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    A importância da L-Glutamina no sistema imunológico

    Conheça como o aminoácido L-Glutamina pode ajudar a melhorar o sistema imunológico e a recuperação da musculação.

    Provavelmente você já ouviu falar que a L-Glutamina é um aminoácidos bastante importante para fortalecer o sistema imunológico, certo? E neste artigo você irá entender o motivo disso, como acontece e porque você precisa ter um sistema imunológico forte com a ajuda deste grande aminoácido.

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    Não seria incomum se ao longo da sua vida você ouvisse dizer da importância de ter um bom sistema imunológico a fim de combater doenças e outros agentes prejudiciais ao corpo humano, não é mesmo? E também é bem provável que, se você já está na musculação há algum tempo, deve ter ouvido algo a respeito de que o exercício físico é capaz de debilitar o sistema imunológico e quanto mais fortalecido seu sistema imunológico estiver, melhor será a sua recuperação e os efeitos benéficos dos processos inflamatórios gerados pelas atividades físicas, não é mesmo? Ainda que não tenha se aprofundado tanto, deve ao menos ter ouvido que “não deveria treinar doente”, acertei?

    Pois bem, desde muito cedo, um dos primeiro sistemas os quais passam por modificações no corpo do ser humano é o sistema imunológico, responsável por combater agentes patogênicos os quais possam surgir no decorrer de nossa vida. E esse sistema é um dos responsáveis por nos manter em boas condições e vivos.

    Todo sistema vivo possui uma forma de combater esses patógenos e, no caso dos seres humanos, esse sistema é composto por inúmeras células de complexidade metabólica grande, dependentes de vários fatores, entre eles, algumas biomoléculas, tais quais as proteínas e aminoácidos, destacando-se como mais importante o aminoácido L-Glutamina.

    Mas, qual exatamente a função da L-Glutamina no sistema imunológico? Como ela poderia contribuir para que o corpo obtivesse o máximo desse sistema, fazendo com que as atividades físicas pudessem ser ainda mais benéficas ao corpo e possíveis de gerar melhores resultados? Essas e outras questões serão aprofundadas adiante em um assunto que vai prender a sua atenção.

    O sistema imunológico nos seres humanos

    Existem muitas células, conhecidas como brancas, presentes no sistema imunológico humano. Elas desempenham funções indispensáveis para manter o corpo “protegido” de agentes externos os quais sejam prejudiciais. Entre essas células, as que mais se destacam são: os linfócitos, os macrófagos e os neutrófilos, responsáveis por desencadear mecanismos específicos nas ações de respostas à inflamações.

    Os linfócitos, quando maduros, estão na corrente sanguínea e são normalmente recrutados em infecções bacterianas ou virais. Algumas classes de linfócitos, como os T-Linfócitos, por exemplo, são responsáveis ainda por estimular macrófagos e B-Linfócitos para auxiliar nesse combate.

    Já os macrófagos, produzidos na medula óssea, são circulantes na corrente sanguínea ainda imaturos e conhecidos como monócitos. Quando eles capturam materiais desconhecidos (normalmente patógenos) ele promove uma apresentação dos antígenos por associações com o MCHII e secretam determinadas citocinas para determinadas situações.

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    Já os neutrófilos, são conhecidos como a primeira linha de defesa do corpo e possuem função de fagocitose através de enzimas específicas, porém diferentes dos macrófagos, eles não possuem a capacidade de mostrar o material fagocitado, ou pelo menos nem parte dele.

    E agora que sabemos como funciona o sistema imunológico, vamos aprender como podemos fortalecer ele com a ajuda da L-Glutamina, fazendo com que fiquemos menos doente e tenhamos uma recuperação otimizada, melhorando os resultados na musculação.

    O metabolismo das células de defesa no corpo e a importância da L-Glutamina

    A L-Glutamina é preferencialmente utilizado pelas células do sistema imunológico, mesmo que haja a presença de outros tipos de combustíveis, como a Glicose, por exemplo. Este aminoácido exibe uma fundamental importância que ela não pode ser substituída nem mesmo pelo ácido glutâmico.

    Grande parte da L-Glutamina metabolizada é convertida em Aspartato, glutamado e lactato em condições apropriadas de gás carbônico (CO2).

    Especificamente falando da ação da L-Glutamina para as células mencionadas do sistema imunológico, podemos citar:

    T-Linfócitos: Essas são células as quais produzem citocinas as quais promovem receptores de citocinas nas superfícies das Células T, promovendo sua proliferação. Concentrações extracelulares de L-Glutamina regulam os linfócitos T e são essenciais na produção de (IL)-2 e na expressão de seus receptores.

    B-Linfócitos: A diferenciação dos B-Linfócitos é dependente de L-Glutamina e cresce significativamente frente a boas concentrações do aminoácido.

    Células LAK: Estudos demonstram que deficiências nos níveis de L-Glutamina prejudicam o potencial de ação das células LAK, inclusive em seu número frente a necessidades de respostas imunes.

    Macrófagos: Apesar de se proliferarem bem menos do que os linfócitos, essas células, essenciais na produção de eicosanoides, na fagocitose, na secreção de radicais livres, na produção de inúmeras citocinas, também é prejudicada quando há baixas concentrações de L-Glutamina disponíveis.

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    É importante considerarmos que a proliferação de linfócitos e macrófagos se dá em concentrações ideais de L-Glutamina, ou seja, a certo nível ultraconcentrado, ela passa a não existir ou ate mesmo diminuir. Portanto não vá se entupir de glutamina.

    Deveríamos ingerir L-Glutamina via oral?

    No caso dos praticantes de atividades físicas, o consumo mais comum de L-Glutamina é via oral, por meio de suplementos. Além disso, é óbvio que boa parte de nossa alimentação também fornece quantidades de L-Glutamina.

    Todavia, os estudos são muito controversos no que tange o uso ou não da L-Glutamina. Isso porque, grande parte deles demonstra uma incerteza no uso. Por exemplo, há estudos que com doses relativamente baixas via oral, conseguem bons resultados, outros apenas em dosagens superiores. Mas, ainda há estudos que não conseguem quaisquer benefícios com a L-Glutamina.

    Muito provavelmente essa discrepância de dados se dá por conta da diversidade dos indivíduos (e de seus respectivos estados fisiológicos)  e de protocolos, os quais não podem ser comparados quando são diferentes entre si.

    Sabe-se que o aminoácido em questão possui ação não somente no sistema imune, mas auxilia na síntese de glicogênio, na síntese proteica, entre outros processos importantes para o praticante de musculação. E pelo sim ou pelo não, grande parte dos praticantes de musculação fazem uso desse composto. Curiosamente ou não, a maioria desses que optaram pelo uso da L-Glutamina, conseguem sentir melhoras no rendimento ou mesmo na recuperação e na manutenção do sistema imunológico quando usam L-Glutamina.

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    Portanto, apesar da controversa dos estudos, é importante considerarmos a nossa própria experiência ao optarmos ou não para o uso da L-Glutamina suplementada. Logo, vale a pena o teste da suplementação para ver se você terá bons resultados.

    APRENDA: Como usar, quando usar, quais as quantidade e tudo sobre o uso da L-Glutamina

    Conclusão:

    Apesar de ter muitas funções no corpo humano, a L-Glutamina desempenha papel fundamental servindo como combustível para o sistema imunológico (células) e pode ser considerado um aminoácido de extrema importância para a vida e para o praticante de atividades físicas.

    O uso ou não da L-Glutamina pode variar de acordo com sua individualidade e resposta ao aminoácido suplementado. Portanto, é sempre interessante testar antes de tudo.

    Boa suplementação!



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