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    Nutrição clínica, esportiva ou autoconhecimento?

    Conheça a diferença entre nutrição esportiva, clínica e autoconhecimento e descubra qual nutrição é a mais indicado para você

    Se você já entrou em uma academia, certamente já foi sugerido de consultar um nutricionista esportivo e, se provavelmente nunca entrou em uma academia, já deve ter pensado em ir em um nutricionista para perder uns quilinhos a mais ou melhorar sua qualidade de vida, não é? Todavia, quando você passa a entender um pouco mais dessa ciência e passa a conhecer também um pouco mais de seus fundamentos, seja por meio de estudos, da difusão atual da mídia ou por outro meio qualquer, com certeza tem a influência de tentar a fazer as coisas por si só, em uma espécie de autoconhecimento.

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    Porém, será que é mesmo válido considerarmos a necessidade de um nutricionista clínico ou esportivo para determinados públicos? Será que, muitas vezes, o autoconhecimento não poderia ser uma prática mais vantajosa e viável em nossos dia-a-dia? A grosso modo, são todos os praticantes de atividades físicas que necessitam de um nutricionista esportivo? E, será que não está na hora de você trocar o seu nutricionista clínico por um nutricionista esportivo de qualidade? Essas e muitas outras questões responderemos a seguir.

    A nutrição

    Falar em nutrição é falar de vida, pois, através do que por ela é fornecido, ou seja, os alimentos e os nutrientes disponíveis neles, tornam-se possível existir todos os processos que assim possibilitam a existência biológica.

    Porém, indiscutivelmente hoje, falar de nutrição parece não ser mais falar das origens alimentares do ser humano, mas, de uma ciência a qual dedica seu estudo ao alimento a fim de aprimorar o consumo humano, otimizando processos relacionados com a saúde, com o desenvolvimento, com a manutenção e/ou obtenção de alguns processos específicos ou gerais. Em outras palavras, a nutrição hoje é considerada um ramo biológico que trata da interação do alimento para com o ser humano, buscando as melhores propriedades para si em diferentes aspectos.

    Diante dessa premissa e da evolução que ela passou nos poucos anos de existência acadêmica, podemos dizer que, como qualquer disciplina, ela sofreu fragmentações as quais elucidam diferentes ramos e trabalho. Por exemplo, há ramos que dedicam seus estudos a pacientes com determinadas patogenias, outros ramos que dedicam seus estudos à área preventiva, outros que dedicam seus estudos à área geral clínica e, claro, aqueles que focam na nutrição esportiva. E, sem sombra e dúvidas, entre as maiores subdivisões da nutrição, estão mesmo as duas últimas mencionadas, a clínica e a esportiva.

    Essas duas “nutrições” são capazes de abranger, no primeiro caso, todas as pessoas sem sérias patogenias e que buscam na nutrição uma melhora na qualidade de vida. No segundo caso, ela é capaz de envolver atletas e praticantes assíduos de atividades físicas os quais dependem de uma ingestão específica de nutrientes para prevenir ou otimizar alguns muitos processos e, portanto, ter um bom desempenho físico.

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    Porém, a mídia cada vez mais é difusa em assuntos relacionados com a alimentação e com a nutrição em geral. É só abrir quaisquer revistas e você verá algum tipo de matéria sobre nutrição, algum tipo de dica sobre nutrição, alguma melhor forma de se alimentar ou mesmo alguma propaganda de algum alimento que promova benefícios frente a “alegações científicas nutricionais”. Nesta onda, são muitas as pessoas que se sentem suficientemente aptas para seguir determinadas formas nutricionais ou pior: para dar dicas ou prescrever fórmulas nutricionais. E, isso não é uma crítica: Realmente existem pessoas que, de fato não são nutricionistas, mas tem uma experiência a qual as torne capazes de tal (e aqui não cabem discussões sobre a regulamentação da profissão ou quaisquer coisas do gênero).

    Mas, qual é a melhor maneira de fazer uma boa escolha? Será que todos os praticantes de atividades físicas precisam de um nutricionista esportivo? Será que a nutrição clínica não abrangeria bem essa população? E ainda, será que, diante de tantas particularidades, o autoconhecimento não seria a melhor diretriz para obtermos os resultados os quais desejamos, sejam eles quais forem?

    A nutrição esportiva NÃO é para praticantes de atividades físicas

    Se você, simplesmente acha que necessita de um “nutricionista esportivo” pelo simples fato de estar praticando atividades físicas, então, ERROU! A prática de atividades físicas deveria ser dedicada a todo e qualquer indivíduo, pois ela é essencial ao ser humano.

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    Todavia, praticar atividades físicas não te faz um esportista, nem tampouco um atleta. Muitas pessoas acham que suas necessidades nutricionais aumentaram de maneira tão significativa porque estão praticando regularmente atividades físicas. Acham que precisam de uma porção extra de proteínas e suplementos alimentares para agora obter resultados. Na realidade, a maioria delas, se bem orientada por um nutricionista clínico, conseguem ter excelentes resultados. Aliás, conforme vem se mostrando o mercado, com a formação de muitos incompetentes “nutricionistas esportivos”, esses mais atuam de forma clínica do que esportiva, propriamente dita.

    Muitas vezes, é desnecessário investir dinheiro em suplementação ou apoio “nutricional esportivo”, sendo que a superestimação desses dois principais conceitos é abundante na sociedade moderna. Grande parte dos casos, se quer necessita das tais dietas hiperproteicas, para se ter noção. Mas ainda é comum a pessoa se entupir de frango, whey protein e achar que isso trará resultados.

    Desta forma, desmistificando e trocando em miúdos, a nutrição esportiva é dedicada a praticantes ÁRDUOS de atividades físicas. De uma forma geral, a nutrição esportiva se diferencia da clínica por proporcionar requisitos os quais são essenciais para um esportista e, de fato, um acompanhamento o qual considere pontos totalmente diferentes, desde a avaliação física e anamnese geral até a forma de prescrição do acompanhamento, visando resultados específicos sempre.

    Mas, quando falamos de atletas, falamos de um público ainda mais específico. Claro, estamos falando do alto rendimento e, principalmente de uma prática a qual não visa necessariamente a saúde como primeiro plano, mas, o desempenho.

    E será que todos os nutricionistas esportivos estão aptos para lidarem com atletas ou mesmo com modalidades específica, visando esportistas?

    A nutrição esportiva NEM SEMPRE é para atletas

    Ao falar de nutrição esportiva, mais ajusto com esportistas do que com atletas, propriamente ditos. O que diferencia um de outro é a busca por competição e, possivelmente por fins lucrativos, ou seja, como profissão.

    Nesses casos, obviamente é importante que haja um acompanhamento multidisciplinar, pois, o atleta deverá ser compreendido em suas diferentes esferas (físicas, psicológicas etc). Todavia, nem sempre um nutricionista esportivo é indicado para um atleta, salvo se ele for ESPECIALIZADO naquela modalidade, ou seja, do contrário, ele não terá uma atuação significativa no planejamento do atleta e poderá prejudicá-lo.

    nutrição esportiva NEM SEMPRE é para atletas

    Não quero questionar quaisquer métodos de trabalho nem tampouco profissionais, mas, quantas vezes não vejo nutricionistas esportivos sugerindo que o atleta coma “arroz com feijão” e menos carne, pois, o arroz e feijão já tem proteínas suficientes… Ou, quantas não são as vezes que vejo protocolos de usos de suplementos totalmente inadequados e em dosagens ridículas. O que quero dizer é: Muitas vezes isso até cai bem e funciona para um esportista, mas, não para um atleta, principalmente em nível profissional.

    Com a falta desses profissionais no mercado e, mais ainda, com a falta de alguém que JÁ O ACOMPANHE (pois, conhecer o atleta previamente é interessantíssimo para não terem de passar pelos processos de adaptação entre cliente X nutricionista), muitos deles utilizam os chamados “coachs” ou “preparadores” os quais não são nutricionistas e, muitas vezes não são educadores físicos, mas, atuam nessas esferas por ter habilidade suficiente com determinada modalidade. Outra alternativa muito buscada pelos atletas é também o próprio conhecimento e a manipulação que ele faz consigo a fim de determinar os parâmetros para o seu desenvolvimento. Logo, ele sabe como determinada distribuição de nutrientes fará seu corpo reagir, saberá quando diminuir esse ou aquele macronutrientes, aumentar essa ou aquela quantidade de alimento e assim por diante. E isso se dá por motivos óbvios: quanto mais o atleta convive consigo e entende seu corpo, mais apto está para tais modificações.

    Mas é mais do que lógico que a “autoajuda” não é interessante para leigos que acabam se embasando em meios e notícias e pseudofundamentações sem ciência.

    Mas, afinal, a qual tipo de nutrição devemos buscar?

    O primeiro passo para saber a qual plano você deva buscar é identificar a si. Você é um atleta? Quer ser um atleta? Você apenas pratica esportes? Você se equipara a um atleta em muitos pontos, mas, não pretende isso como profissão?

    Saber onde se está e até onde se quer chegar é determinante para decidir a qual ajuda buscar. Você pode muito bem se dar bem com um nutricionista clínico, mesmo sendo praticante de esportes. Um indivíduo esportista, pode muito bem se dar bem com um nutricionista esportivo geral e, por fim, o atleta deverá decidir se está pronto para lidar consigo ou se necessitará de uma ajuda altamente específica. Porém, não conseguimos essa definição de maneira clara sem antes seguir o passo já mencionado do autoconhecimento.

    Lembre-se sempre de que exageros quando não são necessários, tornam-se prejudiciais. Faltas e omissões podem ser prejudiciais também caso o “mais seja” necessário. Portanto, entenda como uma cadeia hierárquica de busca por ajuda. Todavia, busque sempre conhecer a si mesmo, caso tenha experiência suficiente para isso. Certamente, você se surpreenderá como poderá contribuir para auxiliar quaisquer profissionais a lidar com você mesmo.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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