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    Mudar o consumo calórico de acordo com o treino, é uma boa estratégia

    Neste artigo, vamos aprender que fazer alterações no consumo de calorias de acordo com o treino que for realizar no dia, é uma ótima estratégia para obter melhores resultados no ganho de massa muscular.

    Quando bem estruturada, uma dieta deve obedecer e atender as necessidades individuais de uma pessoa. Essas necessidades individuais, vão muito mais além do que simplesmente o quanto a pessoa deve consumir de calorias por dia, mas, também conta com aspectos, tais quais a divisão dos macronutrientes, a interação entre os nutrientes, a porção das refeições, a divisão de horário entre as refeições, adaptações de acordo com a preferências alimentares da pessoa, os tipos de alimentos utilizados, entre inúmeros outros. Mas, hoje, vamos nos manter focado basicamente na ingestão calórica básica que é regida pelo treinamento.

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    O treinamento é algo tão importante perante à dieta, pois é justamente através dele que determinamos todos os aspectos dietéticos: Deve-se ter o horário de treinamento e, assim, construir uma dieta que se adeque com a pessoa, variando de sua disponibilidade financeira e de tempo, seu objetivo e assim por diante. A importância de se treinar em um horário o qual possibilite algumas refeições antes e algumas depois, é o ideal, entretanto, isso não significa que um indivíduo que treine ou não em seu horário de preferência tenha mais ou menos resultados do que um que não esteja lá em seu horário mais adequado ou de sua preferência.

    Entretanto, nosso enfoque não é o horário do treinamento de acordo com as questões dietéticas, mas sim, algo que poucas pessoas conhecem e, tampouco costumam fazer, mas, que implicitamente já está dentro de nós. Isso parece um tanto quanto confuso, principalmente a curta instância, mas, vamos analogicamente explicar: Em dias de frio, a tendência é ver indivíduos ganhando peso, pelo maior consumo de alimentos e, normalmente de origem bastante calórica, não é mesmo? Já no verão, a tendência em comer menos (até mesmo para manter a forma) devido ao esvaziamento gástrico parecer ser mais lento, ou em comer alimentos mais “leves” como saladas frescas e frutas, também é bastante comum. Isso porque, nosso metabolismo passa a entender o ambiente e, os estímulos que o ambiente proporciona ao corpo, promovem diferentes reações metabólicas. Se, mesmo um indivíduo que NÃO faz dieta, tem esse comportamento, por ser algo relativamente primitivo em nós, então, porque não usar isso a nosso favor na musculação também? *Vale lembrar que, para obter o máximo de resultados com mudanças diárias na dieta, o indivíduo deve ser experiente o bastante para conseguir fazer essas alterações de maneira eficaz.*

    De acordo com alguns treinamentos, maiores quantidades de músculos e estruturas são solicitadas. Além disso, quanto maior o músculo a ser trabalhado, maior será sua demanda energética, assim como a síntese protéica. Se, de acordo com o músculo e/ou o grupamento a ser treinado em determinado dia, necessitamos de uma necessidade diferente, então, deveríamos nós mudar diariamente a dieta? Bem, diria eu que essa é sim uma opção bastante interessante, não só, na medida em que, não causará adaptações fáceis ao corpo como uma dieta contínua causará, mas, também, na medida em que isso favorecerá o treinamento em si e, adiante seguirão as devidas explicações do porquê.

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    Suponhamos um atleta de corrida em modo de tiros de 100m. Agora outro, corredor de maratonas de 20 ou 30Km. Será que, os treinamentos de ambos são iguais, apesar de ambos praticarem corrida? Certamente não, mas, até conseguimos notar isso a olhos nus. Porém, quando a questão é dietética, os primeiros e principais efeitos são os metabólicos. Assim, o resultado que temos, ao imaginar que ambos pratiquem corridas, é que seus protocolos nutricionais sejam iguais, quando, na realidade, não são. Isso porque, as fibras musculares predominantes em cada exercício são diferentes, a necessidade de força ou resistência faz-se maior ou menor em determinado caso etc.

    Assim, quando treinamos grandes grupamentos e/ou grupamentos os quais exijam o auxílio de músculos auxiliares, gastamos mais energia. Obviamente, a necessidade de síntese protéica e, claro, de proteínas também será maior durante a recuperação muscular. Mas, isso não quer dizer que seja realmente necessário o maior consumo naquele momento, uma vez que, a síntese ocorrerá durante dias.

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    Mas, como poderíamos propor praticamente uma dieta por dia?

    A resposta é simples: Você não necessita aumentar bruscamente a dieta , mas sim, mudar basicamente os níveis energéticos e protéicos. Suponhamos que, sua dieta, seja estabelecida com um ratio de macronutrientes da seguinte forma: 25% de lipídios, 40% de proteínas e 35% de carboidratos. Suponhamos que esse ratio funcione para um treino de bíceps e tríceps, dois músculos relativamente pequenos, os quais necessitarão de um aporte muito menor do que pernas, por exemplo. Logo, no treinamento de pernas, poderíamos mexer nas quantidades de carboidratos e proteínas, tornando, hipoteticamente, o ratio assim: 25% de lipídios, 55% de carboidratos e 20% d proteínas (e sem medo de achar que isso é pouco, a ponto de haver algum tipo de catabolismo).

    Essa dinamicidade, propicia ao corpo as mudanças metabólicas que, interferem diretamente no treino que iremos realizar. Se, por conseguinte treinamos um grande grupamento com níveis energéticos baixos, corremos o sério risco de nos apresentar com baixo rendimento naquele, e, se consumimos muito mais energia nos dias de treinamento em que não se consome tanta energia, corremos o risco de, de alguma forma aumentar os níveis de estoques no corpo que, quando saturados, vão para sua última via de armazenagem, o PANÍCULO ADIPOSO.

    Uma última estratégia, ainda para utilizar essa variabilidade de distribuição calórica é de dar preferência aos músculos com deficiência, nos dias de dietas com maiores teores energéticos e, em dias de menores teores energéticos, deixar para os músculos em que já possuímos vantagem, corrigindo assim, assimetrias entre partes do corpo e, claro, possibilitando ao atleta ou esportista melhores resultados (e, mais precisos também) na musculação.

    Volto a lembrar que estratégias assim devem ser preconizadas para atletas e/ou praticantes experientes de musculação, sendo assim, que estes sabem e possuem o feeling suficiente para isso. Indivíduos iniciantes, além da confusão que podem fazer, NÃO necessitam de protocolos tão específicos e práticos assim.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon



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