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    O perigo de descontroles glicêmicos e interferências proteicas com a misturas de alimentos

    Conheça os perigos que existem na mistura dos alimentos e saiba como você pode evitar estes descontroles glicêmicos e interações proteica causados pelas misturas erradas.

    Como bem se sabe, o fornecimento de diversos alimentos e nutrientes ao corpo é o que possibilita exercer suas diferentes funções da melhor maneira possível. Desta forma, é claro perceber que quanto mais restritiva for uma dieta, mais carências nutricionais o indivíduo terá chances de ter. Diante disso, muitos acabam pecando, não por essa privação, mas pelo contrário dela, pelo abuso entre a interação alimentícia, o que do contrário a benefícios, somente terá malefícios e prejuízos a acrescentar.

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    Interagir alimentos dentro de um contexto dietético é bastante válido e fundamental. Entretanto, quando essa interação passa a ser excessiva entre os alimentos presentes em uma única refeição, passa-se a ter sérias chances de ocasionar problemas os quais podem prejudicar não só os ganhos na musculação ou na performance geral dos esportes, mas até mesmo na SAÚDE e no próprio bem estar.

    Entre esses problemas diversos estão os descontroles glicêmicos (principalmente pós-prandiais) e as interferências proteicas, o que para o esportista é algo ainda mais relevante e que deve ser considerado largamente. Mas, como saber se estamos abusando da interação de alimentos? E como evitar que isso possa interferir de maneira negativa em nosso progresso?

    Descontroles glicêmicos

    São muitas as perguntas as quais poderiam ser feitas diante da interação que os alimentos proporcionam entre si e que causam esses inúmeros descontroles glicêmicos. Muitos imaginariam que os descontroles glicêmicos poderiam ser gerados unicamente pela interação entre os carboidratos, o que poderia ser considerado um erro. Saibamos que não somente os carboidratos tem a capacidade de interferir em processos insulínicos e na glicemia. Alguns aminoácidos, em especial a L-Leucina e alguns lipídios estão também fortemente associados com esses fatores. Se por um lado a L-Leucina tem a capacidade de estimular secreções insulínicas, por outro os lipídios podem auxiliar no retardamento desse processo. Da mesma forma, alguns excessos de lipídios podem gerar excesso na produção de insulina, por rebote a algum tipo de resistência ao hormônio, assim também de maneira inversa o consumo proteico costuma atenuar a capacidade em picos insulínicos.

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    Como podemos ver, muito mais complexo do que apenas a interação entre a mistura de carboidratos, está a mistura geral das refeições. Não necessariamente o consumo de carboidratos simples ou mesmo de alto índice glicêmico resultarão em hiperinsulimias pós-prandiais. Da mesma forma, não necessariamente o consumo de algumas proteínas e aminoácidos deixarão os processos glicêmicos de lado.

    Desta forma, para que possamos controlar nossa resposta glicêmica frente à ingestão alimentar é fundamental que possamos interagir o menor numero de alimentos do mesmo grupo, bem como procurar sempre consumir um alimento de cada macronutriente em boa quantidade (equilibradas as quantidades com nossas necessidades nutricionais individuais).

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    Quando misturamos excessos de alimentos do mesmo grupo, por exemplo, consumindo em uma refeição pão, leite, frutas, aveia e açúcar de mesa (sacarose), estamos ingerindo, traçando por cima, amido, monossacarídeos (frutose, glicose), dissacarídeos (sacarose, lactose) entre outros. Assim, fica difícil para o corpo assimilar essa quantidade de diferenças e então ele passará a causar picos insulínicos em alguns momentos e, em contrapartida, falta de produção em outros, o que acarretará seriamente em descontroles glicêmicos, mal estares e até mesmo desconfortos gastrointestinais. Basicamente, a tendência do corpo será tentar assimilar toda aquela mistura em uma “mescla” do que faria caso fosse ingerida apenas uma dela. O resultado será uma sobrecarga bem maior no sistema gastrointestinal e um aproveitamento menor de nutrientes também.

    Em momentos como o período pré-treino, isso pode ser considerado crucial e ainda mais relevante: O retardamento no esvaziamento gástrico e essa dificuldade em assimilação podem interferir diretamente e negativamente a performance e o desenvolvimento da prática física.

    Interações proteicas

    Outro quesito pouco conhecido, mas que vem sendo estudado é o de interações proteicas. Não se tem uma lista ao certo ou uma regra, mas sabe-se que da mesma forma que um aminoácido pode ser combinado com outro trazendo uma espécie de “complemento”, como é o caso da metionina e da lisina, presentes respectivamente no arroz e feijão, algumas outras misturas podem atenuar a efetividade de tais aminoácidos.

    É difícil saber quais aminoácidos podem interagir negativamente, mas uma boa recomendação que se tem feito é a de procurar NÃO misturar proteínas de baixo valor biológico com proteínas de alto valor biológico. Por exemplo, enquanto misturas como a caseína e o whey protein são EXCELENTES, assim como também outra mistura muito boa é a da caseína com a albumina, outras misturas como o whey protein com o peito de frango ou a caseína com a proteína de ervilha não são interessantes. Isso segue o princípio de que o corpo possui uma capacidade de digerir X quantidade de aminoácidos e este deve ao máximo ser aproveitado das proteínas de alto valor biológico, não devendo sofrer interferências das de menor valor biológico. Da mesma forma, os aminoácidos limitantes podem ser cruciais nesse papel.

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    Portanto, é muito interessante que não se façam grandes mesclas proteicas. Procure consumir uma ou no máximo duas fontes proteicas em uma refeição e dando prioridade para o consumo de carnes com carnes, ovos com carnes, ovos com leites, leite com whey protein e derivados do leites com derivados de whey protein.

    Lembre-se também que excesso de proteínas vegetais podem ser consideradas nessas misturas também, devendo ser evitadas quando possível.

    Conclusão

    É importante, ao mesmo tempo que fornecer nutrientes variados e suficientes ao corpo, estar sempre atento a fatores relacionados a misturas entre alimentos os quais podem ser atenuantes na efetividade que o mesmo exercerá no corpo. Procurar manter o máximo de simplicidade na mistura da refeição e o máximo de variedade ENTRE AS REFEIÇÕES é a melhor estratégia para atingir esses objetivos.

    Boa alimentação!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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