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    Motivacional: Você não está enganando a si próprio?

    Quantas vezes você já se olhou no espelho, buscando ter encontrado mudanças, mas, na realidade o que encontrou foram frustrações? Quantas inúmeras vezes, essas frustrações chegaram a interferir em seu dia, ou em sua vida? Um pouco mais gordinho (a)? Talvez, sem massa muscular o suficiente para aparentar um belo corpo em “V” ou uma cintura delineada? Talvez ainda alguma assimetria que o incomode. Qual foi o seu problema?

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    Mas, por outro lado, quantas vezes você se olhou no espelho e realmente se viu do jeito que está? Quantas vezes você se olhou com honestidade e viu que tinha alcançado algum tipo de progresso? Isso realmente te animou, não é mesmo? Pois bem, não poderia ser diferente…

    Quando falo desse espelho, não me refiro unicamente aquele objeto que temos na maioria das casas, pelo menos no banheiro ou, numa pequena bolsa de maquiagem. Esse espelho o qual me refiro é a vida. Quantas e quantas vezes não nos deparamos com enormes dificuldades diante dela e pensamos que estamos perdidos ou que simplesmente não há mais saída? É óbvio que são muitos os momentos de alegria. É óbvio que existem os momentos de tristezas e frustrações também. E, é claro que não podemos nos esquecer dos momentos em que deve existir o trabalho duro também. Entretanto, todas as vezes que pensamos desta forma, a qual a vida não pode ser como querermos, ou como gostaríamos que fosse, estamos deixando de lado um fator importantíssimo para compreender algumas coisas: A vida possui um curso, um curso o qual segue e não está ligando para o que você pensa, acha ou deixa de achar. Ele simplesmente segue e atropela tudo que possa estar em seu caminho, sem se importar com nada! Então, durante muito tempo, perguntas ficaram em minha mente, entre elas, o porquê de estarmos aqui se, na verdade a vida seguirá um curso e, provavelmente nos atropelará pelo menos umas tantas vezes também. Foi aí que comecei a descobrir algo que mudaria tudo. O problema, na grande realidade, não está com a vida ou com qualquer coisa que ela possa fazer, mas sim, conosco mesmo. Se a vida segue esse curso incontrolável que não podemos modificar, então temos de nos adequar a isso e fazer por nós mesmos. Nem ela, nem muito menos ninguém pode fazer algo por você. Mesmo que as pessoas convivam juntas, elas somente poderão auxiliar, mas, fazer, não serão feitas. Se nosso coração não decidir por si mesmo bater, então, não há nada que o possa fazer bater. Se nossas células não agem por si, então, nada poderá mudar isto.

    Sempre buscamos as coisas das melhores maneira possíveis que nos possam ser propiciadas, ou nem tanto assim. Tristemente, na maioria dos casos, devo assumir que o ser humano quase nunca faz as coisas da melhor forma possível e, provavelmente quando faz é porque há algum interesse. Este é um mal, aparentemente presente e empregado em nós por algum motivo que, realmente não conheço. Independente disso, se, pelo menos este lado de fazer algumas coisas da melhor maneira possível tentarmos fazer, já será o bastante para considerar algo benéfico, produtivo e, em tempo, menos frustrante. Se você realmente quer algo, não satisfatório, apenas, mas, que cause satisfação, então, temos de fazer por onde, fazer por merecer…

    Acho que um dos motivos pelo qual considero tanto o fisiculturismo e tenho orgulho dele, seja ele profissional ou não é pela extrema dedicação que há para conseguir algo, seja em nível competitivo ou não. Do contrário, não estamos falando de fisiculturismo, mas de qualquer outra coisa. Aliás, não admito que qualquer um possa levar nem o nome do meu esporte e tampouco a denominação de quem o pratica sendo que não atua como um, seja mentalmente e/ou fisicamente.

    Não importa se você entra em uma academia, visando a próxima competição ou se você entra porque realmente quer e faz por merecer um bom físico, você É um fisiculturista. O que é muito diferente de não almejar ou querer obter progressos, o que, na verdade não é necessariamente um erro, mas, não pode ser chamado de fisiculturismo. Afinal, como o próprio nome diz, fisiculturista é o cultuador do físico, assim como os gregos eram e, não vejo absolutamente nada de errado nisso. É apenas uma espécie de egocentrismo melhorado e muito mais difícil do que simplesmente admirar-se no reflexo de um lago qualquer.

    O fisiculturismo não é um esporte par qualquer um: Em primeiro lugar, não dependemos de absolutamente nada além de nós mesmos. E, claro, do alimento, que é a base da vida. Se, por conseguinte você imagina que dependemos de academias, então, se engana. E se elas não existissem? É possível então, desenvolver técnicas com o peso do próprio corpo, com exercícios utilizando a si mesmo, mostrando o quão solitário pode ser esse esporte (e de fato é). Por segunda posição ainda, porque diferente dos outros esportes, o fisiculturista leva seu instrumento de trabalho sempre consigo e assim, oposto a um jogador de futebol, um jogador de vôlei, um mesatenista ou um alpinista, qualquer coisa que ele faça a qualquer instante refletirá no resultado final, não havendo o “tempo de trabalho” e o tempo para si. E em terceiro, mas, não menos importante, estamos lidando com a máquina mais complexa do mundo: a célula viva, que constitui os tecidos, órgãos e, por conseguinte nós, por completos. E essa máquina é não só complexa o bastante, mas, também, individual e particularizada, tornando o trabalho mais complexo ainda.

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    Esses, entre outros fatores bem mais simples como alimentar-se de maneira diferente, viver e conviver de maneira diferente, exercitar-se de maneira diferente, ingerir líquidos de maneira diferente, abster-se de coisas comumente feitas ou apreciadas e outras tantas é que nos faz pessoas diferentes. Nem melhores, nem piores, apenas diferentes… Infelizmente, é nisso que muitos não conseguem retirar seu preconceito ou seus pensamentos negativos sobre. É, por hora, muito mais fácil sentar e esperar constantemente por algo (que não irá acontecer sem o esforço necessário) e começar a reclamar pela falta de resultados… E ainda julgam você como “babaca”…

    Olhar ao espelho da vida é não perder-se naquele horizonte grande e vistoso. Olhar no espelho da vida sem criar seus próprios horizontes é aceitar as coisas como elas são, sem levar em consideração que você está inserido nelas. Sim, a vida ai seguir seu próprio curso e você deve seguir o seu, e não apenas o dela! Você deve ter planos, traçar metas, lutar por elas, sonhar alto, pensar que é possível. Aquele que sonha com uma simples bicicleta, não conseguirá, jamais, uma Ferrari, pois, quando tiver qualquer dessas bicicletas, será satisfeito. Assim, aquele que sonha com a Ferrari e, tenta fazer por merecer, conseguirá a bicicleta, o Pajeiro e também a Ferrari, quem sabe e, mesmo que não a consiga, se seu esforço foi o máximo possível e, ele sabe que não poderia ter sido diferente, pelo menos há de ter tentado, mas, tentado de verdade, de coração inteiro e aberto.

    A vida de um fisiculturista requer escolhas dolorosas, sacrificantes, mas, gratificantes. Isso porque, você pensa que é fácil abster-se de coisas gostosas de manhã para comer e trocar tudo isso por algumas claras de ovos com creme de arroz ou, talvez, um mingau de aveia com água? Você acha que é realmente fácil quando um relacionamento passa a não ser mais tão fácil, uma vez que a socialização básica das pessoas não te permite jantares constantes com sua amada, ou seu amado, festas e noitadas, entre outras coisas?

    Você acha que é fácil muitas vezes até mesmo ter de abrir mão de alguns fatores relacionados à FAMÍLIA?

    Você pensa que será capaz de atingir um corpo e uma mente de fisiculturista sem uma boa noite de sono, enquanto poderia estar vendo um belo filme ou conversando com os amigos sentado à beira da calçada de sua rua ou na beira da piscina de seu edifício?

    É… E essas são algumas das pequenas coisas, mas, coisas essas que não superam a maior delas: A guerra que é travada na mente de um fisiculturista o tempo todo por optar em fazer o correto e o que ele sabe que deve fazer ou optar por caminhos alternativos, que, por hora, em quase todas as circunstâncias não levam a lugar algum.

    Um fisiculturista tem de saber que essa batalha que é travada em sua mente acontecerá frequentemente e que ele deve estar preparado para enfrenta-la de frente, de cara, vencê-la sem permitir que ela abale o seu foco! É fazer duas ou mais repetições quando se está passando mal embaixo de um agachamento livre bastante pesado, ou comer carne com arroz em um dia quente, onde você queria mesmo tomar uma bela taça de sorvete. É saber que se relacionar com as pessoas, na maioria das vezes significará decepções, mas, não decepções que devem apontar ao seu fracasso, mas sim, ao seu fortalecimento para a vida e para a experiência que adquirimos nela dia a dia. Um real e verdadeiro fisiculturista não deve colocar unicamente a razão em sua frente, mas a emoção aliada a ela. Sem emoção, sem paixão, sem fervor, dificilmente obteremos algo nesse esporte. Você passa a perceber isso quando as dificuldades que não podem ser resolvidas com a lógica clássica, mas, que dependem de um estímulo próprio para superá-las iniciam-se ao decorrer do longo e doloroso processo que é ser um fisiculturista, mas, que, acima de qualquer outra coisa, faz com que você se sinta realizado consigo mesmo. E por mais que te julguem maluco, insano ou qualquer outra coisa do gênero, você sabe o porquê de estar fazendo cada uma daquelas coisas.

    A força não advém unicamente de vitórias, de coisas felizes ou em erguer muitos pesos na academia. O fisiculturista verdadeiro não é necessariamente aquele que tem o melhor corpo, com a melhor definição, simetria e tamanho também… A força advém realmente em enfrentar nosso pior inimigo: Nós mesmos! A força advém em vencer obstáculos, barreiras, em superá-los. O fisiculturista verdadeiro então, é aquele que tem a maior força mental. Aquele que sabe acreditar, lutar, fazer de seu sonho algo próximo à realidade, quando não é possível torna-lo real. O fisiculturista verdadeiro pode ter 10, 12 ou 15 cm de circunferência de braços, mas, se ele agir, pensar e amar o esporte como tal, valerá e poderá ser muito mais denominado como fisiculturista do que um belo babaca de 52 cm de braços que age como um pífio… não só atleta, mas, ser humano também. Afinal, por trás de um grande corpo, há de haver um grande homem (ou uma grande mulher) também.

    Meus caros, quero dizer a vocês que, se há algo que vale a pena nessa vida, não é necessariamente ser um fisiculturista, mas, acreditar e lutar pelo que se tanto almeja, em quaisquer aspectos, inclusive no fisiculturismo, seja ele profissional ou não.

    É importante sempre sabermos que podemos dar tudo de nós, mas, se não fizermos aquilo com corpo, alma, paixão, fervor e amor, de nada valerá e as chances de fracasso são bastante evidentes. E não é a toa que hoje, o número de pessoas que desistem no meio do caminho perdem-se em números extensos. Muitos esquecem de planejar primeiro uma mente forte antes de qualquer outra coisa. Portando, sejam firmes, fortes e persistentes sempre, a fim de não decepcionar a si mesmo e nem a quem te vê com qualquer admiração. Acredite em si, você é capaz do que quiser, desde que faça por merecer.

    O caminho pode não ser fácil e, de fato não é, mas, é por ele que conseguiremos, nos trancos e barrancos, chegar lá!

    Bons treinos e mente forte para todos! Sempre!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    7 Comentários

    1. Victor 4 anos atrás
    2. Edson Medeiros 4 anos atrás
    3. Thiago Vieira 4 anos atrás
    4. Roeds 4 anos atrás
    5. carletti 4 anos atrás
    6. Edson Vinicius 4 anos atrás
    7. Cristian 4 anos atrás


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