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    German Volume Training (GVT): O treinamento de volume alemão – Pt2

    Conheça o sistema de treinamento German Volume Training (GVT). Muito utilizado por weightlifters para aumento de força e volume! Pt2

    No artigo passado aprendemos de onde e como nasceu este sistema de treinamento, seus fundamentos, seus metódos, por quem foi usado e o que o sistema pode te trazer de benefícios. Pois bem, nesta segunda parte do artigo o enfoque maior é em saber se este sistema de treinamento pode ser aliado ao objetivo de ganho muscular, ou seja, hipertrofia!

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    Muitos querem saber se o German Volume Training (GVT) tembém pode ser usado quando seu objetivo é a hipertrofia muscular e afim de resolver esta dúvida, trazemos este artigo a vocês! Saiba já que o que você faz esta certo ou se esta apenas se perdendo de seu objetivo.

    Mas afinal, será que o GVT funciona mesmo para hipertrofia?

    [ad#2]A resposta é sim, mas de maneira inferior a se optássemos por treinamentos básicos. Claramente, quando fazemos um exercício composto, estamos recrutando muitas fibras musculares e estas fibras se desenvolverão. Entretanto, privar-se de variações e de angulações pode comprometer a musculatura não em força e talvez nem em densidade, mas em detalhes. Por exemplo, será que conseguiremos ter peitorais superiores tão bonitos, simétricos e volumosos realizando apenas supino reto e retirando por completo os movimentos inclinados? Por que ao invés de realizar 10 séries em um único exercício não propomos a realização de 3 séries em um movimento inclinado, 3 séries em um movimento plano e 3 séries em um movimento declinado? Desta forma estaremos atingindo as diferentes regiões dos peitorais por completo, promovendo um recrutamento completo também das fibras.

    O músculo será ativado por completo na maioria desses casos. Quando executamos, por exemplo, um exercício de tríceps no pulley (extensão), estamos recrutando os tríceps por completo, em suas três cabeças. Entretanto, será que o enfoque é o mesmo se angularmos o tronco em aproximadamente 45º com o chão? (Estaremos dessa forma recrutando um pouco mais a cabeça longa e média.) E se utilizarmos uma barra uma pouco maior com uma pegada mais aberta? (Neste caso, com determinadas angulações, conseguimos enfocar a cabeça lateral do tríceps). Mas mesmo em exercícios relativamente isolados, como por exemplo, a rosca francesa unilateral que tem um grande foco na cabeça lateral do tríceps, mas, nem por isso deixa de ativar esse grupamento por completo.

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    Como dito, variarão as formas de enfocar determinada região e é isso que acrescentará os detalhes em um corpo realmente trabalhado e detalhado, o que é de extrema importância dentro do fisiculturismo e, por outro lado, não é levado em consideração no powerlifiting ou até mesmo no weightlifting.

    Em segundo lugar, uma especulação que, sinceramente nunca li evidências científicas, é do acúmulo de gordura intramuscular por este tipo de treinamento, resultado em um músculo ainda maior. Anatomicamente, acho difícil que isso possa acontecer por estímulo do treinamento em si e, em níveis celulares, duvido muito que a célula muscular possa se modificar a tal ponto de estocar grandes quantidades de gordura, o que não é sua característica.

    Um terceiro e bastante relevante fator é o volume desse tipo de treinamento para bosybuilders. Podemos comparar com o efeito de um treino metabólico, por exemplo. O treino metabólico geralmente é regrado de superséries, treinos volumosos e relativamente como máximo de carga possível, claro. Porém, este tipo de treinamento hoje não é mais tido como o mais eficaz, visto que alguns estudos não apontam mais as micro-lesões como fatores fundamentais para a construção e ressíntese protéica, resultando na hipertrofia muscular. Além disso, o treinamento metabólico geralmente envolve o acúmulo de líquidos intracelular e também no interstício. E, como devemos bem lembrar, LÍQUIDOS NÃO SÃO MÚSCULOS. Assim, falamos em uma hipertrofia não duradoura, ou simplesmente no que conhecemos como hipertrofia sarcoplasmática e não miofibrilar que, essa sim, gera o aumento da fibra muscular, propriamente dita.

    Apesar da eficácia do GVT até mesmo para lifters, certamente ele não é o melhor método nem para eles próprios, visto que não conheço sérios powerlifters ou weightlifters que ainda sigam muito a sério esse método. É necessário muito mais do que um sistema que pregue 10 séries em um único exercício para atingir um desenvolvimento coerente e por completo. Bodybuilding é detalhe, é precisão, simetria e a variedade é realmente o que mais consta dentro e fora das academias.

    Pense bem antes de inicializar esses programas e bons treinos!

    Leia a primeira parte deste artigo: German Volume Training (GVT): O treinamento de volume alemão – Pt1

    Artigo escrito por Marcelo Sendon



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