensidade máxima, concorda?). Também pudera: Além de todos esses fatores dietéticos, contamos com a utilização de exercícios compostos e básicos que realmente requerem boas cargas por sua própria natureza. Um supino reto ou um agachamento livre, por sua própria característica e pelas características dos músculos alvo desses exercícios, normalmente levam mais peso do que uma rosca unilateral de tríceps francês ou uma rosca concentrada, não é mesmo? Tudo isso, deve-se aquela “falta de enfeite” ou opção pela simplicidade no offseason. Mas, será que podemos então dizer que não compensaria a utilização de exercícios isolados e novas tentativas de exercícios que possam gerar um grau de dificuldade maior para execução e, consequentemente um bom overloading na musculatura?

    Se, por um lado o offseason é um período que devemos optar pelo simples, por outro, é o período que temos chances de errar com mais frequência ou simplesmente de errar. Na fase de definição muscular ou, principalmente para os competidores, a fase de contest deve ser realizada da forma mais precisa possível. Para um atleta em palco qualquer MÍNIMO detalhe fará a diferença, seja em definição, volume, simetria ou proporção. Assim, considero que, se temos de errar, efetivamente que esses erros aconteçam no offseason onde teremos muito mais tempo para acertar ou reparar esses danos. O período de offseason ainda pode servir como autoconhecimento para a realização de um trabalho cada vez mais específico e preciso na fase de definição muscular/contest.

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    Quando falamos de exercícios isolados, muitos costumam ser céticos e acreditar que estes são ineficazes no ganho de massa muscular. Aí, faço-lhes uma única pergunta: Será que as roscas de tríceps francês unilateral realizadas por Ronnie Coleman ou Zack Khan são realmente ineficazes? Será que aquele monte de exercícios nada tradicionais propostos por Sibil Peeters para o atleta da BSN Roelly Winklaar são ineficazes?

    Recrutar a musculatura, ao meu ver, vai muito, mas, muito mais além do que erguer grandes quantidades de peso ou procurar exercícios que conseguimos colocar mais peso. Tanto porque, se levantar quantidades absurdas de peso fosse sinônimo de construir músculos, powerlifters, weightlifters e strongmans iriam ser muito mais musculosos do que bodybuilders e, não é isso que acontece.

    Muitas vezes para o iniciante, é conveniente que se acredite mais em exercícios básicos e compostos do que isolados, mas, por razões diferentes de necessariamente eficácia, mas sim, buscando certa funcionalidade e certa facilitação para seu treinamento, visto que ele não conhece muito sobre a biomecânica de cada exercício. Isso porque, obviamente, falando de exercícios compostos, é inquestionável que eles possuem uma probabilidade maior de um recrutamento maior de fibras e, fibras de regiões diferentes do corpo (claro, afinal, são compostos), enquanto os exercícios isolados possuem a capacidade de estimular o músculo alvo. Isso não quer dizer que um trabalho no músculo alvo seja maior ou menor em qualquer um dos casos. Assim, conseguimos fazer com que a chance de trabalho de X músculo não deixe de existir. Além disso, buscar exercícios que fortaleçam o corpo todo (afinal, não podemos especializar áreas que nem se quer foram construídas) como o levantamento terra é fundamental.

    Já para o atleta avançado, o exercício isolado serve, principalmente para aprimoração. Aprimoração essa que pode envolver a correção de assimetrias, a especialização de determinada região falha, além, é claro, da busca por outros estímulos. Ainda exercícios isolados podem ser úteis para esse tipo de atleta ou praticante de musculação quando necessitamos trabalhar um músculo alvo que, normalmente necessitaria de músculos auxiliares para ser trabalhado em exercícios básicos e, por alguma razão esses músculos auxiliares não estão devidamente recuperados (por exemplo, caso os tríceps estejam fadigados, treinar o peitoral enfatizando crucifixos, cross over e exercícios isolados que não solicitem o tríceps).

    Portanto, não podemos criar uma regra e tampouco criar uma única forma de treinar. Devemos saber que toda boa variação e todo estímulo novo à musculatura é válido quando o assunto é o desenvolvimento muscular. De alguma forma, cada exercício pode não ser o melhor para quem busca alguns resultados específicos, mas, mesmo assim ele apresentará algum grau de benefício, nem que falemos de uma simples melhora no sistema neuromotor, no equilíbrio ou até mesmo no controle.

    Priorize sim, não exercícios somente isolados ou compostos, mas, a máxima intensidade em ambos sempre! Certamente, você se surpreenderá com os resultados.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    Um Comentário

    1. Tonny Douglas 4 anos atrás


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