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    Hipocrisia nos esportes: O levantar de peso com hipocrisia e banalidade – Pt1

    Entenda melhor a situação a qual Federação Internacional de Levantamento de Pesos passou a mudar seu regulamento – Pt1

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    É realmente triste, deprimente e banal…

    Na última sexta-feira, dia 15/07/2011 uma atleta americana de Weightlifting foi a primeira atleta a ser permitida competir em sua modalidade com o traje típico de sua religião. Estou falando de braços, pernas e cabeça cobertas por uma longa roupa. Estou falando de uma mulher mulçumana, filha de mulçumanos.

    A atleta em duas semanas conseguiu mudar o regulamento que era válido há anos da federação internacional de levantamento de pesos referente ao estuário dos atletas em competição. Aliás, um regulamento tão “rígido” que prevê até os mínimos detalhes como meias e comprimento do macacão. E isto pode parecer banal a princípio, mas certamente não é.

    [ad#2]As roupas usadas nesse tipo de campeonato (e em outros também) não é simplesmente um uniforme que identifica o atleta, mas sim, que ajuda em sua estabilidade durante a execução do esporte e também ajuda o árbitro a fazer uma avaliação mais precisa. Um jogador de futebol, por exemplo, não poderia jogar de calça jeans ou com um calção da mesma cor do outro time, não é mesmo? Isso porque não seria conferido conforto, flexibilidade e principalmente causaria uma grande confusão em um lance de impedimento onde apenas estivesse sobre visão dos árbitros a parte inferior do corpo do atleta.

    Da mesma forma, especificamente no levantamento básico de peso, além da estabilidade que o macacão gera para o corpo, ainda temos a vantagem de joelhos e cotovelos ficarem totalmente amostra, conferindo ou não validade para o levantamento em questão.

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    Em primeiro lugar, quero dizer que não tenho absolutamente NADA contra a religião mulçumana e nem contra qualquer religião. Sou a favor da liberdade e isto inclui a liberdade religiosa sem qualquer tipo de discriminação. Mas o fato é que com essa atitude, emergimos não só os esportes e as olimpíadas em um mar de hipocrisia, mas sim, preceitos humanitários e que caem em contradição se analisarmos de perto.

    Aceitar ou não valores está se tornando cada vez mais uma atitude política do que social, embora a política devesse envolver questões sociais mútuas e não individuais. E sabe por quê? Porque desde muito o esporte não é movido por paixão ou por competição, mas sim, por interesses e auto-afirmação. Aliás, quem foi que disse que as Olimpíadas são, de fato, sinônimo de confraternização? Nas cidades gregas antigas, em meados do século VIII a.C. as Olimpíadas além de envolverem questões religiosas envolviam batalhas e disputas entre as sociedades (em formação) rivais. Isso nos faz pensar que esporte de fato não é apenas uma questão de “jogo”, mas uma questão de moral. E para quem discorda, que entre em um campeonato visando confraternizar e NÃO atingir a vitória. A grande verdade é que quem entra num campeonato busca a vitória ao custo que for e, é isso.

    O anti-dopping por sua vez tão questionável, mas ainda tão cheio de vertentes e de TABUS recebe um desfoque que o torna inquestionável a fim de não atrair uma atenção muito mais ampla a que o envolve. Acredito eu que se há exceções pra isso, então deveria haver pro uso de substâncias consideradas “ilícitas”… Aliás, seria descriminação um indivíduo que sofre de alguma patologia como AIDS e faz uso de hormônios esteróides pra própria sobrevivência ser barrado em um anti-dopping? E os casos de menopausa, andropausa que são tratados com hormônios esteróides? Pior: E em casos de doenças que envolvem convulsões? O indivíduo deve permanecer longe de fazer o que mais gosta? Essa idéia é tão absurda quanto ser impedido de pegar um ônibus quando está gripado. Afinal, seria mera regra a ser cumprida no pé da letra? O problema é que se ela tem uma modificação “não natural” provavelmente vai cair no dopping…

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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