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    Refrigerante zero, suco natural ou água: Qual o melhor para o praticante de musculação?

    Será que realmente a água é a melhor bebida para usarmos durante as refeições? E os refrigerantes são tão vilões assim? Saiba neste artigo!

    Um dos hábitos mais antigos do ser humano ao alimentar-se com comida sólida é ingerir algum tipo de bebida. Bebida essa que pode variar de acordo com cada cultura, cada findalidade, cada disponibilidade e, claro, com cada preferência. Mas, não é pra menos: O corpo humano basicamente é composto por água e líquidos são fontes de água também. Por conseguinte, a água auxilia na dissolução de diversos compostos e, na grande parte dos casos, auxilia nesses compostos iniciados na digestão.

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    Ingerir líquidos com alimentos significa não só uma questão de gosto ou cultural, mas fisiológica também. Indiretamente como líquido, a saliva possui papel fundamental no processo digestivo, pois, além de ajudar na lubrificação do alimento, possibilitando uma melhor movimentação no trato gastrointestinal, ainda auxilia na dissolução de alguns compostos, possui como principal enzima a amilase, responsável por hidrolisar as primeiras cadeias de amido. Entretanto, apesar de toda a função fisiológica dos líquidos na digestão, muito se tem falado nos últimos tempos sobre a ingestão combinada de alimentos e bebidas, em suas diferentes formas. Com isso, diversas opiniões são formadas a respeito desse assunto. Então, vamos começar a entender algumas delas.

    Primeiramente, é importante deixarmos claro que não existe um consenso que defina se ingerir ou não líquidos durante as refeições interfere positivamente ou negativamente em algum dos processos de digestão ou absorção dos nutrientes e, tampouco, quais são as melhores bebidas para tal momento. Porém, o que se tem e o que se pode afirmar de mais correto é que cada caso deve ser individualizado, respeitando as necessidades de cada um.

    Os Refrigerantes Zero

    Refrigerantes basicamente são bebidas saborizadas e coradas com adição de gases e alguns outros nutrientes/compostos como açúcar ou edulcorantes, além dos conservantes, é claro! Sinteticamente elaborados, os refrigerantes hoje dominam grande parte da gôndolas de supermercados na área de bebida e, também fazem parte do grupo das bebidas mais consumidas mundialmente. O excesso de consumo, inclusive hoje, é um sério problema que vem aumentando com toda essa sociedade obesogênica que temos.

    Os refrigerantes inicialmente possuíam, para o sabor adocicado, a adição de açúcar em diferentes quantidades que, aos poucos passou a ser padronizada com determinadas legislações. Porém, depois de anos, com toda essa implementação por de hábitos saudáveis de vida (e depois de decorrerem diversos problemas de saúde ou problemas de saúde agravados por tal), a indústria sentiu-se na necessidade de elaborar refrigerantes que atendessem a determinados grupos como pessoas que estivessem acima do peso, diabéticos, pré-diabéticos e outros, fazendo-os possíveis de consumo.

    Inquestionável é que essa tecnologia melhorou muito dos primeiros produtos. A adição de sódio foi reduzida, compostos menos prejudiciais foram adicionados nos lugares dos mais prejudiciais, os teores de alguns compostos ainda prejudiciais foram também reduzidos. Porém, não podemos ser hipócritas e dizer que refrigerantes se tornaram a bebida mais saudável do mundo. Eles ainda possuem seus malefícios como adoçantes não muito interessantes como o aspartame, que apesar de não haver nada que comprove cientificamente, existem especulações de que o mesmo pode ocasionar problemas relacionados ao câncer, a problemas durante a gestação, problemas relacionados ao sistema nervoso, mal de Alzheymer etc. Além disso, ingerir muitas substâncias sintéticas em alguns casos está associado com causar algum tipo de mutação gênica. Porém, como já dito, tudo é especulação.

    O que se tem de mais preciso sobre os refrigerantes tradicionais, diet, light ou mais recentemente os “zero” é o fato de conterem gás. Quando ingerimos tais bebidas, por questões físicas, os gases tendem a se expandir. Porém, se eles estão no estômago, irão se expandir para o estômago e, posteriormente encaminhados para a digestão no intestino delgado e grosso, ou voltando pelo esôfago. O resultado é que teremos produção de… gases, isso mesmo! Além do mais, pessoas com algum tipo de gastrite ou problemas genéricos podem ser extremamente afetadas pelo consumo excessivo dessa bebida, devido a expansão do estômago. Isso, sem contar que muitos desses produtos contém quantidades significativas de fenilalanina e, isso pode ser extremamente prejudicial para fenilalanínicos.

    Não podemos ser céticos e dizermos também que de tudo refrigerantes só fazem mal. Eles podem ser úteis, quando não contém açúcar, para ajudar no controle da saciedade, ou até mesmo no controle pela busca por doces. Portanto, mais valerá a moderação e a baixa frequência no consumo do que qualquer outra coisa.

    Os sucos de frutas

    Os sucos de frutas talvez sejam tão antigos quanto qualquer outra bebida. Por mais que não estejamos falando da preparação “suco” onde racionalmente se extrai a parte líquida das frutas ou a processamos de forma a ser misturada com algum líquido ou triturada a ponto de tal, o simples fato de consumi-las in natura, já pode ser considerado um consumo de seu “suco”, ou parte líquida, como citado.

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    Com toda a evolução do homem ,cada vez mais técnicas alimentares foram implantados nos alimentos in natura para diversas finalidades, como conservá-los, obter melhores valores nutricionais, obter preparações relativamente mais saborosas, entre outras. E obviamente, os sucos não poderiam ficar por fora dessa. Hoje, temos uma infinidade de sucos e nectars. Aliás vale salientar que a maioria do que encontramos nos supermercados são, na verdade, nectars e não sucos. Sucos são obtidos de forma natural a partir da extração da parte líquida da fruta. Já nectars são compostos de sucos de frutas, aditivos químicos, água, açúcar ou adoçante e outras substâncias mais em alguns casos.

    A primeira vista, os nectars que contém açúcar refinado já não são lá boas opções: Alto índice glicêmico, carboidratos simples, baixo teor de nutrientes etc. Mas, como nosso enfoque é, propriamente nos sucos naturais, então deixemos o fator “açúcar refinado” de lado e falemos especificamente do açúcar presente em maior quantidade nas frutas: A frutose.

    A frutose é um carboidrato simples e que durante muito tempo foi idolatrada por não causar picos glicêmicos, inclusive sendo utilizada largamente e até hoje por diabéticos. Entretanto, com o decorrer de pesquisas, começou-se a notar que a frutose poderia ser muito mais maléfica do que benéfica, propriamente dita. Entre outras muitas coisas, hoje a frutose é associada com o acúmulo de gordura corpórea, com o aumento na produção de triglicerídeos, com a resistência à insulina, com sobrecargas hepáticas, com problemas cardiovasculares entre alguns outros.

    O metabolismo hepático da frutose pode facilmente ocasionar o aumento da gordura corpórea, isso porque, a frutose basicamente não seguirá o mesmo caminho da glicose, inicialmente. Do contrário, ela será metabolizada em forma de glicogênio hepático. Acontece que, quando esses níveis já estão completos ou relativamente completos, qual será a próxima via de utilização? Quem pensou “para estoque de energia em forma de gordura”, acertou.

    Mas, não condenemos por completo os sucos de frutas. Eles possuem vitaminas e sais minerais que são de extrema importância para a manutenção do metabolismo. Além disso, seus antioxidantes importantes para combater radicais livres, são fundamentais não só para o praticante de musculação nem tampouco para o atleta, mas para qualquer um que deseja obter uma melhor qualidade de vida. Entretanto, devo dizer que, entre sucos de frutas e as frutas, propriamente ditas, acho uma opção mais válida as frutas, pelo maior teor de fibras e também, no caso das frutas de alto índice glicêmico, pela redução do mesmo justamente pela presença de fibras.

    Água

    A água dispensa qualquer tipo de comentário sobre sua importância. Cerca de 60-70% do corpo é formado por água, mostrando logo de início sua importância.

    Entre diversos papéis, a água possui a função de ser solvente universal, possibilitar que as reações químicas aconteçam em nosso corpo (visto que elas só acontecem em meio aquoso), possibilita a dissolução de compostos enzimáticos ou não, hidrata as células, mantendo sua tonicidade e volume corretos, ajuda na excreção, na digestão (inclusive na eliminação fecal), promove a lubrificação de diversas estruturas (por exemplo, ela é presente no líquido sinovial), dilui secreções, auxilia na manutenção da temperatura corpórea etc etc etc

    A água dificilmente será um nutriente que poderá fazer mal em algum momento a não ser em casos de patologias específicas que requerem algum tipo de restrição. Mesmo durante a alimentação, a água não trará prejuízos. Alguns céticos, costumam dizer que a água irá atrapalhar os processos digestivos através de inibições ou dissoluções enzimáticas, alteração do pH, dissolução dos sucos digestivos entre outras bobagens. Porém, comprovação científica, não há. Portanto, vale a moderação no consumo durante a refeição apenas para evitar desconfortos gástricos (o que também não é algo que todos costumam sentir).

    A água ainda pode ser vantajosa na medida em que não apresenta valor calórico e pode auxiliar na saciedade momentânea pós-refeição.

    Conclusão:

    Afinal, qual seria a melhor bebida? Na realidade, não existe a melhor bebida ou a bebida ideal. Todas apresentam vantagens e desvantagens de acordo com a individualidade de cada um e principalmente de acordo com a forma de tais líquidos podem ser ingeridos. Enquanto refrigerantes diet/light/zero não possuem calorias e podem ser utilizados sem medo nesse aspecto, eles possuem bons teores de sódio e adoçantes sintéticos, podendo não ser convenientes se consumidos em excesso. Os sucos de frutas, entretanto, possuem vitaminas e sais minerais, porém, grande quantidade de carboidratos simples, em especial a maléfica frutose e, se consumidos em excesso podem estar associados com o ganho de gordura, aumento na resistência a insulina etc. Já a água, mesmo sendo um nutriente sem calorias e teoricamente liberado, pode interferir em algumas pessoas no que se diz respeito a desconfortes gástricos pós-refeição (assim como quaisquer outros líquidos).

    Acima de tudo, vale não a restrição total por todas as bebidas, mas uma moderação e um equilíbrio entre elas, mesclando funcionalidade, necessidade e preferência.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    6 Comentários

    1. Zé Carlos 3 anos atrás
    2. Leonardo 5 anos atrás
    3. Leandro Moribe 5 anos atrás
    4. Hulk 5 anos atrás
    5. Glauco 5 anos atrás
    6. Glauco 5 anos atrás


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