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    Respeitar os limites genéticos é fundamental na musculação

    Aprenda a respeitar seus limites genéticos e não tente "ser como alguém", pois a sua genética não é igual a de ninguém.

    “Quando minha genética diz não, eu falo: Dane-se! E coloco mais peso…” Seria essa frase algo verdadeiro? Até que ponto é possível considerar que se possa e se deva quebrar limites genéticos e potenciais já estabelecidos pela natureza em seu corpo? Deveria nosso esforço ser dedicado a isso?

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    Talvez essas pareçam perguntas complexas, mas certamente podem ser respondidas se analisadas com caráter frio e racional, pois muitas delas estão diretamente ligadas com o emocional e o psicológico. Afinal, os limites genéticos devem ser respeitados até que ponto? E, até que ponto essa limitação pode ou não ser interessante para você?

    A influência da genética na musculação

    Quantas vezes você já ouviu que um indivíduo possuía melhor genética do que outro? E, por quantas vezes um indivíduo foi sugerido a ter uma genética ruim, mas que de alguma forma foi driblada? Pois bem, ambos são casos reais, mas que podem ser explicados.

    Obviamente, no primeiro caso, há indivíduos que tem uma maior propensão genética ao que temos hoje como padrões estéticos ideais. Eles, normalmente possuem menores tendências de acúmulo de gordura corpórea, menores tendências de desgastes musculares excessivos, músculos que se desenvolvem com maior facilidade, formatos musculares melhores, estrutura óssea adequada (nem tão grande e larga nem tão fina), linhas ósseas convenientes (como uma linha fina de cintura e larga de ombros), entre outros. Isso se deve aos fatores hormonais, que interferem diretamente nesses pontos. Esses indivíduos, quando trabalhados adequadamente, podem demonstrar um desenvolvimento muito superior e esse é o ponto que mais diferencia um campeão de um segundo lugar em um campeonato.

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    Por outro lado um indivíduo que tenha maiores tendências para o acúmulo de gordura corpórea, ossos muito largos, linhas ósseas largas, braços com formatos finos, entre outros, são considerados geneticamente desprivilegiados. Mas, isso deveria os limitar? Certamente NÃO! O esforço e a busca por protocolos corretos é fundamental para desenvolver um corpo nessas condições, e desenvolver de maneira adequada, o que é mais do que fundamental. Nesse caso, estamos quebrando potenciais genéticos e buscando melhorias.

    A melhora em limitações genéticas

    Obviamente, mesmo que um indivíduo possua uma ÓTIMA genética, mas não faça um bom uso, ou pelo menos uso mínimo de recursos e protocolos, certamente ele não terá um bom desenvolvimento. Em contrapartida, um indivíduo com uma má genética, mas dedicado e que possa seguir protocolos corretos, muito provavelmente terá bons resultados. Por isso, o inicio para quebrar uma “má genética” é ter bons protocolos, tanto em nutrição, quanto em treinamento, descanso e etc.

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    O que há de muito confuso nisso é que grande parte das pessoas remete essas quebras unicamente a ergogênicos, quando na realidade, outros muitos fatores estão envolvidos nessa “quebra de limitações genéticas”, deixando os próprios ergogênicos em planos de importância bem inferiores.

    Que os ergogênicos hormonais de fato podem superar alguns pontos, isso sem dúvidas é uma verdade inegável. Porém, é necessário ter em mente que esses também possuem limitações.

    Imagine, por exemplo, um indivíduo com a constituição óssea e muscular parecida com a de Markus Ruhl ou mesmo de Milos Sarcev: ambos  com ossos longos, altos, com músculos “triangulares”, com linhas de cintura relativamente largas. Imagine ainda que esse mesmo indivíduo queira chegar ao ponto ou a constituição de Flex Wheeler ou Phil Heath… Seria isso possível? Certamente, NÃO! Apesar de todos serem bons atletas, terem seus diferenciais e serem possíveis de aprimoramento, nenhum será igual a nenhum. E é justamente esse ponto o qual temos de entender que é impossível superar, com ou sem esses recursos.

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    Saber respeitar os limites genéticos

    Recebo frequentemente pessoas as quais estão insatisfeitas com seu corpo. Entretanto, ao observar seus objetivos, vejo claramente que a grande parte “deseja ser como determinado indivíduo”, esquecendo-se de que cada corpo é um corpo.

    Por exemplo, vemos mulheres altas e com constituição endomorfa querendo parecer com mulheres magras, normalmente com características de ectomorfismo. Apesar de ser possível reduzir muito o percentual delas, delinear o corpo, traças linhas corpóreas belas e agradáveis, há um limite o qual deverá ser respeitado, pois não há como quebrá-lo. É necessário assumir isso, deixando BASTANTE CLARO que é possível chegar perto ou ao menos fazer o máximo para chegar, mas igualar não.

    Diante dessa incessante busca em “querer ser como”, os resultados tornam-se muito prejudicados e dependentes unicamente de uma visão ilusória a qual não está traçando a realidade. Assim, passam a deixar de observar os próprios potenciais genéticos e passam a valorizar apenas um potencial o qual gostariam de ter. E isso influencia diretamente e negativamente nos resultados.

    Conclusão:

    Sem sombra de dúvidas superar limites é algo que devemos fazer em todos os aspectos de nossas vidas e não poderia ser diferente com o bodybuilding. É necessário sempre querer mais para ultrapassar barreiras. Entretanto, ao mesmo tempo em que somos determinados, temos de ter em mente a importância de entender algumas limitações as quais não dependem de nós, de nossos esforços ou mesmo de recursos. Se há algo que realmente comanda o mundo, esse algo é a natureza e a ela infelizmente ninguém pode superar.

    Portanto, não se torne escravo de projeções! Seja alguém que vive e ama o que faz e faça por prazer, não por aplausos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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