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    Porque grande parte das pessoas que treinam com personal trainers não obtém resultados?

    Descubra o motivo por trás da falta de resultados quando se tem um personal trainer para auxiliar em seus treinos.

    Parando para observar as pessoas na academia, passei a perceber que hoje em dia muitos dos praticantes de musculação utilizam de serviços de personal trainers, principalmente os que acabaram de chegar na academia e pretendem ter um resultado rápido. Porém, o que percebo é que a maioria que utiliza deste serviço, não conseguem grandes resultados e a pessoas que mais se desenvolvem, são os que treinam sozinho ou com parceiros de treino (amigos).

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    Quando me dei conta desta fato, parei para pensar: “Porque será que os que tem ajuda profissional não estão se desenvolvendo tão bem quanto quem não tem?”. É no minimo estranho este fato, e a partir disso fui investigar alguns fatores que poderiam estar levando a este fato. Fatores estes que irei comentar neste artigo, afinal de isso está acontecendo na minha academia, provavelmente vá estar acontecendo em muitas outras, por isso vale o aviso a todos que pagam por um profissional e buscam resultados.

    As diretrizes da maioria dos personal treiners e as diretrizes de seus alunos

    Primeiramente, deveríamos falar sobre as diretrizes de grande parte das pessoas que dependem de um personal trainer durante todo o treino e tornam-se incapazes de treinar sem um deles, mesmo depois de anos. A princípio, já observamos alguém que mesmo após anos repetindo as mesmas coisas não consegue se quer realizar um treinamento sem ser instruído do que devam ou não fazer! A falta de comprometimento já mostra que essas são aquelas pessoas que “querem”, mas talvez não façam por onde. Não conheço nenhum profissional que após algum tempo de treinamento, ainda necessite de seu superior o tempo todo lhe ditando o que fazer. A autonomia é o que diferenciará esses bons subordinados dos maus subordinados. Obviamente, receber as instruções sobre algo novo, ou mesmo instruções específicas lhes é devida, mas receber ordens como um cão o tempo todo… As pessoas que treinam com personal deveriam dedicar-se a ponto de entender ao menos o que estão fazendo, afinal quem busca resultados é você e não o seu personal.

    Porém, o que me incomoda é na realidade a posição que alguns profissionais tem diante dessas atitudes e a posição que tem com sua PRÓPRIA ATITUDE.

    Aproveitam a dependência excessiva de alguns desses indivíduos e os tornam dependentes a ponto de NÃO promover uma capacidade própria de realização. Isso faz com que haja uma relação mais de marketing do que de outra coisa. Até aí, pode-se dizer que, de certa forma eles estão garantindo seu ganha pão… Mas, se assim o querem fazer, QUE FAÇAM DIREITO E COM QUALIFICAÇÃO. E é nesse ponto, exatamente que quero chegar.

    Quantas vezes, vejo trabalhos inadequados realizados por pessoas que estão com um personal trainer ao lado? Muitas vezes, falta de atenção do profissional que se distrai com itens a sua volta, e muitas vezes a incapacidade de propiciar um ensinamento correto, afinal muitos deles mesmos não tem esse conhecimento.

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    Quantas vezes vejo pessoas as quais estão realizando um trabalho submáximo com um personal que EXECUTA O MOVIMENTO PELA PESSOA (falo de realização de puxadas no pulley JUNTO com o aluno, realização de “remada alta” enquanto o aluno realiza um supino e assim por diante)? Muitos acreditam que “promover uma sensação de capacidade” faz com que o aluno pense que ele está progredindo e tendo resultados com a aula do personal.

    Quantas vezes vejo movimentações e biomecânicas TOTALMENTE INCORRETAS pela desqualificação do profissional? Isso, algo que talvez nem mereça comentários. Apesar da educação ser algo defasado e infelizmente precária, a busca e o conhecimento estão aí, apenas esperando para chegar ao seu encontro caso você busque! Infelizmente, grande parte desses “profissionais” se quer já leram um bom artigo em outro idioma… Ou, se quer já leram algo além do que a faculdade solicitou… E, me desculpem, mas não considero digno em sua profissão um profissional que se quer tem o conhecimento para instruir um agachamento livre ou um levantamento terra corretamente…

    Dessa forma, juntam-se fatores evidentemente claros os quais fazem que atitudes tanto do aluno, quanto do profissional não efetivem os resultados desejados (ao menos pelo aluno).

    Leia também: http://dicasdemusculacao.org/conheca-alguns-fatos-sobre-personal-trainers/

    A potencialidade do perigo de maus protocolos

    Acredito que um aluno desinteressado, isso seja problema unicamente dele, desde que isso não interfira no treinamento de terceiros, ele paga o profissional que está lidando consigo (seja qualificado ou não) e usufrui como achar melhor. Obviamente, há de se considerar os desinteressados que colocam em risco não só o treinamento, mas a integridade de outras pessoas, por exemplo, os graciosos de plantão nas academias, os brincalhões, entre outros.

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    Entretanto, se há algo potencialmente perigoso é um mau profissional, seja com o bom ou com o mau aluno. Acredito que um profissional que seja mal qualificado tenha tanta periculosidade como um cirurgião sem a devida preparação e prática. Até existe uma grande parcela de pessoas que querem resultados e que buscam profissionais justamente para isso. Porém, são “enganados” com falsos protocolos. Obviamente, a pessoa, na confiança de que está tentando fazer o melhor em buscar aquela devida instrução, acaba sendo persuadida, e pela falta de conhecimento, enganada! Muitas vezes, até mesmo prejudicada…

    Lidar com o corpo humano é algo muito sério, preciso e individual, o que requer que o profissional considere não só as questões básicas e fundamentais do ser humano, mas toda a individualidade fisiobiológica de cada um, com as possíveis variações (sejam elas anatômicas, metabólicas ou outras quaisquer) e assim por diante. Propondo protocolos errados frente a isso, as chances de arruinar tudo são muito fáceis.

    Talvez, pior ainda seja aliar um aluno desinteressado com um mau profissional. As chances de resultados são inexistentes, praticamente.

    Costumam dizer que sou perfeccionista no que faço, exigente e até muitas vezes um tanto quando cético. Confesso que muitas vezes sou, mas isso é resultado de se fazer o que se ama e buscar fazer da melhor maneira possível.

    Quando trabalho com uma pessoa, quero que ela se sinta valorizada e que se sinta no direito de reconhecer seus próprios valores, valores esses reais, não ilusórios. Portanto, preciso propor a ela os melhores métodos para que assim ela possa atingir seus objetivos. Esse deveria ser o papel de todos os que são buscados.

    Lidar com o ser humano é algo extremamente complexo e complicado, uma vez que pequenos atos ou simples palavras podem mudar por completo sua vida para melhor, mas por outro lado, também podem destruir por completo um sonho ou planejamento.

    Assim, diante desses aspectos, vale a pena mencionar algumas dicas fundamentais para que você possa escolher um bom profissional, caso deseje fazer uso desses serviços:

    • Procure conhecer a qualificação dessas pessoas. Não somente a formação importa, mas sua experiência e seu conhecimento. Muito mais do que uma pessoa cheia de diplomas e que não tem quaisquer conhecimentos práticos, vale uma pessoa que é esforçada ao ponto de aprender por si, utilizar coisas práticas e fazê-lo obter resultados DE MANEIRA SEGURA sempre!
    • Comece a perceber se o seu personal trainer está adequando um treinamento para você obter resultados ou para satisfazer seu ego. Muitos deles, o auxiliarão até mesmo no executar dos movimentos, como supracitado, simplesmente para fazê-lo acreditar que está progredindo.
    • Na prática, busque profissionais que trabalhem sério e longe de brincadeiras na hora do treinamento. Psicologia e terapia NÃO devem ser feitas nesse momento. Deixe para antes ou depois do treino.
    • Conheça o histórico de clientes desse profissional e a satisfação que os mesmos obtiveram ou não com seu serviço;
    • Comece a entender o trabalho que ele pretende com você e o questione. Não aceite imposições sem explicações lógicas e boas justificativas. Muitos propõe sistemas aleatórios demais e justificam isso irrelevantemente, simplesmente para não ter de perder tempo montando treinamentos e projetos.
    • Converse com o profissional e veja sua capacidade de interação bem como de afinidade com o mesmo. Treinar com alguém, por mais bom que ele seja ao seu lado que não lhe traz bons sentimentos, certamente é jogar fora seu treino, tempo e dinheiro.
    • Busque profissionais pela capacidade, não pelos custos. Valorize bons profissionais (obviamente, não ache que apenas profissionais caros ao extremo são os bons)!

    Personal ajudando no exercício de bíceps

    Conclusão:

    De maneira conclusiva, podemos crer que, para que haja uma real interação entre um aluno e um professor, há a necessidade de alguns fatores fundamentais os quais devem ser avaliados por ambas as partes. De um lado, pelo profissional, o primordial conhecimento e acima de tudo respeito por aquele que busca devida  orientação. Por mais boa que seja sua vontade, é fundamental que ele obtenha os devidos conhecimentos técnico-científicos e que saiba aplica-los na prática. Assim, a atualização e a busca por sempre conhecer novos horizontes é fundamental. Não há como propor trabalhos corretos desconhecendo fatores mínimos relacionados com a musculação. Como citado, um bom profissional pode ser como um preciso cirurgião, mas um mau profissional pode ser pior do que um médico que desconheça a função do coração humano!

    Por outro lado, os alunos podem ser definidos como os que buscam ou não resultados. Os que buscam, devem ter cuidado ao adquirirem maus profissionais os quais podem arruinar seus objetivos e ainda mais do que isso: prejudicar outros aspectos, fazendo com que lesões surjam ou se agravem, com que problemas passem a existir, entre outros. Já os desinteressados, apesar de tudo, também merecem respeito. Desde que não interfiram no treinamento de terceiros, sua integridade também deve ser preservada. Cada um que faça o que bem entender com seu tempo e com seu dinheiro!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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