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    Pós-treino com whey protein ou blend de proteínas?

    Pós-treino feito com whey proteín ou blends de proteínas? Qual é a melhor forma de fazermos ele nos dias de hoje? Aprenda já neste artigo!


    “Ingira 30-60g de maltodextrina com 30g de whey protein no pós-treino imediato”. Essa é uma das frases mais comuns que podemos ler ou ouvir quando o assunto é pós-treino imediato. Isso, muito provavelmente, pois, protocolos antigos eram usados desta forma, afinal, segundo as pesquisas obtidas anteriormente, esta era uma das principais formas de anabolismo para esse determinado momento, sendo assim, uma enorme vantagem o consumo desses nutrientes. Quanto as dosagens ainda, assim como as recomendações nutricionais para a população em geral, a qual preconiza padrões de indivíduos (seja por idade, peso, altura, sexo etc), esses protocolos de pós-treino muito provavelmente são destinados a indivíduos que possuem pesos médios dentro da população (60-75kg). Assim, seguindo tais protocolos, vamos obter cerca de 0,3-0,5g/kg de carboidratos oligossacarídeos não-fibrosos ou, simples, de alto índice glicêmico, adicionados a 0,2-0,3g/kg de proteínas de rápida digestão, aliados ao tal shake. Muitas vezes ainda, eram adicionadas poções extras de aminoácidos (em especial a Glutamina, a creatina e os BCAAs).

    O que é melhor, pós-treino com whey protein ou com blends de proteínas

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    Durante grande parte do tempo, soube-se que, quanto mais hidrolisada a proteína ingerida, quanto maiores os níveis insulínicos e, quanto mais rápido isso fosse combinado no pós-treino, melhor poderia ser o anabolismo muscular. As proteínas, entrando rapidamente na corrente sanguínea segundo idéias, favoreciam a síntese proteica. Já a insulina, teria fator de sinalização para que a mesma ocorresse. Os carboidratos ainda, além de estimularem a secreção insulínica, teriam a função de otimizar a ressíntese de glicogênio muscular.

    Desta forma, tornava-se inconveniente o uso de proteínas que demorassem para ser digeridas (providas, na maioria dos casos, por alimentos), carboidratos fibrosos e/ou de baixo índice glicêmico ou qualquer outra coisa que fizesse a digestão lentificada, sendo esse tipo de alimento, indicado para um antecedente ou procedente ao treinamento resistido com pesos.

    Mas, como bem dito, esses protocolos são um tanto quanto ultrapassados. Desta forma, constantemente vemos mudanças dentro da ciência e, não poderia ser absolutamente nada diferente quanto ao pós-treino imediato. Mas, antes de darmos um “q” de luz, cabe-nos entender sobre um tipo, ou melhor, uma categoria de suplementos alimentares que tem sido de grande moda nos últimos tempos: Falo dos famosos blends de proteínas. Essa é uma classe de suplementos, as quais, fazem um hiperprotéico que, teoricamente teria níveis de tempo de absorção das proteínas em tempos diferentes, numa espécie de cascata. Então são suplementos que adicionam em sua fórmula, diversas fontes de proteínas, entre elas, as mais comuns sendo o whey protein (tanto concentrado, quanto o isolado, quanto o hidrolisado), a caseína, os caseinatos de cálcio e de sódio, albumina e ainda, em alguns casos, a proteína isolada da soja, sendo de boa ou ruim qualidade. Assim, sendo uma cascata. Você teria possivelmente um tempo anabólico maior.

    Já o whey protein, é uma proteína pura a qual possui uma grande quantidade de L-Leucina (que, em tempo também recebe uma supervalorização desnecessária sobre sua suplementação, apesar, claro, de sua importância), que será digerido rapidamente, absorvido e disponibilizado seus aminoácidos na corrente sanguínea. E é isso que o difere de um blend ou de um outro tipo de proteína qualquer.

    Então, muito provavelmente, se eu não tivesse anteriormente falado que o pós-treino imediato citado era ultrapassado, seria-nos óbvio descrever que, consumindo blends de proteínas, pelo baixo teor de whey protein contido nas mesmas, quando comparado ao uso do whey sozinho, poderíamos ter uma disponibilidade para síntese protéica muito menor. Mas, não é bem assim que ocorre…

    Por incrível que pareça ser, as pesquisas mostram que uma mistura contendo whey protein isolado e caseína, com um ratio de cerca de 80% de WP para 20% de caseína, apresentam ÓTIMOS resultados, mesmo, a caseína sendo de maior lentidão em sua digestibilidade. Isso porque, desta forma, fornecemos um conteúdo muito maior de aminoácidos ao corpo. Além disso, devemos salientar que essa mistura, inclusive é muito mais eficaz do que misturas de whey protein com carboidratos, como anteriormente era (e, de fato, ainda é) feito.

    Como dito, a chamada janela das oportunidades, na verdade é algo que não existe. De fato consumimos mais energia durante o treino, de fato desgastamos tecido muscular, entre outras estruturas, mas, todas as sínteses que ocorrerão por conseguinte, demorarão muito mais do que “a primeira hora após o treinamento”… Para se ter ideia  a ressíntese de glicogênio (que é relativamente rápida), dura pelo menos 48h, ou seja, muito mais do que uma hora. Agora, imagine a síntese protéica, todo o turn over protéico, a síntese de outras estruturas desgastadas pelo treinamento, além do músculo. Assim, fornecer nutrientes unicamente após o término do treino, não é suficiente, sendo uma nutrição de “longa durabilidade” algo muito mais eficaz.

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    Para se ter noção, hoje, a bebida considerada a do atleta é o leite. Isso, não só por sua disponibilidade grande de aminoácidos, providos praticamente do soro do leite (20%) e da caseína (80%), mas também, por sua osmolaridade, sua disponibilidade de eletrólitos, sua capacidade de reidratação, entre outros. Logo, não podemos dizer que apenas proteínas de rápida digestão funcionarão bem no pós-treino imediato.

    Além de todos esses fatores, as pesquisas mais recentes apontam que, a quantidade protéica diária e, por conseguinte, semanal, é muito mais importante do que protocolos pós-treino, propriamente ditos. Quantidade essa que, inclusive deve ser suprida não apenas em termos quantitativos, mas também de maneira a fornecer uma grande gama de TODOS os aminoácidos.

    Vídeo: O que comer após (pós-treino) o treino de musculação

    Uma das principais dúvidas das pessoas em relação a dieta é sobre o que deve-se comer após o treino de musculação, na famosa “refeição pós-treino”. E no vídeo abaixo, exclusivo de nosso canal no Youtube, falamos a respeito desta refeição e com inúmeras dicas sobre sua importância, como fazer, o que comer e muito mais! Assista e confira.

    Mas não deixe de ler o resto do artigo, pois o artigo irá complementar o que foi dito no vídeo e fará com que você enxergue a refeição pós-treino em um novo patamar, fazendo o que é mais certo e o que vai lhe trazer mais resultados!

    Conclusão:

    Apesar da importância que há na nutrição pós-treino, esta, normalmente é supervalorizada e recebe muito glamour perante a utilização de whey protein em sua composição. Entretanto, ao que a ciência vem mostrando, blends ou misturas de proteínas podem ser tão eficazes ou, até mesmo mais eficaz do que o whey protein utilizado de maneira isolada ou com adição de carboidratos.

    Deve-se, mais do que o próprio pós-treino imediato, dar-se um enfoque na nutrição diária, ou seja, na quantidade e disponibilidade de aminoácidos fornecidos ao metabolismo durante todo o dia, garantindo um balanço nitrogenado sempre positivo e tornando o ambiente o mais anabólico possível.

    Lembrando que este artigo foi escrito em 2013. Caso você venha a ler ele em outros anos, ele possa não valer tanto mais, já que a ciência é um estudo constante e pode mudar a cada nova descoberta.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    13 Comentários

    1. Iara Cunha Freire 2 meses atrás
    2. Gomes 5 meses atrás
    3. Tatela Moreira 2 anos atrás
    4. Joao 2 anos atrás
    5. Andreza 2 anos atrás
    6. Allan 3 anos atrás
    7. Gabriel Camilo 3 anos atrás
    8. JOSEJR 3 anos atrás
    9. Rufus O Lenhador 4 anos atrás
    10. Bruno 4 anos atrás
    11. Sérgio 4 anos atrás
    12. Glauco 4 anos atrás
    13. Márcio 4 anos atrás


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