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    Quando a suplementação pode ser perigosa?

    Quando tomar suplementos alimentares pode se tornar algo perigoso? Saiba já neste artigo!

    Vejo os suplementos alimentares como uma categoria de alimentos que exige pouco ou nenhum preparo e, mesmo este, é realizado de maneira rápida e prática. Eles podem estar em forma de pó, cujo adicionamos água, em forma de gel, barra ou líquido para pronto consumo, em forma de comprimidos ou cápsulas e com a última tecnologia, em formas inusitadas como em pudins, mousses, panquecas, cereais, salgadinhos etc.

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    Esses suplementos alimentares podem abranger uma gama enorme de necessidades dietéticas diferentes: Protéicas, energéticas, vitamínicas ou outra qualquer. Além disso, não podemos nos esquecer da categoria que também é considerada suplemento, mas, na grande realidade são agentes ergogênicos, como suplementos para aumento de performance (pré-treinos, intra-treinos, estimulantes, termogênicos, etc).

    Os complementos dietéticos, suplementos alimentares ou suplementos dietéticos, como prefiram, inicialmente eram utilizados para pessoas que eram deficientes de algum fator. Por exemplo, um paciente clínico que era deficiente de ferro ou apresentava anemia ferropriva poderia ser suplementado com cápsulas de ferro quelato, proporcionando uma melhora em seu quadro clínico. Outro caso bastante interessante, são pessoas que por algum motivo não podiam comer comida sólida por disfunções no aparelho gástrico e assim necessitavam de complementos líquidos. Isso, dentre milhões de outras aplicações.

    [ad#2]Porém, percebeu-se que as necessidades de um atleta, principalmente de alto rendimento eram extremamente maiores, quando comparadas com um indivíduo sedentário. Desta forma, realmente a alimentação somente, não era suficiente para atender essas necessidades ou simplesmente não era capaz de suprir alguma necessidade específica. É mais do que claro para qualquer um que é muito mais fácil ingerir 600kcal em um shake de 300ml do que ingerir 200g de peito de frango com 350g de arroz, nas mesmas 600Kcal. Aliás, para um ectomorfo de estômago e apetite pequenos, essa segunda opção pode ser não só um tormento, mas uma limitação para os bons resultados. Os suplementos alimentares então, foram um grande passo para o melhor desempenho atlético, sem dúvidas.

    Obviamente, nos primeiros anos de musculação, as únicas coisas pelas quais os atletas disponibilizavam era mesmo a comida. Carne, frangos, ovos, arroz, reízes e algumas outras coisas. Posteriormente, passaram a beneficiar-se com outras descobertas, como a albumina e o levedo de soja. Mas dos meados dos anos 80 até hoje, a crescente busca por produtos que pudessem de maneira natural exercer um bom papel no corpo humano e assim, proporcionar um bom corpo se tornou extremamente alta, causando um estímulo neste ramo de indústria e resultando em uma explosão de variedades de suplementos e uma tremenda gama de escolha. Além disso, o investimento fez com que diversos aspectos relacionados com suplementos fossem (e ainda estão sendo) corrigidos como saborização, textura, qualidade de matéria prima, concentrações etc.

    Porém, tão grande quando a ascensão desses produtos tornou-se o consumo. E esse consumo chega hoje a ser considerado um fator um tanto quanto preocupante. Tudo o que é praticado sem limites torna-se perigoso, inclusive na alimentação.

    A prática indiscriminada de exercícios físicos, de dietas para emagrecer e de suplementação inadequada pode levar a problemas sérios de saúde, inclusive problemas irreversíveis. E se você é adepto do uso indiscriminado de suplementos ou acha que, por serem normalmente substâncias naturais, não apresentam riscos, você achará isso um absurdo. Então, em primeiro lugar te desejo bastante sorte.

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    Primeiramente, o suplemento alimentar, como o nome diz, é um complemento para algo que a dieta não consegue suprir. Logo, o primeiro passo para usar suplementos alimentares é ter uma dieta e, a partir desta, observar possíveis necessidades de complementos ou falhas que necessitam ser complementadas. E para isso, a melhor maneira é com o auxílio do profissional de nutrição. Sim, DE NUTRIÇÃO! Desconsidere idéias de professores de Ed. Física (por mais bem intencionadas que eles sejam), de personal trainers ou outros. O profissional que lida com a dietética e com as necessidades individuais é o nutricionista, assim como quem cuida da parte de exercícios não é o nutricionista, mas sim, o personal ou o professor de Ed. Física.

    Mas, simplesmente parece muito difícil que as pessoas entendam isso. Com tanto marketing e com tanta falta de informação, suplemento alimentar se tornou sinônimo de falta de ganhos em sua ausência e ganhos efetivos em sua presença… Quanta bobagem! Se, em primeiro lugar, como dito, suplementos são classes de alimentos, o que faz você acreditar que tomando 30g de albumina estará nutrindo-se melhor do que utilizando 8 claras de ovos cozidas? Ou o que te faz acreditar que o Monster Pack Nitro Ultra Mega Extreme Black From Hell possui mais vitaminas e minerais do que um bom prato de saladas variadas 2 ou 3 vezes ao dia? Só porque está em comprimidos e tem um rótulo bonito?

    Esses dias, descansando em uma série, ainda no Leg Press, observei um garotinho de 11 ou no máximo 12 anos com um shake de whey protein. Fiquei chocado! Não porque o WP vá fazer mal à ele ou qualquer coisa do gênero. Mas sim, porque provavelmente em sua idade, não há necessidade de nada mais do que uma dieta coerente feita por um profissional. Logo, o uso do suplemento ali é desnecessário e corre grandes chances de também ser sem orientação. Assim, meu maior medo não é que a proteína o faça mal, mas que ele (como a maioria faz) dê prioridade ao suplemento do que a comida de verdade ou, simplesmente, troque a comida pelo suplemento. O resultado que teremos, na verdade, não é um excesso, mas uma possível falha, principalmente no quesito de micronutrientes.

    Além disso, isso é um passo muito curto para que indivíduos continuem sem orientação e comecem a fazer então uso de suplementos esteróides (aqueles famosos PHs) e futuramente, mas em uma idade muito nova, de esteróides anabolizantes, propriamente ditos.

    Vejam: Se percebermos bem, a suplementação em excesso vai fazer mal? Sim, tanto quanto água ou comida em excesso. O problema é que na comida, se pelo menos ela for variada, conseguiremos manter o indivíduo nutrido, apesar do sobrepeso (que não é bom, já digo). Já com o suplemento, a gama de nutrientes é muito mais restrita, favorecendo um quadro de desnutrição.

    Devo dizer que nunca fui contra o uso de suplementos alimentares (no EUA ou UK, por exemplo, eles são vendidos como alimentos em supermercados e, de fato os vejo assim), mas. vejo tanta irresponsabilidade e supervalorização destes que ultimamente acho que eles deveriam ser vendidos à atletas e a pessoas que necessitam. Ambos, com orientação profissional, claro.

    O fato é: Um atleta no Brasil normalmente já sofre de condições precárias. Assim, será que ele obterá subsídios para ir a um profissional e depois para gastar em suplementos alimentares? Certamente não!

    Conclusivamente, temos de abrir nossos olhos e tentar levar informações sensatas, evitando prejuízos e continuando aproveitar o máximo que o suplemento pode oferecer de maneira coesa e eficaz.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    4 Comentários

    1. Ronan de Oliveira 4 anos atrás
    2. ana paula 5 anos atrás
    3. Dioguim 5 anos atrás
    4. Rodrigo Rocha 6 anos atrás


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