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    Relação entre força, tamanho e contração muscular

    Será que quanto mais massa eu possuir, mais força terei para o levantamento de peso?

    Quantas vezes você não se surpreendeu ao ver um indivíduo com pouca massa muscular conseguir levanta ou puxar grandes quantidades de peso, sendo elas muito maiores do que sua aparente capacidade física? Seja na academia, na vida cotidiana ou em outro espaço qualquer, isso não é algo infreqüente.

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    Quando observamos um indivíduo que trabalha em obras, utilizando a força bruta, temos como exemplos, normalmente homens relativamente magros, porém, que conseguem uma capacidade de força extremamente grande, na qual muitas vezes se quer é atingida por indivíduos com massa muscular muito maior que eles. Mas, o que faz isso acontecer?

    Em primeiro lugar, força não é resultado de músculos grandes, mas de uma combinação de diversos fatores, sendo eles neuromotores, de adaptação, de tipo de força aplicada a tipo de objeto, de resistência, da ação de músculos auxiliares entre inúmeros outros. Em segundo lugar, músculos grandes não são resultado de força, unicamente, mas de outros tantos fatores como condições dietéticas adequadas, treinamento resistido adequado, descanso, uso de substâncias ergogências etc.

    Obviamente, apesar de combinarem (força e tamanho muscular) eles não são uma dupla que deva acontecer necessariamente juntos. Observemos, por exemplo, alguns atletas, normalmente de levantamento de peso, nos quais aumentam demais seu percentual de gordura: Claramente, ter um percentual de gordura relativamente alto nesse tipo de esporte é conveniente para evitar lesões, para fornecer energia entre outros. Porém, subir demais esse percentual de gordura pode não só não acrescentar benefícios perante a força, visto que gordura não é tecido contrátil, mas também, causar prejuízos. Prejuízos esses relacionados a própria prática esportiva e também à saúde. O mais interessante é que, ao avaliarmos a qualidade nutricional desses atletas, na maioria dos casos não as encontraremos como deveriam estar.

    Mas, ok, voltando ao que nos interessa que é a relação entre massa muscular e força… Você já percebeu que nas academias, normalmente os mais fortes (em termos de levantar pesos) não são os mais musculosos??? Quantas vezes você mesmo já conseguiu levantar mais peso do que alguém maior do que você?? Pois bem, isso é uma situação freqüente, provando o que estou dizendo.

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    Quando iniciamos um processo de ganho de massa muscular, além de termos de conseguir aliar dieta coerente com o treinamento e, que se apliquem as nossas individualidades, temos de ter em mente que o treinamento será voltado para o aumento de massa muscular e não para o aumento de peso levantado. Assim como a massa muscular é o feedback de treinos de levantamento de peso, o aumento de peso levantado também será apenas um reflexo de seu desenvolvimento muscular, porém, isso não quer dizer que eles aconteçam na mesma proporção e/ou intensidade. Executar um trabalho muscular visando a hipertrofia muscular é basicamente se importar por último com a carga levantada e em primeiríssimo lugar com o efeito que aquele peso, sejam 10kg ou 100kg farão no seu músculo. O problema é mesmo fazer alguns céticos deixarem esse estigma e esse alter ego de lado…

    Quando você passa alguns anos em uma academia, aprende que peso não diz absolutamente nada em relação ao ganho muscular. Inúmeras são as técnicas que podem ser utilizadas e, mais do que isso, inúmeras são as maneiras de execução dessas técnicas para que elas exijam pouca carga. Por exemplo, quem realmente sente os músculos das costas, principalmente na região interna ou mediana do corpo, trabalhando efetivamente? Quantos conseguem efetivamente sentir mais trabalho nos peitorais do que nos braços ao executar um supino inclinado ou reto? Quantos são os que lembram que as panturrilhas são trabalhadas no levantamento Terra?

    Uma das lições que aprendi com o grande Mestre Luiz Fernando Sardinha, terceiro colocado no Mr. Universe, foi que, se implicitamente nos concentrarmos na musculatura alvo, ela estará propensa a maior trabalho por condições neuromotoras, ou seja, seu corpo se torna focado a trabalhar aquele grupo desejado. Quando nos concentramos no músculo, quando focamos em contraí-lo e não apenas sobrecarregá-lo com uma carga, o nível em que ele é recrutado é muito maior. Mas, o que explicaria um atleta profissional levantar grandes quantidades de peso com uma contração aparentemente inexistente? Simples! Em primeiro lugar, a contração é existente, porém, o atleta possui muito mais desenvolvimento neuromuscular do que nós, possibilitando que ele execute o exercício desta forma e, ao mesmo tempo consiga um trabalho no músculo alvo. Além disso, se combinarmos velocidade com força, teremos a potência do exercício e isso também resultará em um grande trabalho na musculatura.

    Mike Mentzer também era um grande fã da teoria de que somente pesos não farão grandes mudanças em um corpo, mas, mais do que isso, a contração e o trabalho muscular, propriamente dito farão.

    Além disso, normalmente, atletas que trabalham com cargas altas sem se importar com todos esses fatores já citados possuem um grau de assimetria relativamente maior. Isso porque, quando executamos um movimento explosivo sem ter as reais capacidades neuromusculares, além de cavar uma possível lesão, ainda tenderemos a “puxar ou empurrar” com um de nossos lados, normalmente melhor desenvolvidos para força ou “jeito”.

    Portanto, ter tamanho muscular não significa necessariamente erguer muito peso, mas propiciar um trabalho coerente e condizente com o seu objetivo para a musculatura. Assim, deixe de lado o seu ego, treine seus músculos e obtenha ótimos resultados!

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    6 Comentários

    1. Luan 10 meses atrás
    2. Giovani Francisco 3 anos atrás
    3. Felipe 4 anos atrás
    4. Gabriela 4 anos atrás
    5. Marcelo 4 anos atrás
    6. Tonny Douglas 4 anos atrás


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