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    Mude sua mente – Pt1

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    A cada vez que decido escrever um artigo, seja ele sobre qual tema for, tenho de pensar e repensar nas probabilidades de sucesso ou de fracasso que ele pode refletir ao meu nome, ao site e as pessoas que lêem também. É então que procuro fazer o meu melhor e a partir disso transmitir informações da maneira mais completa e simples possíveis e, ao mesmo, tempo através de fontes confiáveis de pesquisa científica e quase nunca empírica, propriamente dita.

    [ad#2]Diferente do que muitos acham ou imaginam, todo colunista que possa se preservar um pouco ou que tem o mínimo de respeito não somente com os leitores, mas com si mesmo tenderá a realizar, ou escrever, no caso, artigos da melhor maneira possível, visando seu público alvo. Mas talvez seja justamente aí o maior problema:

    Alguns colunistas costumam escrever artigos voltados a caráter científico para pessoas que já tem no mínimo um prévio conhecimento da área. Assim, é comum e freqüente o uso de siglas, o uso de linguagem técnica, nomes de procedimentos, materiais e vias (processos) metabólicas (os) etc etc etc. Já outros, possuem a característica de escrever de forma simples (as vezes até demais) , escolhendo seu público alvo as pessoas de menor conhecimento naquela área.

    Quando comecei a escrever, obinha um platô do tipo de pessoa que iria ler meus artigos, ou seja, deveria eu ser técnico ou deveria eu ser simples e breve? E não, não poderia mesclar as duas coisas em um único artigo. E, foi justamente aí que optei por artigos inteiros mais simples e artigos inteiros mais complexos. E em cima disso, elaborei uma forma própria de escrever, fugindo da informalidade mas ao mesmo tempo me esquivando do caráter denotativo para não deixar os textos mais chatos. Além disso, decidi que meu público alvo seria aquele leitor que gostasse de interagir com o texto. Que me enviasse perguntas, que argumentasse contra e a favor meus pontos de vista (com exceção dos cientificamente comprovados) e aquele que mesmo que não entendesse patalhufas, quisesse pesquisar e entender um pouco mais sobre o assunto. Isso faria com que além da interação, pudéssemos todos nós aprender uns com os outros.

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    Confesso que tempo é algo que realmente me custa muito. Minha rotina começa as 5:30h da manhã e normalmente termina as 23-23:30h. Procuro, claro, aproveitar o máximo possível as horas de sono, pois sei que basicamente quando eu acordar, só Deus sabe qual será o meu destino e o quanto será cansativo aquele dia. Porém, devo admitir que gosto, além de ler e ver documentários, de fuçar na internet pra ver o que está acontecendo e pra ver o rumo que o que eu escrevo está tomando. Algumas vezes me surpreendo positivamente e negativamente. Vejo pessoas que eu nem conheço, me fazendo elogios, me defendendo por aí, levando meu nome como se eu realmente fosse algo mais do que um simples ser humano. E isso é, de fato, gratificante e devo agradecer a todas essas pessoas que cedem um pouco do seu tempo. Mas, absolutamente nada é perfeito e, as vezes me deparo com coisas que acho simplesmente deprimentes. E, infelizmente é justamente delas que quero falar a respeito nesse artigo. Aliás, é a respeito da mentalidade em si de nosso povo que quero falar um pouco.

    Quando me deparo com críticas, a primeira coisa que me vem em mente é uma animação para discutir com o indivíduo e, claro, aprender um pouco mais e, se possível, gerar um pouco de conhecimento para ele também. Acredito que se formos todos humildes para discutir de maneira civilizada e realizar dialéticas sábias, o crescimento virá. Mas em grande parte desses casos, as críticas vem simplesmente de “eu acho” ou “comigo não é assim” ou de algum achismo próprio desse tipo de gente.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    Um Comentário

    1. rubens damásio 5 anos atrás


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