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    A musculação tem sido sinônimo de qualidade de vida para você?

    Entenda como as pessoas vem interpretando errado a musculação para não esportistas e veja se ela faz parte da sua qualidade de vida.

    Hoje os exercícios resistidos com pesos talvez sejam a prática esportiva mais realizada no mundo inteiro. E isso não é por acaso: Frente aos inúmeros benefícios trazidos em diversos aspectos físicos, funcionais, estéticos, psicológicos e mentais ela tem se destacado hoje nos quatro cantos do mundo pelos mais diferentes tipos de pessoas as quais a buscam visando inúmeros outros objetivos.

    Com tamanha abrangência, podemos considerar que a musculação é a mãe de quaisquer outras práticas esportivas, mas como estas mesmas, ela possui aspectos tanto ligados a melhoras físicas em geral, incluindo a qualidade de vida, quanto aspectos meramente esportivos que não podem necessariamente ser considerados tão adeptos assim à saúde.

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    Pensando assim no que você tem feito a respeito não somente da prática da musculação em si, mas de todos os outros aspectos que as envolve, será que você tem considerado a musculação como sinônimo de qualidade de vida para si ou a tem utilizado como mecanismo para outras finalidades?

    Esporte X Saúde: Paradoxo?

    Falar de esporte deveria necessariamente falar de saúde, afinal não consegue desempenhar uma boa função física ou mesmo mental (em esportes como o Xadrez ou o automobilismo, por exemplo) sem capacidades adequadas de saúde, isto é um indivíduo que tem a saúde debilitada, também tende a não ter uma boa performance.

    Todavia, desde que o esporte se tornou competitivo, ainda em culturas da antiguidade, talvez ele não tenha sido lá meramente utilizado para saúde. Ele também era utilizado como forma de controle do povo entre outros, o que não o remete novamente unicamente para a saúde.

    Com a chegada dos anos 1920-1930 em média, o esporte tornou-se ainda menos unicamente mencionado em aspectos de saúde. A descoberta de novas fontes de aumento de performance (relacionadas à nutrição, ao uso de ergogênicos, ao desenvolvimento de treinamentos e maquinários etc), tornou o esporte cada vez mais uma máquina de gerar novos “talentos” e, claro, dinheiro.

    Esses fins os quais passam por razões culturais, políticas e monetárias, pouco a pouco modificaram os esportes, tornando-os ferramentas as quais fazem com que muitas pessoas dela a utilizem, sendo em boa parte destes, os próprios atletas.

    Os atletas passam unicamente de serem ídolos (ou apenas ostentam essa imagem irreal) e passam a ser mecanismos os quais são tratados como descartáveis. Assim, exige-se o máximo do indivíduo até que seu potencial seja substituído ou não sirva mais para nada.

    Mas, se você perceber bem, estamos falando do esporte meramente profissional e de uma maneira muito superficial e generalizada. Mas, o que aconteceria então se estivéssemos falando da chegada do esporte de “alto rendimento” para pessoas as quais não visam a profissão de atleta?

    É claro que o esporte de alta performance deveria ser remetido obviamente aos atletas profissionais, entretanto, esse meio surgiu também na população de uma maneira geral a ponto de não ser mais incomum ver um sujeito o qual deseja alta performance (e paga o preço para ela) sem ter fins os quais justifiquem este.

    Por um lado, mesmo os atletas poderiam receber uma visualização interessante sobre esse âmbito de serem “usados”, imagine então aquele indivíduo aparentemente normal que apenas deveria ter o esporte como melhoria para a sua qualidade de vida (me refiro aos quesitos estéticos TAMBÉM) e o torna uma “pseudoprofissão”?

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    Os fatores sociais são influentes na prática da musculação?

    Se há algo que interfere para que hoje um indivíduo pratique musculação, esses são os aspectos sociais. Hoje as pessoas até buscam a prática como forma de melhorar sua saúde, se reabilitar de lesões etc. Mas a maioria quer mesmo é ter um bom corpo.

    Diante das pressões sociais, hoje um indivíduo busca cada vez mais métodos para não estar necessariamente bem para si, mas bem diante dos olhos dos outros. Assim, a musculação tem sido um mecanismo de modificações corpóreas as quais a pessoa deseja.

    Querer estar bem, ver como fulano ou cicrano que é tido como modelo estético pela mídia é vontade da grande maioria. Isso porque, essas pressões realmente incomodam, e muito provavelmente quanto mais próximo desses requisitos o indivíduo conseguir se encontrar, então, certamente acha que será “melhor aceito na sociedade”.

    É muito engraçado ver que por um lado, o esporte é aparentemente valorizado como superação, como forma de obtenção de benefícios para a vida entre outros aspectos positivos. Porém, ao mesmo tempo é exigido das pessoas condições as quais muitas vezes elas não conseguem suportar em paralelo com essas outras. É realmente algo a se pensar cuidadosamente…

    Os sacrifícios questionáveis dos esportistas

    Entendamos como esportistas aqueles que praticam esportes com regularidade, mas não a níveis profissionais. Assim, podemos dizer que estes deveriam fazer dos esportes, primeiramente formas de otimizar sua saúde e sua qualidade de vida de uma maneira geral, incluindo sim os aspectos estéticos, pois eles também são fundamentais para que uma pessoa se sinta bem consigo mesmo (a).

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    Quando paramos para ver, o mesmo indivíduo utiliza métodos e sistemas de treinamento a níveis profissionais. Submete seu corpo a um estresse totalmente desnecessário e que com certeza será prejudicial. Calma! Não estou dizendo que ele deva levar às atividades físicas no “oba, oba”, tampouco que não possa incrementar intensidade em sua prática. Porém, ele acaba utilizando a prática como requisito único para obter resultados que ultrapassam limites do bem-estar e acabam sendo mais sociais, psicológicos do que outra coisa.

    Por exemplo, ele quer ficar esbelto a todo custo e para isso, passa horas nos exercícios aeróbios ou horas na sala de pesos. O resultado além de ser negativo por razões óbvias, ainda compromete a sua integridade, o que aí sim é um problema grave.

    Comumente vemos pessoas adquirindo quadros de overtraining ou mesmo lesões pela prática exagerada de exercícios físicos. Basicamente estão comprometendo seu corpo a troco de NADA!

    Os exercícios físicos são sim importantes e podem ter intensidade, mas desde que essa NÃO agrida as suas condições físicas e sua saúde.

    Transtornos alimentares em esportistas

    Transtornos alimentares não são interessantes NEM PARA ATLETAS, muito menos PARA PESSOAS COMUNS. Sendo assim, devemos considerar que esses já são diagnosticados como doença pela OMS, ou seja, necessitam de um tratamento multidisciplinar para sua “cura” e controle (o que é mais importante).

    Cada vez mais vemos pessoas as quais valorizam demais os aspectos físicos através do esporte e com isso, passam a se alimentar de maneira muito peculiar: Começam a confundir o alimentar-se de maneira saudável com exageros, déficits extremos ou a ortolexia.

    A alimentação saudável é essencial para o ser humano. Isso porque, ela possibilita o fornecimento de substratos capazes de nutrir adequadamente o corpo e fornecer o que é necessário para as intermináveis sínteses ocorrerem a todo momento. A alimentação tem fator social e psicológico consigo inseridas, ou seja, ela também é usada como mecanismos culturais, como formas de afeto ou mesmo e desfruto.

    Ter uma alimentação saudável, proporciona ao indivíduo praticante de esportes mais possibilidades de elevar a sua performance, melhorar sua recuperação, promover ganhos, entre outros. Além disso, sua qualidade de vida tende a ser melhor quando ajustados convenientemente a alimentação e as atividades físicas.

    Os exageros e déficits começam a ocorrer quando a pessoa supervaloriza a necessidade do ganho de volume muscular (e, com isso, passa a se alimentar demais) ou ainda, quando ela promove déficits extremos em sua dieta visando perder peso, ou reduzir a gordura corpórea.

    ortolexia por sua vez pode ser descrita como a supervalorização da busca por alimentos sempre “milimetricamente saudáveis” ou ainda, como um TRANSTORNO ALIMENTAR no qual o indivíduo pensa o tempo todo (a ponto de ficar neurótico) na qualidade de sua alimentação. Quantas vezes não vi meninas não comendo fora de casa porque não sabem de onde advém a matéria prima daquele alimento servido ou ainda porque não comem alimentos os quais não sejam orgânicos…

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    Vejo o tempo todo preocupações tão desnecessárias as quais chegam a superar as preocupações necessárias. Mil receitas mirabolantes, e a pessoa se esquece de uma boa combinação de arroz e feijão… Alimentos caros, e a pessoa se esquece que os morangos ou ainda frutas mais baratas como a melancia são ótimas frutas antioxidantes…  A ortolexia muitas vezes tampa o que está bem abaixo do nosso nariz. Porém, o ortoléxico não consegue ver isso!

    É claro que é IMPORTANTÍSSIMO que nos preocupemos com nossa alimentação, bem como com a qualidade do que estamos ingerindo. Porém, quando isso começa a interferir em nossa vida e nos fazer mais pensar na qualidade do que comemos que de fato em nos nutrirmos adequadamente, devemos observar se isso está ou não sendo benéfico a nós.

    Valorizar a si

    Quando levamos em consideração todos esses transtornos que ocorrem com as atividades físicas, é possível pensar se elas estão sendo usadas hoje em dia realmente para a valorização se si mesmo ou se elas estão sendo ferramentas de autopunição e tortura própria.

    Muitas vezes as questões sociais estão falando muito mais alto do que as questões próprias. Elas alienam os indivíduos e os fazem enxergar as coisas não de acordo com as que as convém, mas de acordo com o que a SOCIEDADE QUER.

    Valorizar a si mesmo é colocar em primeiro plano a sua vontade, a suas necessidades. Somente assim você estará utilizando as atividades físicas e tudo que as cercam como melhorias para a sua qualidade de vidam tanto física quanto mental.

    Conclusão:

    Podemos chegar ao ponto de que cuidadosamente você deve avaliar todos os pontos que cercam a sua busca pelas atividades físicas e pautar o que realmente está sendo benéfico para você e o que está colocando em jogo sua saúde e sua integridade física.

    Muitas vezes, não vale a pena confundir as nossas necessidades REAIS com uma ILUSÃO do que achamos que podemos ter. Enxergar a realidade é essencial para que usemos TUDO o que for possível ao nosso favor.

    Bons treinos!



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