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    Treinamento de força é importante para o fisiculturista?

    Será que treinamento de força é válido para quem busca a máxima hipertrofia muscular?

    Quando nos remetemos ao conceito de esportes de força, necessariamente estamos direcionando nosso pensamento a esportes que envolvem o uso da musculatura para a realização de algum trabalho específico. Entretanto, quando falamos do bodybuilding em si, creio que “esporte de força” não deva ser o termo mais correto a ser aplicado. É indiscutível que métodos de treinamento, nutrição, periodização, adequações, descanso e muitos outros são protocolos básicos para o bom desempenho em quaisquer esportes, mas, especificamente falando do bodybuilder, não há uma prova ou um trabalho específico no qual ele faça em sua competição. Lá, contarão os resultados estéticos e visuais, não importando a forma com o que ou como chegaram lá. Assim, enquanto, por exemplo, no basquete, o objetivo é encestar a bola na cesta do adversário e, quem conseguir fazer isso por mais vezes, vencerá o jogo, no fisiculturismo, podemos utilizar diversas outras formas para atingir um mesmo resultado e isso variará de acordo com cada indivíduo, sendo então uma mescla disso tudo. O fisiculturista trabalha com pesos dentro do ginásio, passa o dia se nutrindo adequadamente, utiliza de formas sintéticas e ergogênicas para otimizar seus ganhos. Por isso, não posso dizer que este é apenas um esporte que envolve força dentro do ginásio.

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    Por conseguinte, também não podemos desconsiderar a importância que há em estimular a musculatura a se hipertrofiar e, para isso, certamente em um indivíduo saudável, a prática que mais lhe trará resultados é o exercício resistido com peso. Assim, o esporte de força é diretamente relacionado do bodybuilding também.

    Diferente, por exemplo, de um strongman ou de um powerlifting onde “levantar peso” conta mais para a prova final, para o fisiculturista o que mais contará é o resultado estético final, não importando o quanto de peso ele possa levantar. Entretanto, sabe-se que quanto maior o trabalho muscular e maior a intensidade do estímulo, aliado a uma boa alimentação e, claro, descanso, então maiores serão os ganhos. Resultantemente, podemos dizer então que se conseguirmos cada vez mais trabalhar com pesos mais pesados e biomecânica correta, maiores serão as chances de obtermos ganhos maiores.

    Para tal, o treinamento resistido pode apresentar diversos métodos. Entre eles, um dos que considero mais interessante é o de força. E, apesar de condenado por alguns fisiculturistas, o treinamento de força não só pode ser bastante útil e funcional, mas também fazer com que o atleta possa gerar novos estímulos à musculatura, fugindo de algum tipo de adaptação. E não é incomum vermos por vez ou outra alguns grandes nomes do esporte fazendo belos treinamentos de força: Jay Cutler, Evan Centopani (esse jamais pode ser esquecido nessa lista), Nasser El Sonbaty, Dorian Yates, Marko Savolainen, Lee Priest, mais atualmente o japonês Hidedata, o indiscutível e impossível homem que não pode ser esquecido quando o assunto é bodybuilding e esportes de força Johnnie Jackson entre muitos outros. O próprio mito Ronnie Coleman iniciou seus treinamentos no ginásio como powerlifter.

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    Você já parou para observar o corpo de algum atleta de levantamento básico? Obviamente, muitos deles, ou a maioria deles de fato possui um percentual de gordura bastante alto pela característica do esporte (principalmente se tratando de strongmans). Entretanto, por baixo dessa “capa toda de gordura” existe uma musculatura densa, forte e digamos que relativamente hipertrofiada.

    Entre os principais benefícios que o treinamento de força pode gerar especificamente ao fisiculturista, está envolvido o ganho de massa muscular indireto (afinal, do contrário do que muitos imaginam, não necessariamente o volume muscular contribui para a força, mas, o tecido contrátil em si, diferenciando o músculo que é eficaz no treinamento de força, da gordura que nem sempre é tão conveniente como muitos atletas costumam dizer), o fortalecimento de tendões e articulações (desde que com os devidos cuidados), o aumento de força (claro!), proporcionando que possamos adiante trabalhar com cargas relativamente menores do que no treinamento de força (mas, maiores do que as que trabalhávamos antes do treinamento de força) e obter um estímulo maior no músculo, fugir de algum tipo de adaptação muscular ou neuroadaptação, conseguir maior controle dos pesos, entre outros.

    O treinamento de força ainda é eficaz, na medida em que, quando o fazemos, normalmente nos focamos em treinamentos com baixo volume, como é de caráter desses sistemas. Isso contribui largamente para que o corpo possa estar em um estado o mais anabólico ou anticatabólico possível (visto que o treinamento em si é catabólico), otimizando os quesitos duração X intensidade X predominância de hormônios catabólicos e/ou anabólicos.

    Alguns poucos atletas costumam dizer que o treinamento de força não é válido para fisiculturistas. Realmente discordo por completo disso. Acho que sempre que pudermos proporcionar estímulos diferentes, estes serão válidos. Observe, por exemplo, os treinamentos do fisiculturista e garoto propaganda da Nutrex Underground Zack Khan: Apesar de alguns treinos do atleta serem volumosos e visarem repetições um tanto quanto mais altas, outros desses treinamentos envolvem até mesmo séries de 1RM. O resultado é que temos um atleta forte e ao mesmo tempo que está construindo músculo.

    Do contrário do que alguns também costumam dizer, o que diferenciará o bodybuilder do powerlifter são diversos aspectos, desde os dietéticos, até os de periodização de treinamento, os de tipos de treinamento, técnicas aplicadas etc etc etc. Portanto, acreditar que treinos que visam baixas repetições como 4 ou 6 somente possuem benefício no quesito força máxima e/ou explosão é sim errôneo. Livros antiquados que ainda acreditam que um número entre 6-12 repetições é o melhor que há para hipertrofia certamente esquecem de levar em consideração quesitos como a hipertrofia miofibrilar, novas pesquisas que demonstram que não somente as microlesões e o extresse oxidativo tem relação com a hipertrofia muscular etc. Aliás, vide o sistema Max-OT, os resultados obtidos com o mesmo e, claro, tire suas próprias conclusões.

    Apesar de todos os benefícios, é sempre importante lembrar que o treinamento de força deve ter os devidos cuidados durante sua realização. Entre os principais, podemos destacar: O uso dos equipamentos adequados, o uso de técnicas adequadas, a utilização de um parceiro de treino, nutrição, suplementação e descansos adequados. Além disso, para o fisiculturista, não é conveniente que sejam realizados treinos de força por longos períodos sem uma pequena quebra.

    Portanto, entender seu corpo e proporcioná-lo força é fundamental para continuar progredindo.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

    2 Comentários

    1. jiddu sociliano 4 anos atrás
    2. Fabuloso 5 anos atrás


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