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    Conheça 6 dicas para controlar a compulsão por doces

    Aprenda algumas dicas simples que irão te ajudar a controlar sua compulsão por doces e facilitar que você não fique furando a sua dieta.

    Um problema muito comum enfrentado por quem busca fazer dietas é a necessidade de “cortar” alguns itens que antes pareciam indispensáveis, como os doces. Geralmente as mulheres são as que mais sofrem com esses cortes, principalmente os doces. E isso é o que tem feito com que as pessoas não consigam dar prosseguimento em suas dietas, quanto mais tentamos restringir o que a pessoa estava acostumada, mais difícil será realizar a dieta.

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    Todo tipo de compulsão alimentar não costuma ser saudável. Se tratando especificamente da compulsão por doces, esse é um fator extremamente prejudicial o qual pode comprometer não somente os resultados estéticos, mas também a saúde e o bem-estar da pessoa. Entretanto, existem algumas estratégias as quais podem ser adotadas a fim de minimizar esse contratempo e controlá-lo. Assim, é então indispensável que os conheçamos essas estratégias para utilizarmos no dia a dia e pouco a pouco ir doutrinando o corpo a não ter mais esse problema.

    A compulsão por doces

    A compulsão por doces é algo muito presente na sociedade contemporânea. Isso se deve ao fato não somente de preferências, mas, de fatores genéticos herdados desde os antepassados.

    Sabe-se que o homem primata pouco utilizava alimentos de origem glicídica, como frutas, verduras ou mesmo cereais. Basicamente, sua dieta era composta por animais que caçava e, consequentemente, era de sua carne que ele se alimentava. Não obtendo conhecimento suficiente para o cultivo nem tampouco para a exploração de diferentes itens que a natureza disponibilizava, observa-se que essa geração tinha uma saúde muito melhor do que nos dias atuais e, isso não era por acaso. A isenção de glicídios era grandemente um indicador dessas características. O homem nômade então, necessitava sempre estar à caça, uma vez que, quando esses alimentos ficavam escassos em algum lugar, ele então mudava para algum lugar aparentemente mais próspero.

    Entretanto, com a passagem do homem nômade para o homem sedentário, com o descobrimento do fogo, com o descobrimento de alimentos que não eram de origem animal e onde começam as pequenas civilizações, a diminuição no consumo de carne e a substituição por itens glicídicos começa a existir. Com o fogo, o homem consegue coccionar alguns cereais, tubérculos etc. Com a plantação, começa a descobrir novas frutas, verduras e legumes… E assim por diante.

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    Geneticamente na evolução, os próximos seres passam então a ter um paladar muito mais tendente aos glicídios e, por hora, o corpo passa a lidar e modificar seu aparelho para lidar com aqueles novos alimentos, tornando-os preferencialmente aceitáveis. E, não é por acaso que até hoje temos os glicídios como principal fonte energética. O próprio paladar do bebê, por exemplo, é te tendência a gostar do doce, afinal, alimentar-se significará sua sobrevivência.

    Obviamente, isso foi evoluindo com os anos e se mesclando a diferentes tendência sociais, diferentes descobertas e, cada vez mais o homem passou a consumir glicídios naturais, glicídios processados e coisas do gênero. E, dando um largo pulo histórico, as modificações físicas, psicológicas e sociais vem cada vez mais tendendo a uma população a qual tenha distúrbios alimentares, entre eles, a compulsão por doces.

    Essa compulsão não ocorre por acaso: Além dos fatores supracitados, sabe-se que glicídios são capazes de estimular muitos neurotransmissores que causam sensação de bem estar (e vício também, diga-se de passagem), como a dopamina, a serotonina entre outros tantos. Assim, em um ciclo vicioso, quanto mais a pessoa come alimentos doces, então, mais quer comer.

    O resultado disso são problemas relacionados a estética, claro, mas, principalmente à saúde,. Ficam comprometidos processos insulínicos, a adiposidade aumenta, aumentam as chances de doenças crônicas, metabólicas ou agudas entre outros pontos.

    Portanto, mais do que uma reeducação alimentar, temos de nos prevenir em algumas emergências para então obter não só bons resultados físicos, mas, melhorar a saúde. Então, vamos conhecê-los?

    1- Uso de adoçantes sem calorias

    Parece bastante alógico dizer que os adoçantes sejam as melhores escolhas, não é mesmo? Verdade seja dita que se pudéssemos evitá-los, melhor seria. Eles são sintéticos, normalmente convertidos em metabólicos tóxicos ao corpo e também aumentam a produção de alguns compostos antioxidantes no corpo. Ainda, alguns estudos mostram o desenvolvimento de doenças metabólicas e neurológicas com seu excesso.

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    Entretanto, convenhamos que isso não é nenhum bicho de sete cabeças. Todos esses malefícios se dão frente ao EXCESSO do uso de adoçantes e não seu uso moderado. Claramente, um indivíduo que usa adoçantes eventualmente ou para substituir o açúcar em um momento de necessidade de comer algo doce, não pode ser comparado com alguém que vive a base de adoçantes e outros educlorantes em alimentos (lembre-se que muitos alimentos possuem adoçantes em sua composição). Pergunto então: Seria mais válido se entupir com um doce que forneça oitenta ou noventa gramas de açúcar numa porção (sendo que, atualmente, a OMS recomenda no máximo 50g diários de açúcar) do que por um outro que tivesse um terço dessa quantidade, mas, tivesse adoçante?

    Saber usar adoçantes estrategicamente na dieta é incrementar benefícios físicos e mentais. Não devemos cometer excessos, mas, nos privarmos por completo de algo “doce e gostoso” também não é a solução de todos os problemas. Ser balanceado é mais do que fundamental.

    Vale deixar a dica que, entre os adoçantes hoje mais indicados estão o sucralose e a stevia. Já os menos indicados são o aspartamente o assesulfame de potássio. Obviamente, todos eles devem ter suas quantidades máximas diárias respeitadas, do contrário, serão apenas prejudiciais.

    2- Gelatinas diet e light

    As gelatinas diet e light normalmente podem ser comparadas igualmente. Apesar dos alimentos light serem reduzidos em kcal, macronutrientes ou sódio quando comparados com a versão original e os diet, não necessariamente menos calóricos, mas, isentos de açúcar, quando o assunto é a gelatina, ambos costumam não ter açúcares e, consequentemente, ter menos calorias. Isso porque, gelatina nada mais é do que proteína e, nas versões tradicionais, açúcar.

    As gelatinas podem ser importantes pontos estratégicos para inúmeros benefícios na dieta. Elas podem promover não somente a saciedade por doce no momento de seu consumo (e, com baixíssimo valor energético), mas, principalmente, podem promover uma saciedade tardia, sendo que conseguem preencher bem o estômago.

    Hoje, muitas gelatinas ainda podem fornecer benefícios extras: Algumas estão adicionadas de vitaminas, outras de fibras ou até mesmo itens funcionais. Além disso, possuem baixo teor de sódio (algumas) e podem participar, inclusive de receitas inúmeras como mousse, gelatinas coloridas, alguns sorvetes hiperprotéicos entre outros muitos. Basta pesquisar boas marcas e escolher o sabor de sua preferência o que, também não é problema visto que, existem intermináveis sabores e combinações de sabores.

    Uma dica importante é apenas não misturar as gelatinas com proteínas de alto valor biológico, pelo menos, não de costume. Isso se deve ao fato de que a gelatina, que é colágeno, é formada por proteínas incompletas ( e aminoácidos modificados como a hidroxiprolina e hidroxilisina) que farão com que haja um pouco de competição na absorção protéia e, portanto, prejudique as proteínas de alto valor biológico, ou melhor, seus aminoácidos.

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    Outra coisa a se salientar é que as gelatinas NÃO TEM a capacidade de melhorar a produção de colágeno da pele, não tem a capacidade de melhorar estrias nem nada do gênero. O colágeno, antes de ser absorvido, é hidrolisado em aminoácidos e esses podem seguir diferentes vias metabólicas no corpo a depender da necessidade momentânea.

    3- Uso de chás (infusões) gelados

    Chás gelados podem ser EXCELENTES opções na hora de trocar refrigerantes ou até mesmo sucos. O chás gelados podem ser tanto industrializados (sem adição de açúcar) ou caseiros, feitos com infusões de diversos sabores e ter diferentes modos de adoçar.

    Quando industrializados os chás, ou infusões, devem apenas serem observados com o teor de sódio e o tipo de adoçante a ser utilizado e, claro, a quantidade. A maioria costuma ter aspartame em sua composição e/ou altos teores de sódio. Em contrapartida, também existem alguns sem esses dois compostos.

    Já quando fazemos os chás em casa, temos inúmeras possibilidades de usar diferentes adoçantes, como o sucralose, o stevia e mesmo, optar por novos sabores e novas misturas, pois, hoje no mercado, já uma enorme disponibilidade de infusões…

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    Os chás são capazes de conferir não somente a substituição de açúcares doces, mas, incrementar benefícios extras: Eles possuem antioxidantes, são diuréticos, depurantes, fornecem uma maior saciedade, refrescam e ainda podem auxiliar em propriedades termogênicas a depender de qual chá/infusão estamos usando.

    Portanto, sempre que pensar em utilizar alguma bebida que não seja a água, opte por chás e infusões.

    4- Whey Protein

    O whey protein pode ser um excelente aliado de quem gosta de algo doce na dieta. Com as inúmeras flavorizações hoje existentes no mercado, com os diferentes graus de textura e doçura, basta achar o produto que tenha a qualidade e o sabor que te agrade. Obviamente, não devemos achar que o consumo de whey protein deve ser à vontade, como nos outros itens supracitados, mas, ele pode auxiliar em momentos estratégicos como em lanches ou mesmo no pós-treino. Será muito melhor consumir um pouco de whey com algum lanche ou outro alimento, como um bom iogurte do que uma barra de chocolates, não é mesmo? Por falar nisso, para os chocólatras e as chocólatras de plantão, o whey protein de chocolate é uma interessantíssima estratégia para ser usada diariamente.

    Apesar de não ser indicado o aquecimento do whey protein, ele pode participar de inúmeras outras receitinhas como mousses, sorvetes ou até mesmo shakes bem saborosos.

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    Para todos os indivíduos que consomem regularmente o whey protein, certamente, percebe os benefícios do produto na pele, uma vez que, a vontade de comer doce vai diminuindo e, você muitas vezes se sente até extasiado com doce.

    Você ainda pode usar a criatividade e fazer combinações entre whey protein e outras frutas sinérgicas ao sabor utilizado, usar whey protein de baunilha com café solúvel e fazer um belo capuccino e assim por diante. As possibilidades, certamente são inúmeras.

    5- Alimente-se frequentemente

    Alimentar-se frequentemente, cientificamente não demonstra nenhum benefício na perda de gordura corpórea. Porém, mostra uma certa melhora no ganho de massa muscular, por processos relacionados a síntese proteica.

    Entretanto, alimentar-se frequentemente, aumenta um pouco a saciedade e pode ser estrategicamente usado para que seu metabolismo gástrico esteja sempre ocupado e, portanto, você não sinta repentinas vontades de comer a todo instante.

    Normalmente, quando você sente necessidades muito frequentes de doces, seu metabolismo energético está sendo prejudicado por algum outro fator. Portanto, “domando-o” e fazendo com que ele esteja ativo, certamente a tendência por alimentos e, especialmente por doces tenderá a diminuir.

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    Obviamente, você não deve se entupir de comida entre as refeições e tampouco sair comendo qualquer coisa. Utilize estratégias de alimentos que você gosta, adaptações e coisas do gênero.

    Lembra-se da dica do whey protein? Por que não colocá-lo de vez em quando em um lanche de tarde? Por que não fazer algum sanduíche saboroso e com alimentos saudáveis?

    O importante é sempre se planejar. A maioria das compulsões ocorrem por erros relacionados as faltas de planejamentos.

    6- Ingira mais fibras alimentares

    As fibras alimentares podem ser classificadas entre outras formas como solúveis e insolúveis. No caso das solúveis, elas são importantes na formação de micelas no trago GI, promovem uma diminuição na absorção de lipídios, melhoram a resposta glicêmica e ajudam na saciedade. As insolúveis, auxiliam no trânsito intestinal, na nutrição dos colonócitos e, convenhamos que, ambas são indispensáveis.

    Porem, além desses benefícios, as fibras promovem saciedade e promovem uma digestão lentas, inclusive de carboidratos, fazendo com que seu corpo tenha uma melhor resposta na hora de sentir fome ou mesmo de sentir necessidade por algum doce ou coisa do tipo. Elas promovem, basicamente, um retardo gástrico que grandemente contribui para que seu corpo se sinta saciado por muito mais tempo, evitando repentinas quedas glicêmicas e, compulsão por doces, precisamente.

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    Lembre-se de ingerir fibras, mas ingerir também água. Do contrário, você terá uma grande constipação intestinal.

    Conclusão:

    Apesar da compulsão por doces ser muito frequente, especialmente no público feminino por questões hormonais, pessoas podem obter um melhor controle dessas crises através de medidas simples, sem custo e que, certamente auxiliarão nas melhoras de resultados físicos e da saúde.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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