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    Intensidade, Anabolismo e Estratégias de Proteção – Parte final

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    Então, a primeira conclusão que podemos tirar deste artigo é:

    Levante o peso necessário para gerar intensidade na musculatura a ser atingida e não em outras partes desnecessárias do corpo.

    Mas, devemos ser francos e admitir que mesmo utilizando peso adequado, um grande grau de intensidade, principalmente em níveis profissionais pode gerar um grande stress nessas mesmas estruturas já citadas, além do músculo, é claro. Lembre-se que o músculo é microlesionado durante o processo de treinamento.

    [ad#2]Então, o que fazer, além de executar corretamente os exercícios para prevenir esse tipo de mal?

    Certamente, o papel nutricional entra em questão aqui e faz-se muito eficaz. Mas seria retórico dizer que uma boa alimentação e uma alimentação equilibrada já são pontos chaves não só para esse tipo de prevenção, mas para diversos outros. E é justamente aqui que entra a segunda parte do artigo “EP” (estratégias de prevenção). Até que ponto podemos prevenir de forma natural o nosso corpo?

    Sempre é bom lembrar que esse tipo de dica é dado em um período de offseason. Em pré-contest, inevitavelmente o desgaste será maior, mas, devemos ter em mente que esse período dura muito menos do que o offseason e o foco é totalmente inverso ao off (óbvio).

    No offseason, o limiar de carga torna-se muito mais alto, pela biodisponibilidade de nutrientes que gera condições para um melhor treinamento Intensidade X Peso. São muitas as estratégias que podemos utilizar para prevenirmo-nos contra lesões e é justamente delas que quero falar.

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    Em primeiro plano e mais importante, considero a retenção hídrica. A retenção hídrica é extremamente eficaz para períodos de offseason. Mas é óbvio que a retenção em excesso, além de uma aparência péssima, ocasionará problemas, principalmente no sistema cardiovascular. Quando me refiro à retenção, me refiro a quantidades razoáveis de água no tecido subcutâneo, nas articulações, e em outros tecidos do corpo. Isso não tão somente ajuda a absorver impactos, mas ajuda na nutrição dos diversos locais.

    Em segunda instância, porém não menos importante, a gordura. Sim, a maldita que todos queremos eliminar. A gordura, basicamente possui a mesma estratégia da retenção, com a diferença de fornecer energia e, assim, evitar um possível desgaste muscular que possa gerar perdas, ao invés de ganhos. Alguns fisiculturistas, como Lee Priest, costumavam dizer ainda que a gordura auxiliava-os a proteger ligamentos, o que não necessariamente foi comprovado cientificamente, mas gera especulações.

    Independentemente, a gordura faz com que quantidades energéticas sejam fornecidas ao corpo e evita o desgaste excessivo da musculatura.

    Todavia, é interessante salientar que quando me refiro a acumular gordura, não me refiro a tornar-se um porquinho gordo, mas sim, manter uma coerência… Afinal é basicamente impossível obter ganhos GRANDES sem esse processo.

    Conclusão:

    A retenção hídrica e o acúmulo médio de gordura, fazem com que seu corpo possa se prevenir de aspectos como lesões e overtraining, mesmo aplicando técnicas corretas de treinamento, levando em conta a intensidade e não somente o peso levantado.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon



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