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    Remada cavalinho: Dos anos 50 até hoje

    Aprenda a executar corretamente o exercício remada cavalinho e inclua-o em seu treino de dorsais!

    A remada cavalinho é um exercício considerado como composto, pois, envolve mais de um músculo. Considerado um exercício básico para os dorsais e também para os romboides, que não requer muita experiência para ser feita e extremamente eficaz, mas, que infelizmente não é comum de ser vista nas academias nos dias de hoje.

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    Diferente do que se obtinha nos anos 50 ou até mesmo nos anos posteriores, hoje se tem inúmeras máquinas e suportes articulados que possibilitam a realização de outros infinitos exercícios para os dorsais. Logo, muitos esquecem os exercícios livres e básicos como a barra fixa, a remada curvada com barra, o serrote unilateral como exercício básico e, claro, a remada cavalinho, com suas diferentes variações e execuções. Entretanto, ao que víamos antes sendo executado por antigos fisiculturistas, hoje somente é feito por pessoas que realmente buscam essas específicas diretrizes. Mas, por que não começar você também a desenvolver-se talvez muito melhor do que com máquinas, com esse tipo de exercício? Afinal, quem nunca entrou em delírios ao ver Ronnie Coleman executar esse exercício em seus DVD’s ou, até mesmo Jay Cutler, variando as pegadas propostas pelo mesmo.

    Primeiramente, é importante que conheçamos quais músculos estão, principalmente envolvidos na sinergia desse movimento. E eles são: O latíssimo do dorso, o infra espinhal, os trapézios e romboides, a parte espinal do ombro, o bíceps braquial, os flexores de antebraços, entre outros pequenos músculos auxiliares. Assim, como podemos ver, sua eficácia é largamente considerável pelo número de músculos que consegue este movimento recrutar de uma só vez.

    Tipo: Força/Hipertrofia
    Músculo Foco: Dorsais
    Músculos auxiliares: Trapézio, Bíceps, região mediana das costas, lombares, deltóides.
    Equipamento usado: Barra e puxador triângulo.
    Tipo mecânico: Composto.
    Dificuldade: Intermediário/difícil.
    Tipo de força: Puxão.

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    Conselho de execução: Você já deve ter recebido alguma chamada de um instrutor ou outro para que estabilizasse a coluna nesse movimento, correto? Assim como em muitos outros exercícios que visam a parte posterior do corpo, é importante, todavia, estabilizar a coluna, mas com altas cargas isso torna-se simplesmente impossível. Logo, utilize sempre cinturões para proteção. O importante, é jamais dar qualquer tipo de tranco a fim de minimizar a chance de lesão.

    Contrair o abdômen, respirar na fase positiva do exercício e espirar na negativa.

    Outras variações do exercício são: Com barra aberta, T. Cada uma focalizando pequenos músculos mais específicos.

    Além destas, podemos variar também com o tipo de pegada: Podemos utilizar puxadores triangulares mais ou menos fechados, puxadores triângulos retos, utilizar as próprias mãos (porém, é apenas recomendado para atletas com alto grau de experiência, visto que as mãos não estarão sinergicamente posicionadas). Ainda, podemos utilizar equipamentos funcionais, variados tais quais cordas, puxadores de correntes etc. Mas, normalmente usa-se isso em outras modalidades diferentes ao fisiculturismo que, segue uma linha básica.

    Vídeo da execução correta da Remada Cavalinho:

    Comentário: Ótimo exercício para adquirir força e trabalhar o bíceps e as costas em um aspecto geral, principalmente em suas menores partes. Pessoas com problemas no cotovelo devem ficar atentas na execução e, parar imediatamente em caso de dor.

    O exercício ainda, dependendo de como for executado, podemos buscar ou pressupor um certo trabalho com a região lombar, fortalecendo-a. Entretanto, justamente pela lombar, em altas cargas, talvez seja necessário e por hora prudente, o auxílio de um parceiro de treino para a retirada da barra do chão. Vale salientar que, desconfortos na região da coluna também devem fazer com que o exercício seja interrompido.

    Lembre-se sempre: A parte de trás de barra deve estar sempre bem ajustada e encaixada a fim de não levantar-se quando a parte da frente da barra sair do lugar.

    Artigo escrito por Marcelo Sendon

    3 Comentários

    1. henrique 3 anos atrás
    2. Wanderley 4 anos atrás
    3. Thiago Vieira 4 anos atrás


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