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    Qual a importância da flexibilidade na musculação?

    Entenda os tipos de flexibilidade que existem e a sua relação com a musculação

    A musculação pode ser descrita basicamente como a ação muscular. Porém, para que essa ação muscular seja ampla e possa atingir seu máximo de efetividade, como apresentar-se conveniente em diferentes graus de movimento, é necessário que haja algo conhecido como a flexibilidade, a fim de não somente aproveitar os movimentos ao máximo, mas ainda, de permitir que o indivíduo sofra menos lesões musculoesqueléticas bem como, preserve suas integridades físicas de melhor maneira.

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    Porém, qual a relação que há, de fato entre a flexibilidade e a prática da musculação? Existe alguma forma de otimizar ambas, sem interferir no resultado de uma ou de outra? Existem formas de otimizar o treinamento de musculação, bem como as condições musculoesqueléticas com um incremento de flexibilidade? Descobriremos a seguir.

    A flexibilidade

    A flexibilidade possui inúmeras definições, entre elas está a descrita por Tubino (2003) o qual diz que é a “qualidade física que condiciona a capacidade funcional das articulações a movimentarem-se dentro dos limites ideais de determinadas ações”, sendo que, isso pode abranger ou não forças externas.

    Existem pontos os quais devem relativamente ser observados frente a flexibilidade. Entre eles:

    – A Mobilidade: que determina o grau de liberdade do movimento;

    – A Elasticidade: que determina o estiramento elástico dos componentes presentes nos músculos;

    – A Plasticidade: que diz respeito ao grau de deformação temporária das estruturas musculares ou articulares para a realização de um dado movimento, restando ainda um pequeno restante de amplitude possível;

    – A Maleabilidade: que diz respeito as modificações da pele com tensões parciais decorrentes da acomodação de um seguimento.

    É ainda importante considerar que a flexibilidade não sugere apenas trabalho muscular, mas, tem haver com estruturas outras como a pele (já mencionada), articulações (cápsula articular) e com os tendões.

    A flexibilidade pode ser geral, quando diz respeito aos principais seguimentos do corpo como a coluna vertebral, o quadril ou o ombro, ou pode ser específica, quando é relacionada com um seguimento ou parte específica do corpo, normalmente decorrente de algum tipo de treinamento.

    Quando falamos a respeito de treinamento e flexibilidade, temos ainda que considerar que o mesmo é extremamente importante para sua melhoria e, possui efetividade. Entretanto, características genéticas e físicas são essencialmente importantes e, normalmente, diferentes indivíduos têm graus de amplitudes diferentes o que necessariamente deve ser considerado na hora da prescrição de um treinamento.

    Há outras duas classificações as quais envolvem a flexibilidade que jamais poderiam deixar de ser mencionadas. A primeira delas é a flexibilidade ativa, a qual demonstra um indivíduo que, com suas próprias forças consegue atingir um grau de amplitude em um movimento. Entretanto ainda, ela pode ser semelhante a flexibilidade dinâmica, que tem praticamente a mesma definição, mas, ocorre em uma forma rápida de execução.

    Já a segunda, é a flexibilidade passiva, a qual diz respeito a um grau de flexibilidade atingido através de forças externas em um individuo. Ela também pode ser semelhante a outro tipo de flexibilidade, conhecida como flexibilidade estática, a qual tem a mesma definição, mas, ocorre de maneira bem mais lenta.

    A flexibilidade pode ser medida através de testes específicos os quais mostrarão lineares do grau desta aptidão no indivíduo. Sabe-se que, quanto mais treinado, maiores são as chances de ele ter melhorias nesse quesito. Porém, há um conceito que se tem a cerca da flexibilidade que é relativa ao aumento de massa muscular e a perda de flexibilidade, o que, não necessariamente tem haver, mas, deve-se considerar que por questões físicas e de próprio espaço, a depender do grau de desenvolvimento da massa muscular do indivíduo, bem como da velocidade pela qual ele desenvolve sua massa muscular.

    Mas, o que poderia ser incrementado na musculação com a flexibilidade? E, algo poderia ser perdido caso o indivíduo não tenha quesitos mínimos de flexibilidade?

    A flexibilidade, a prática da musculação e as lesões

    É muito comum vermos indivíduos os quais começam a praticar musculação sem antes ter um preparo físico, bem como, ser devidamente avaliado por um profissional competente para isso, ou melhor, por uma equipe multidisciplinar. E, a avaliação é o ponto inicial para prescrição de um treinamento o qual, de fato possa ser eficiente e ao mesmo tempo seguro. O que ocorre na maioria dos locais é que o indivíduo começa a praticar a musculação com exercícios os quais muitas vezes não são proibidos, de uma maneira geral, mas, são LIMITADOS PARA ELE, ou seja, ele não tem condições (seja por questões físicas ou pela falta de preparo) para realizá-lo.  E isso necessariamente traz prejuízos.

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    Suponhamos que, por exemplo, um indivíduo comece realizando um exercício no leg press 45º, um comum exercício passado para “iniciantes”. O que ocorre é que grande parte das pessoas possuem os isquiossurais encurtados e, caso a amplitude e o posicionamento não sejam devidamente observados, ou ainda, que ao perceber dificuldade no movimento, o profissional passe o individuo para o leg press sentado, em uma máquina, certamente o risco de lesão e, o risco de “dar besteira” é altíssimo. Porém, poucos desconhecem que isso está devido a uma falta de flexibilidade. No entanto, esses mesmos “profissionais” ainda insistem em corrigir um indivíduo de grandes dorsais largos a querer manter os cotovelos fechados no tríceps testa ou no tríceps francês.

    Ainda, imagine que um indivíduo, ao prescrever um treinamento, não observe encurtamentos musculares em músculos tais quais o peitoral (maior ou menor) e nem observe algum possível tilt da escápula ou um slide anterior umeral e decida passar uma puxada para os dorsais no plano frontal… Certamente, poderíamos evitar muitos contratempos com uma puxada no plano sagital, sendo muito mais segura e tendo bom grau de eficiência.

    Percebem como a observação do encurtamento pode ser definitivo na hora de montar um treinamento e, mais do que isso, percebe que, quanto mais flexível o indivíduo for e mais perto da “perfeição anatômica” ele estiver, melhores são as chances de ele utilizar uma gama maior de exercícios em seus treinamentos e, portanto, obter melhores resultados?

    Um indivíduo que não tem flexibilidade não conseguirá realizar de maneira eficiente um bom treinamento, especialmente em termos de segurança. Ainda, a própria falta desta aptidão compromete o movimento articular, fazendo com que possam ocorrer também assimetrias, dificuldades na execução de movimentos, dores durante e após a prática de exercícios físicos etc.

    Então, o que fazer para obter flexibilidade?

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    Muitos indivíduos condenam a afirmação de que a musculação tira a flexibilidade de alguns indivíduos. Logicamente, não vamos dizer que a musculação seja a principal responsável por isso, tanto porque, as questões do próprio dia-a-dia são muito mais relevantes. Porém, grande parte dos praticantes de musculação na realidade pouco estão ligando para ter ou não flexibilidade.

    Um indivíduo que carece dessa aptidão pode optar por selecionar momentos do seu dia onde passa trabalhá-la de maneira específica e, isso deve ser em momentos relativamente distantes do treino ou em dias onde de fato não há treino. Isso pode ser feito através de aulas específicas, pode ser feito de maneira ativa, quando estiver sozinho (a) ou passiva quanto estiver acompanhado (a), pode ser feito através de técnicas de facilitação de facilitação neuromuscular proprioceptiva entre outros.

    Um dos momentos onde talvez não seja interessante a prática intensa de alongamentos é antes do treinamento, somente estes devendo ser utilizados para “soltar” a musculatura e, caso necessário. Ainda, mesmo depois do treinamento de musculação, o uso de alongamentos não deve ser excessivo, mas, apesar de dever existir, deve acontecer em níveis moderados para não acarretar lesões, visto o momentâneo aumento do músculo pelo fluxo sanguíneo e sua maior elasticidade, devido ao aumento de temperatura decorrente da prática da atividade física.

    Não adianta querer fazer alongamentos excessivamente, pois, isso também pode ser prejudicial e, inclusive interferir negativamente na musculação afinal, alongamentos depletam glicogênio, causam estresse muscular entre outros.

    O importante é que seu corpo esteja com os seguimentos devidamente alongados a fim de propiciar mais benefícios das atividades físicas e, portanto, conseguir melhores resultados.

    Conclusão:

    A flexibilidade é um dos pontos fundamentais nas práticas esportivas, pois, demonstra  possibilidade de execução otimizada dos exercícios e, com mais segurança, e garante de uma maneira geral um melhor nível de recuperação.

    Geneticamente, alguns indivíduos podem ter mais ou menos propensão para essa aptidão, porém, mesmo respeitando as condições individuais, deve haver um nível estável de flexibilidade para que os treinamentos não sejam comprometidos.

    Assim, alternativas como aulas, técnicas específicas entre outros podem ser usados e, portanto, o farão se desenvolver melhor nesse aspecto.

    Portanto, jamais ignore a flexibilidade e, sempre busque um bom e qualificado auxílio profissional.

    Bons treinos!



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