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    Intensidade, Anabolismo e Estratégias de Proteção – Pt1

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    IAEP? O que seria isso? Com certeza, algo que pode te ajudar muito na musculação.

    Ao ler o título, provavelmente você deve ter se perguntado: “Que diabos é IAEP?”, não é mesmo? Devo dizer que essa sigla não existe, mas decidi “criá-la” não tão somente para chamar atenção em um tema que merece relevância, mas também, como forma de abreviar um título tão grande. [ad#2]Estratégico, não? Enfim, como não sou dos melhores estrategistas em siglas, vamos logo falar do que interessa: Intensidade, Anabolismo e Estratégias de Proteção (IAEP). Isto mesmo!

    Mas, afinal, qual a relação com esse título mirabolante? Prevenção de anabolismo? Prevenção de intensidade? Certamente não…

    Introdutoriamente quero dizer que este artigo trata da relação da palavra intensidade com anabolismo, contraposta com estratégias um tanto quanto interessantes para se prevenir de eventos insatisfatórios e/ou indesejados, como overtraining e, claro, lesões.

    É importante começarmos discutindo sobre o anabolismo. A palavra em destaque refere-se ao ato de “construir”, em palavras um pouco mais técnicas é a síntese de substâncias menores, ou simples em estruturas maiores. Por exemplo, uma criança em desenvolvimento, está em fase de anabolismo, ou seja, os tecidos (quase que todos) do seu corpo, estão em alta metabólica de síntese, com alto gasto de energia proveniente da necessidade de mitose. Este estímulo é dado normalmente por hormônios específicos em cada tecido, como a testosterona (indiretamente e entre outros hormônios e fatores, como os de crescimento) nos tecidos musculares fazendo com que os receptores de insulina possam ser mais ativos e gerar mais energia para a célula realizar suas funções e os hormônios somatróficos, que atuam (entre outras funções) no crescimento ósseo. No caso dos hormônios esteróides (derivados do colesterol), eles entrarão na célula através de alguma proteína de canal, invadirão o núcleo e alterarão seu DNA, fazendo com que as próximas células duplicadas e multiplicadas tenham aquele DNA específico e possam produzir RNA, afim de gerar as proteínas necessárias para determinada função.

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    Todavia, o anabolismo acontece em diversos tecidos por toda a vida, principalmente quando tais são estimulados. Um desses tecidos é o muscular que, quando estimulado (através, por exemplo, da sobrecarga com pesos) tende a aumentar de tamanho, desde que haja substrato para tal construção (vindos da dieta).

    Parece claro que quanto maior o estímulo e maior a intensidade do mesmo, maiores serão os ganhos, ou o anabolismo seqüente, não é mesmo? E isso não está totalmente equivocado. Mas gera-nos então, uma pergunta: O que é intensidade? – E que ótima pergunta, diga-se de passagem.

    A intensidade pode ser definida como um fluxo de energia em um tempo. Mas esta definição é um tanto quanto vaga para o esporte, visto que não podemos comparar modalidades totalmente diferentes com as mesmas regras. A forma com que a energia é utilizada por um corredor é totalmente diferente forma com que a energia é utilizada por um lutador, que é diferente da do halterofilista, que é diferente da do fisiculturista, claro. Como nosso foco é o fisiculturismo, intensidade então pode ser tida como o grau de sobrecarga em determinado espaço em um estímulo no qual são levadas em considerações variantes como carga, movimentos (repetições), tempo nas fases concêntrica, estática e excêntrica e, claro, tempo de descanso entre as séries. Fica então mais óbvio que quanto mais carga se levantar em um número “X” de repetições (que variará não só com o protocolo utilizado tal qual o objetivo, mas com a individualidade fisiobiológica também), maior será a intensidade. Em termos, devemos dizer que sim. Quanto mais carga puder se levantar em um espaço estabelecido de tempo, em descansos estabelecidos e com o número de repetições estabelecidos, maior será a intensidade. Mas até que ponto costumamos fazer isso dentro do ginásio?

    Artigo escrito por Marcelo Sendon



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