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    Limite entre a prudência e o treinamento submáximo existe na musculação? – Pt1

    Será que vale a pena ultrapassarmos nossos limites em busca dos objetivos? Ou então treinarmos de maneira pífia sem risco de lesões?

    Aquele que nunca ouviu falar de um atleta machucado ou com algum tipo de injúria pela prática de atividade física provavelmente não vive no mesmo mundo que a maioria de nós mortais. Isso porque não é infreqüente assistirmos, lermos ou até mesmo presenciarmos atletas que de alguma forma se machucaram durante sua prática esportiva, seja com distensões musculares, ruptura tendíneas, fraturas óssea ou até mesmo um belo impacto lesando mas não comprometendo tanto assim algum tecido mole estrutural. E não são só os atletas a nível profissional que protagonizam esses eventos: Esportistas em geral costumam protagonizar também. Afinal, quem nunca deu uma bela “topada” ou um torção jogando futebol ou fazendo qualquer outra coisa?

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    O que geralmente venho observando é que essa situação toda se agrava quando o assunto são os atletas, propriamente ditos. Seu treinamento normalmente é a nível competitivo e objetivando sempre ser o melhor e conquistar o topo. Aliás, não conheço ninguém que pratique um esporte competitivo e vise o segundo ou, pior, o terceiro lugar. E é essa busca por superar seus adversários, mas acima de tudo, superar a si mesmo que faz com que esse treinamento seja tão extremo e tão superativo a níveis humanos normais e naturais.

    [ad#2]Todavia, devemos raciocinar da seguinte maneira: A mente não possui limites. Os únicos limites que podem existir dentro dela são os que nós mesmos criamos. Por outro lado, o corpo é projetado de uma maneira física e, infelizmente a parte física tem muitos limites, muitos obstáculos e acima disso, muitas respostas positivas ou negativas que são dadas e/ou geradas diante de uma determinada situação. Resposta essa que pode ser conveniente ao objetivo do indivíduo ou pode ser totalmente contraditória a ele. Porém, graças ao avanço não só das técnicas elaboradas, mas da indústria de alimentos, da indústria de fármacos e de muitas outras esses limites estão cada vez mais longe para serem atingidos, possibilitando uma enorme gama de possibilidades de desenvolvimento e caminho para tal aos homens.

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    Talvez seja justamente essa larga gama de possibilidades que introduza o conceito sobre impor limites, mas ao mesmo tempo não exercer um trabalho submáximo dentro do esporte. Especificamente falando da musculação, isso é conveniente não só para que possamos treinar realmente “dando o nosso máximo”, mas sim dando o nosso máximo de fato. Máximo esse que podemos dar e que supera nossos limites, mas ao mesmo tempo não nos expõe a qualquer tipo de risco, ocasionando futuramente um trabalho totalmente submáximo. Contrapartida, não podemos nos render a fazer esse trabalho submáximo logo de cara, com medo da superação dos nossos próprios medos, barreiras e obstáculos.

    Quantas vezes você entrou em uma academia, viu um indivíduo treinando de maneira totalmente pífia sem se quer fazer força e dizendo que aquilo é uma prevenção para não se machucar? – E desde quando trabalho pesado é sinônimo de se machucar?

    Por outro lado, quem nunca observou indivíduos “dando o máximo de si” com cargas exorbitantemente altas, uma execução lastimável e um risco eminente de lesões? – Sim, ele pode até estar OBJETIVANDO seu máximo desempenho, mas não faz por onde estabelecendo padrões do que é intensidade aliado ao trabalho coerentemente seguro e, de fato, eficaz.

    Se pararmos para ver ambos os lados, cada um busca um certo objetivo, mas nenhum está alcançando pelo simples fato de achar coisas ao invés de seguir protocolos eficazes e coerentes. O indivíduo ouve falar que intensidade é o máximo que se consegue fazer e entende isso como volume. Por outro lado, o primeiro caso entende que intensidade está necessariamente relacionado a lesões e, pasme, ganho de musculatura.
    Percebe como há muita coisa não esclarecida aí?

    Mas voltando ao que estava explicando, é necessário entender a onde deve começar a prudência dentro de um treinamento com máxima intensidade sem cair no erro de realizar treinamentos abaixo da capacidade máxima simplesmente pelo fato do medo. Mas é óbvio que o trabalho com pesos, apesar de baixo, possui um risco eminente e que está presente em quase todos os exercícios. Mas esse risco não está relacionado necessariamente com cargas altas. A maioria dos atletas que tenho visto se machucarem, foram com cargas relativamente baixas (perto do que levantam habitualmente) ou por falta de aquecimento mesmo. Isso já começaria a sustentar a teoria de que um trabalho submáximo realizado inadequadamente também é sucessível a lesões…

    Limite entre a prudência e o treinamento submáximo existe na musculação? – Pt2

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    Um Comentário

    1. Rogelio Raimundo Dosouto 5 anos atrás


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