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    O custo X benefício dos suplementos alimentares

    Aprenda mais sobre o custo X benefício dos suplementos alimentares e aprenda a comprar o que mais chega perto de sua necessidade, com um preço mais acessível!

    Em pleno século XXI, vivemos em uma sociedade freneticamente projetada cada vez mais ao progresso rápido, à agilidade, à rapidez na realização de todas as coisas, o cumprimento de árduas e inúmeras tarefas diárias, à rápida locomoção, a rápida necessidade de comunicação e entre muitas outras características que englobam a globalização como um todo, aliando sim inúmeros aspectos positivos ao desenvolvimento humano, mas, ao mesmo tempo, aliando caracteres que tornam negativos muitos dos efeitos produzidos por tais comportamentos.

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    A exceção de invenções extraordinárias, como, por exemplo, as que fizeram o homem chegar à lua, por um lado antes, conseguíamos todas as mesmas façanhas básicas que conseguimos hoje, o que na verdade se modificou foi basicamente a forma com que estas hoje são realizadas. O fato é que, se tivéssemos de colher uma laranja no pé a 700 ou 800 anos atrás em um local primitivo para fazer um suco com a fruta, teríamos de primeiramente localizar uma laranjeira, então contar que tivessem frutos na mesma, subir na árvore ou utilizar algum acessório primitivo para conseguir tirá-la do pé e então, por fim, descê-la, levar para casa, higienizar basicamente, descascar, processar e depois colocá-la na mesa para o consumo. Porém hoje, se quisermos fazer isso, giramos a chave do carro, vamos a qualquer vendinha de esquina a 2 quarteirões de casa, pagamos por uma caixinha de suco de laranjas pronto, voltamos para casa e o suco já está lá, gelado (caso tenha sido comprado gelado) e sem a necessidade de quaisquer mínimos processamentos pré-consumo. Por conseguinte, ambos os casos forneceriam o produto final para ser consumido, mas, com processos totalmente diferentes.

    Diante desses e de outros tantos aspectos que passaram a se modificar com o decorrer desses anos todos, está o culto ao físico. De alguma forma, o homem pôde parecer e entender ser superior intelectualmente a praticamente todas as espécies no mundo. E não é a toa que hoje, de fato somos os mais capazes de realizar feitos por nossa vontade e não apenas pelo instinto animal (que todos têm e, aliás, muitos acabam por encubá-los até demais).

    Se bem posso me recordar, no mundo animal, referências mostram que no mundo feminino, são selecionados naturalmente os machos que melhor parecerão convenientes para acasalar e, então, a fêmea gerar um ser digno para dar continuidade a sua espécie. Além disso, esse macho deve aparentar maiores “dotes” ou “dons” a fim de possivelmente transmiti-los para sua próxima geração. Implicitamente, o ser humano acaba por fazer isso, de uma maneira muitas vezes até inconsciente, é claro. Porém, mais além do que esses aspectos mentais implícitos, estão os explícitos, como no caso dos gregos que, propositalmente cultuavam seu físico com inúmeras finalidades (como a religiosa, por exemplo) ou até mesmo do humanismo, do iluminismo etc.

    Este culto que o passou a ser modificado no decorrer dos anos, hoje é reflexo apenas de algo que está sendo resgatado. Isso porque, diante dos diversos momentos em que a evolução aconteceu, diversas foram as características que se tornaram presentes dentro de cada sociedade diferente: A França antiga mostrava-se satisfeita com homens gordos, que demonstravam poder, fartura e riqueza. Já outras sociedades admitem pessoas magras como fonte de inspiração. E, verdade seja dita: Não há uma regra de padrão nem de corpo nem muito menos de culto ao físico, mas aquilo que é conveniente e, de certa forma, realidade para aquele grupo específico.

    Hoje, aos ocidentais, um corpo que aparente saúde, mas, ao mesmo tempo apresente um certo grau de virilidade para os homens é o mais aceitável. Já as mulheres, passaram da fase “gordinhas” para “magrinhas” e hoje, as mais valorizadas são as chamadas “turbinadas”. Pessoas essas que, a qualquer custo procuram buscar referências e opções para cada vez mais ter um corpo como a sociedade supostamente impõe. Com isso, um dos ramos que mais vem crescendo mundialmente, mas, mais especificamente no ocidente (apesar do oriente hoje já possuir uma grande disponibilidade destes) é o de suplementos alimentares. O markting aliado a necessidade que existe de fato que envolvem esse mercado é tão grande que nem nós mesmos fazemos ideia. Milhões de dólares são mobilizados diariamente para tal.

    Mas, será que os suplementos alimentares realmente proporcionam o que desejamos e, será que o custo X benefício realmente vale a pena? Aliás, quando falo em custo X benefício, não estou falando unicamente dos fatores financeiros, mas também de saúde, de satisfação e, claro, uma possível ilusão que, para muitos terminará em uma grande DESILUSÃO.

    A importância dos suplementos alimentares certamente é grande não só para um praticante de atividades físicas, atletas e tampouco para os indivíduos que buscam resultados unicamente estéticos, mas também, para pessoas que possuem alguma necessidade específica (ou necessidades específicas) que não são supridas unicamente com a dieta tradicional. Estes, normalmente são conhecidos como os complementos alimentares. É indiscutível que estes possuem uma aplicabilidade muito mais ampla do que qualquer classe de suplementos. Entre os principais, estão, por exemplo, as proteínas em pó, alguns aminoácidos, os shakes hipercalóricos, os repositores de eletrólitos etc. Entretanto, se falarmos mais especificamente de performance e estética, cairemos no ramo dos suplementos ergogênicos. Suplementos esses que possuem a finalidade de reduzir a fadiga momentânea do treino, aumentar algum tipo de síntese/fluxo/metabolismo, aumentar o rendimento do treino entre outros.

    Se há algo comum entre ambas as classes citadas de suplementos alimentares é que ambos podem ou não funcionar. E isso não dependerá apenas da individualidade biológica de quem está usando ou até mesmo de suas necessidades, propriamente ditas, mas também, da qualidade e da idoneidade do produto, fatores esses que determinarão um bom, um médio ou um péssimo custo X benefício.

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    Mas e então, para escolher qual suplemento alimentar devo utilizar, qual é a maneira mais correta ou, com menos chances de errar?

    Em primeiro lugar, financeiramente e, do contrário do que a maioria costuma acreditar, nem sempre o suplemento mais caro é o melhor suplemento ou a melhor opção para você. Vejo indivíduos gastando horrores em suplementos que até podem possuir uma ótima qualidade e podem de fato ser suplementos que funcionam, mas esquecem de investir na… Adivinhem… DIETA!!! Ou seja, o sujeito quer complementar o que ele não tem!

    Além disso, como dito, esse mercado envolve muito marketing e marketing esse que pode fazer você, um pouco menos entendido no assunto, acabar por gastar seu sofrido dinheiro sem a menor necessidade quando poderia ter os mesmos ou até melhores resultados utilizando protocolos bem mais simples de suplementação. Lembre-se que, assim como tudo, marca conta como fator para aumento no custo do final do produto. O Whey protein é um caso clássico desses: As filtragens, a tecnologia, a coerência entre as informações nutricionais dos produtos e a realidade… Tudo isso conta e, conta muito diga-se de passagem. O que acontece é que, por exemplo, fica fácil enganar um leigo dizendo que um whey concentrado de 99% de concentração de proteína custa um terço do valor de um whey de altíssima qualidade importado isolado com 96-97% de concentração. Aí, o consumidor desavisado, deixa de lado a pesquisa, enche os olhos de brilho e pensa “vou levar o mais concentrado e, ainda pagar mais barato? Bem, é claro que é ele então!”. O mesmo vale também, ao olharmos as famosas cápsulas de BCAAs: Normalmente, muitos esquecem de olhar a concentração de BCAAs por caps e olham apenas na dose. O resultado é que enquanto uma, aparentemente pode parecer mais concentrada, apenas tem um número X de cápsulas maior do que a outra, justificando a característica de mais concentrada NA TABELA NUTRICIONAL e não no produto em si. Por isso, atenção SEMPRE.

    Em segundo lugar, nem sempre o suplemento “aparentemente mais forte” é o mais eficaz. Vejo indivíduos que, por exemplo, escolhem qual proteína tomar, olhando qual produto possui maior quantidade de proteínas por porção. E você acha, que para o corpo, mais contará uma proteína de altíssima qualidade em quantidades um pouco menores ou uma proteína de péssima qualidade em maior quantidade? A exemplo, certamente é muito mais conveniente ingerir no pós-treino 20g de mix de whey protein isolado com caseína do que 50g de proteína texturizada de soja ou algum tipo de extrato de soja, não é mesmo? Assim também vale para outros tantos suplementos. Quer um outro exemplo clássico? Quem nunca se deparou com alguém escolhendo suplementos pelo quanto teoricamente o produto vai durar e não pela qualidade em si?

    Certo, a realidade do brasileiro não é mesmo escolher tudo unicamente por qualidade, mas, será que não poderíamos escolher a melhor opção entre as mais plausíveis e abrir mãos de coisas desnecessárias? Que tal economizarmos um pouco com saidinhas de finais de semana ou até mesmo investindo na última promessa de pre-workout e comprar uma boa fonte de whey protein juntamente com L-Leucina e Creatina? Fim, você não precisará de muito mais além disso. Talvez adicionar um pouco de Beta Alanina, caso tenha disponibilidade financeira…

    “Custo benefício” para mim não é a utilização do suplemento top de linha e nem do mais inferior. Este termo, ao meu ver, nos deveria fazer pensar no ou nos suplemento(s) que mais consumimos X o que melhor encaixa em nosso bolso e, aí sim com a melhor qualidade possível. Entretanto, sendo suplementos tão caros e, tão propícios a sofrerem algum tipo de alteração (e sim, isso há na indústria), é melhor que esse dinheiro seja relativamente possível de ser gasto com um bom produto. Caso não seja assim, custo benefício me faz pensar então em modificar a dieta da melhor maneira possível e retirar suplementos da dieta. Sim, você leu bem: RETIRAR OS SUPLEMENTOS DA DIETA, afinal, compensa comer e ter total certeza do que se está usando do que não comer adequadamente ou, até comer razoavelmente bem e desperdiçar o seu dinheiro com porcarias.

    Em terceiro lugar, devemos lembrar que informação é tudo! Mas, informação correta. Digo isso pois, ao abrirmos qualquer página fitness de internet, ao comprarmos qualquer revista do gênero ou até mesmo fazer uma pequena busca no Google, encontraremos diversas fontes, referências e informações. Muitas delas, de fato corretas e úteis. Mas grande parte, devo dizer que não passa de bobagem adicionado a achismo. Aliás, se pararmos para ler o rótulo de muitos desses suplementos (e falo dos importados e nacionais) iremos nos chocar com tanta informação comprada e totalmente mentirosa, que chega a desafiar as leis básicas da bioquímica e da fisiologia. O leigo lê, acredita na primeira referência e, sequer decide antes se consultar com um profissional da área (e falo de nutricionistas!!) para obter a informação realmente correta e individualizada a si. Muitas vezes, por mais que a informação adquirida nessas fontes de confiança duvidável pode ser correta, mas, não se encaixará com a sua realidade ou com as suas necessidades. Portanto, ter alguém experiente e capacitado para orientá-lo é fundamental para obter o melhor custo X benefício dos suplementos, escolher pelos corretos, nas quantidades corretas e, claro, seguir os protocolos corretos de utilização, pois, não adianta nada ter o ou os melhores suplementos nas mãos e não saber como usá-los adequadamente.

    De uma vez por todas, é importante saber que você pode gastar 300 ou 400 reais em 2, 3 ou 4 potes de suplementos alimentares brilhantes, saborosos e de rótulo bonito, mas, de que adiantará todo esse investimento se você continuar cometendo os mesmos erros clássicos e crassos? Esse mesmo valor poderia ser empregado em uma consulta com um profissional que pudesse, de maneira muito melhor, instruir seus passos. O fato é quando passam, por conseguinte, a não acreditar que são esses que farão a diferença.

    Conclusão:

    Conclusivamente, podemos crer que, hoje, é possível obter um bom custo X benefício com os suplementos alimentares e com a altíssima tecnologia que neles é implantada pela indústria, desde que, primariamente se tenha uma alimentação coerente (afinal, suplemento não é comida e não deve substituir a comida), informação correta (e de fontes confiáveis) e orientada por um bom profissional da área e claro, abrir os olhos ao que pode parecer marketing sem funcionalidade.

    Portanto, jamais saia gastando seu dinheiro sem esses prévios cuidados e assim, obtenha o máximo prazer no desenvolvimento do seu corpo com protocolos corretos e, claro, acessíveis ao seu bolso. Dê valor a sua saúde, ao seu esforço e a você mesmo!

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    10 Comentários

    1. Roeds Fik 4 anos atrás
    2. Giovanni 4 anos atrás
    3. gerson 4 anos atrás
    4. manoel 4 anos atrás
    5. Pablo Almeida 4 anos atrás
    6. Paulo 4 anos atrás
    7. Beto 4 anos atrás
    8. Beto 4 anos atrás
    9. Márcio Lucas 4 anos atrás
    10. Gabriel 4 anos atrás


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