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    O preconceito com profissionais diferenciados e metodologias de treinamento

    Entenda sobre o profissional de educação física, e veja que existe treinamento específico para cada aluno, e que preconceito é coisa da sua cabeça

    O intuito deste artigo não é favorecer nenhum tipo de metodologia nem tampouco criar paradigmas os quais tornem a Educação Física cética e imutável. Na realidade, o objetivo deste é trazer as claras algo que talvez aconteça sem nos darmos conta, prejudicando o desenvolvimento de muitas pessoas, trazendo preconceitos baratos e, o pior, um afastamento entre profissionais de Educação Física, seja entre suas classes ou mesmo com alunos e/ou atletas.
    Desta forma, primeiramente, vamos compreender o motivo do surgimento das argumentações aqui presentes: Você já deve ter presenciado a cena de algum tipo de método de treino diferente daquele que você está acostumado a fazer em sua modalidade, não é mesmo? Especificamente falando da musculação, que é o nosso foco, você já deve ter visto pessoas fazendo um treino “muito estranho” e que você pouco compreendeu. Se tens um pouco mais de conhecimento na área, pode ter julgado aquilo como inadequado ou até mesmo compactuado com tais metodologias. Se for leigo, pode ter achado a pessoa maluca ou, em alguns casos, que não estivesse fazendo tanto esforço na prática física assim. Independentemente de qual seja seu posicionamento e seu grau de conhecimento, você traçou um julgamento sobre aquilo, bom ou ruim.

    tipo de método de treino diferentes

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    Entretanto, você parou para analisar algo além do que você estava vendo? Você parou para entender o que aquela pessoa estava fazendo, por que estava fazendo e mesmo, se acompanhada por um profissional, o quão qualificado ele era para executar aquilo e quais os motivos dele fazer aquilo? Tenho certeza que na maioria dos casos não. Portanto, é justamente aí que começam os PRECONCEITOS, ou seja, conceitos previamente estabelecidos sem o devido conhecimento.

    E é justamente sobre isso que quero falar. Hoje, cada vez mais profissionais da Educação Física estão se distanciando entre si por não entenderem a metodologia do seu próximo (leia entender como CONHECER e não necessariamente CONCORDAR) bem como fazendo com que esses mesmos profissionais causem um estranhamento entre aqueles pseudoentendidos no assunto, que costumam se achar os doutores e, na realidade não entendem nada também. É a respeito dessa diferenciação de metodologias e do preconceito de profissionais e pessoas para com elas e o impacto que isso gera em termos sociais e evolutivos na musculação.

    As diferentes metodologias

    É sabido que toda profissão exerce diferentes modos de chegar a um fim ou a fins específicos. Por exemplo, existem mil hamburguerias no mundo, mas, cada qual tem suas receitas e, o produto final são hambúrgueres, diferentes, mas, todos hambúrgueres. Da mesma forma, mil empresas fabricam microondas e, cada qual com sua forma. Obviamente, na Educação Física é a mesma coisa: Existem mil metodologias e, mesmo dentro delas, cada profissional ou cada equipe a promove de uma forma, dentro de determinados padrões, claramente.

    Da mesma forma, existem mil profissões onde existem profissionais inadequados, ou seja, incapazes de exercê-la dentro do teoricamente correto, pelo menos. Ai, já não chamamos de métodos, mas, incompetência. Porém, esse é um caso a parte.

    Voltando ao assunto, sim, as diferentes profissões fazem com que métodos diferentes sejam criados, mas, essa diferenciação não quer dizer ERROS, mas sim, formas diferentes de trabalhar e obter o resultado pretendido.

    treino diferente entre fisiculturista e idoso

    Por exemplo, na musculação, se visamos uma qualidade de vida elevada a um idoso, não passaremos o mesmo treino que para um fisiculturista. Tanto porque, para o primeiro caso e, para o segundo caso, são necessárias qualificações e especializações diferentes, mesmo que ambos devam respeitar um “padrão” existente, que são movimentos corretos, em boa forma, boa postura etc. Além disso, mesmo para treinar um idoso, existem mil formas diferentes, bem como para treinar um fisiculturista também existem. Você pode treinar um idoso com exercícios isométricos, com exercícios dinâmicos, com métodos específicos utilizando determinados equipamentos assim como pode treinar o fisiculturista com um sistema Heavy Duty, HIT, Max-OT, HCM-4 etc.

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    Se tudo fosse um mar de respeito e, principalmente de busca por cada vez aprender mais e extrair pontos positivos das coisas, isso seria ótimo. Porém, na medida em que, naturalmente o ser humano sempre quer ser melhor que seu próximo, isso se torna um tormento e causa os tais prejuízos mencionados sobre ações separativas e preconceituosas.

    Cada qual escolhe como deve fazer as coisas e, deve ser respeitado

    Você não é obrigado a aceitar a forma como ela treina ou trabalha como algo sendo conveniente para si, porém, deve respeitar. Apesar disso, o respeito só parte daquilo que compreendemos (mesmo sem aceitar). Se você não conhece aquilo, provavelmente considerará um equívoco, ou seja, você pensa que aquilo é um erro, mas, pela falta de conhecimento no que está sendo feito, não sabe que se trata de uma técnica, por exemplo. Classicamente, podemos usar a técnica de ponte utilizada no powerlifting que, a grosso modo por um leigo profissional recém-formado em Educação Física, considerará um “assédio” à região lombar. Se você não conhece um treino real de alta intensidade de bodybuilders considerará aquilo uma maluquice “sem necessidades”. Entretanto, se, mesmo sem gostar do powerlifting ou mesmo achar que eles “um dia irão se dar mal”, respeitar e compreender que eles fazem aquilo com um objetivo, bem como, compreender que o bodybuilder treina daquela forma por algum motivo, certamente poderá aceitar que aquilo é algo somente diferente, não errado.

    O que faz cada qual aderir a uma forma de treino, ou mesmo de passar um treino é a vivência da pessoa com aquele método e, portanto, a forma que ela o enxerga, no caso, sendo como eficaz. Você, provavelmente não utilizaria técnicas consigo que não ache eficaz, não é? Assim, você usa as que melhor lhe agradam aos olhos, às suas ideias e, obviamente, se for repassar um conceito, irá delas fazer uso, obviamente. É bem simples: Você não é obrigado a aceitar nem mesmo evidências científicas (apesar de, por bem ser bem interessante fazê-lo), mas, é obrigado a entender que existem outras formas de trabalhos. Claramente, é o mínimo que se espera de uma pessoa coerente, o respeito.

    Infelizmente, nem todos são aptos a enxergar dessa forma. Passam simplesmente a julgar a forma do próximo como errada e pronto. Esse é o grande problema do ceticismo, especialmente de profissionais, gerando um desconforto entre sua própria classe.

    Essa arrogância, digamos assim, a qual não leva ninguém à absolutamente lugar algum, faz com que as divergências, ao invés de crescimentos em discussões pautadas, saudáveis e, claro, construtivas, sejam trocadas por ofensas, por picuinhas, por falta de respeito e, principalmente, por uma separação a qual cada qual visa seu lado sem se importar com o outro.

    cADA um escolhe o tipo de treino

    Não é tão simples assim simplesmente divergir de opiniões. Se você a faz sem ao menos questionar as razões lógicas da opinião inversa, certamente está sendo cético suficiente para contestar até mesmo a individualidade fisiobiológica. Veja: Por mais correto que você esteja (ou não), tem de assumir, que um corpo pode responder de maneira diferente a tudo. Exemplos claros, são os creatine non-responders, os métodos de treino utilizados por atletas como Arnold e Franco Columbo os quais visavam o ganho de massa muscular e hoje já não são mais tão utilizados (mas, que davam certo para eles), um sistema que funcione muito bem para a maioria das pessoas, mas, seja um desastre para outras e assim por diante.

    É necessário assumir que você não é dono da verdade e, se não é, por que traçar um parecer de seu companheiro?

    Pense o quão produtivo seria para a área das ciências biológicas (a qual inclui a Educação Física) se os profissionais interagissem entre si, trazendo diferentes idéias que pudessem se complementar. Veja: Ao falar de ideias que se complementam, não estamos falando de ideias mescladas para formar uma opinião, mas, de ideias que possam consolidar ainda mais o seu ponto de vista e a sua opinião. Mesclar ideias e “pegar um pouco dessa teoria e um pouco de outra” também não é um caminho. É necessário ter um parecer próprio o qual possa levar suas ideias adiante.

    Conclusão:

    Contudo, podemos entender que a divergência de ideias poderia ser algo extremamente construtivo na Educação Física. Entretanto, pouco se vê isso nos dias atuais na medida em que os profissionais, ou mesmo pessoas do ramo (atletas, esportistas etc) traçam preconceitos para com o próximo sem um devido entendimento de seus métodos.

    Portanto, deixemos o ceticismo e os preconceitos de lado. Entendamos antes de criticar e, acima de tudo extraiamos o melhor de cada ideia diferente das nossas.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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